Mergulhando cada vez mais no Inferno em Layers of Fear!

E aqui estamos de volta com “Layers of Fear”, um jogo de terror psicológico que se passa em um casarão do século XIX. Estou realizando gameplays dele desde novembro e agora disponibilizo aqui mais dois capítulos.

Cada vez mais mergulhamos no mundo sombrio da mente do nosso pintor e conhecemos mais detalhes sobre sua convivência com sua família, alguns deles são bem perturbadores.

E agora focando na nossa série de gameplays: senhores… AI SIM DIGO QUE ESTE É UM GAMEPLAY DE RESPONSSA! Até usei um microfone bacana! O pior é que estou falando sério! Achei que este 3º capítulo ficou bem legal.

E este é o 4º capítulo! A história do jogo começa a se aprofundar mais e teremos um momento tocante em relação a filha do nosso personagem:

Em breve postarei aqui os dois últimos capítulos! 🙂

Paisagens que a Arqueologia me proporcionou

Quando eu era criança o meu único interesse em ser arqueóloga estava no fato de que eu iria escavar “coisas antigas”. Eu sabia que ia precisar fazer “grandes reflexões sobre o passado”, mas não sabia que a maior parte seria baseada em discussões teóricas ou realizando revisões bibliográficas. Naturalmente na cabeça de uma criança a Arqueologia é mais simplória e romântica.

Visita ao MASP (SP)

Foi quando ingressei na graduação que comecei a ter uma ideia da dimensão de pessoas e lugares que eu poderia conhecer pessoalmente. Tudo bem que é um grande fato que o meio acadêmico pode limitar nossas experiências — quantos de vocês não já ouviram “não leiam este livro”, “esta revista não é tão boa”, “não vai para o campo deste cara, não gosto dele”, “esquece este site e vai pensar em algo útil”… Sim, este último foi comigo —, mas ao mesmo tempo, se você souber como aproveitar, passará por coisas incríveis.

Fazenda São Félix em Santa Luzia. Foto: Evaney Simões. 2015.

Na época da universidade conheci alguns lugares que eu jamais imaginei que iria pisar um dia e com o fim dela e o crescimento do Arqueologia Egípcia os meus horizontes se expandiram mais ainda com trabalhos de campo e os vídeos que andei gravando por aí para o canal do A.E. Isso só me empolga e me faz imaginar o que mais virá pela frente.

“Visitando ao Museu Egípcio Itinerante”, vídeo para o canal do A.E.

“Um mergulho da Arqueologia Subaquática”, vídeo para o canal do A.E.

Visita ao povoado Crasto (SE).

Visita à Casa da Torre Garcia D’Avila.

Atualmente tenho me divertido também conhecendo o público que assiste aos meus vídeos. A internet é um espaço realmente maravilhoso e é interessante notar que mesmo não tendo relação alguma com a mídia tradicional o Arqueologia Egípcia não só virou espaço para a obtenção de conhecimento para algumas pessoas, mas de entretenimento também.

Um casarão antigo e um pintor desnorteado!

Quem segue o canal “Márcia Jamille” está tendo a oportunidade de acompanhar a série de gameplays de “Layers of Fear”, um jogo de terror psicológico que se passa em um casarão do século XIX. Nele somos um pintor que deve desbravar o casarão enquanto descobre pouco a pouco o que ocorreu lá de tão terrível para ele estar abandonado.

Espero que vocês se divirtam com os meus sustos porque… Meu deus… Se tive cagaço com este jogo, imagina se eu fosse jogar “Outlast 2″… Ou seja, eu não iria jogar, morreria de infarto antes disto!

Abaixo está o 1º Capítulo da série, o qual consegui a proeza de salvar com a câmera ao contrário (vocês irão entender!). Isso não irá comprometer sua experiencia, exceto, claro, que você tenha toc. Desculpa seriozão caso você tenha toc! 😕 E estas thumbnails foram feitas pela Márcia Sandrine (clique aqui para ver o Instagram dela). A ideia era “me colocar” no ambiente do jogo.

E este é o 2º capítulo da série. Nele já estou mais esperta com a câmara. Quase uma profissional do mundo das gameplays! Eu deveria até receber um Oscar de melhor gameplay do Youtube!

Espero vê-los nos próximos capítulos! 🙂

Produtos inusitados envolvendo o Egito Antigo

A civilização egípcia é uma das mais encantadoras e por isso alvo do comércio. Assim sendo, ela foi adotada por diferentes empresas, sendo aplicada em seus produtos. Eu já falei várias vezes sobre esse assunto no Arqueologia Egípcia (tanto o site, como canal), em especial em relação ao cinema e games, assim como colecionáveis (para conhecer alguns, clique aqui). Contudo, e quando são produtos que envolvem o dia a dia? Coisas que você poderá usar com frequência… Ou não? Fiz uma lista de produtos interessantes que tem como tema o Egito Antigo. Alguns são criativos, outros são inusitados. Espero que vocês gostem da lista*.

Ornamentos para aquário:

O primeiro produto que selecionei é este ornamento para aquário que nada mais é que uma cabeça de faraó com a sua clássica serpente wadjet na testa.

Alguns podem até achar que Egito Antigo e um fundo de aquário podem nem combinar, mas é só lembrar das descobertas feitas no Mar Mediterrâneo, nas ruínas da cidade de Alexandria.

E mais lúdico ainda é esta esfinge ao lado de uma pirâmide. Particularmente consigo imaginar os peixinhos saindo da tumba e passeando pelo aquário.

Já aqui temos o famoso Templo de Ramsés II em Abu Simbel. O que é uma ironia do destino, já que a transposição dele na década de 1970 foi para justamente salvá-lo das águas retidas pela represa de Assuã.

Porta trecos:

Aqui o sarcófago do faraó Tutankhamon, cuja tumba foi encontrada praticamente intacta em 1922, está servindo como uma caixinha para guardar pequenos abjetos…

Esta é a mesma situação desta arca do deus Anúbis, senhor das necrópoles e da mumificação.

Base para garrafas de vinho:

Estão lembrados que falei que alguns objetos eram inusitados? Apresento para vocês essas bases para garrafas de vinho. A primeira é uma esfinge. Nesta foto não é possível ver, mas a cabeça dela e sua parte traseira são um pouco abertas para permitir o encaixe da garrafa.

E mais uma vez temos o deus Anúbis, que mostrando a sua força irá carregar uma garrafa em suas costas. A vida não está fácil para ele.

E você? Desta lista possui algum favorito?


*São lojas de exportação.  não serão informadas.

Livros, cópias de artefatos e revistas antigas sobre o Egito Antigo!

E temos mais um unboxing em mãos! Desta vez abri um pacote enviado pelo João Carlos, um amigo arqueólogo. Ele comprou algumas coisas relacionadas com o Egito Antigo durante as suas andanças por aí, além de ter feito uma cópia de uma faca egípcia (cujo modelo beira o Pré-dinástico e a 2º Dinastia). Ele incluiu igualmente um experimento de faiança egípcia. Abaixo vocês podem conferir o unboxing:

Eu juro que pensei que ele ia enviar para a minha Caixa-Postal um pacotinho, mas foi uma grande (literalmente) surpresa quando a funcionária dos Correios me entregou esta caixa:

Estou sorrindo e ao mesmo tempo tonificando os músculos dos braços.

Ele enviou três fascículos da coleção “O Antigo Egito”, organizados pela Life na década de 1960. Apesar de antigo os temas ainda estão modernos:

Também estão inclusos dois livros infantis: o “Mistérios do Egito” (Ciranda Cultural) e “Cleópatra” da Adèle Geras que, apesar de possuir muita Egiptomania, ainda assim é um material interessante:

Folha do livro “Cleópatra”.

O legal do “Mistérios do Egito” é que ele é tipo uma caixinha que quando é aberta mostra uma pirâmide, onde cada degrau é uma folha. Não mentirei, sou muito infantiloide e gosto de coisas assim:

Outro livro que veio é uma edição de “O Egípcio” (Mika Waltari) de 1956. Provavelmente terei que encher o saco de algum restaurador por conta da capa, mas as folhas estão perfeitas. Ele certamente terá um espaço muito especial na área que estou separando na minha casa para guardar os presentes enviados pelos explorers.

E por fim estão a faiança e a faca egípcia. Deixei para falar mais detalhes sobre eles no nosso perfil no Apoia.se. Mals aê! 

Sobre esta faquinha de pedra só posso dizer uma coisa: acho que é o sinal de que devo fazer um vídeo sobre o Período Pré-Dinástico, não é mesmo?

E só uma nota! O João possui uma loja virtual onde ele vende réplicas de artefatos arqueológicos pré-históricos. Ou seja, esta é uma oportunidade para vocês de conhecer produtos que imitam peças arqueológicas. Sem contar que é muito mais digno ter uma cópia de uma artefato arqueológico em casa do que uma antiguidade de procedência duvidosa. Clique aqui para conferir.

Quer ver o que mais chegou na minha Caixa Postal? Então clique aqui.

Meu endereço:

Márcia Jamille
Caixa Postal 1702
CEP 49046970
Aracaju – SE

Preparando o espaço para jóias e adornos do Egito Antigo

E lá vamos nós novamente! Tenho que preparar dois vídeos especiais. O primeiro é sobre jóias e adornos na antiguidade egípcia. O roteiro já está na metade e por hora está ficando exatamente como eu quero. Estou tranquila acerca da elaboração dele, o que me preocupa são os problemas técnicos: tem algo muito estranho com o meu microfone. Não sei se ele quer se aposentar, mas estou achando que ele está começando a gravar mais baixo que o normal. Que medo! A gente compra os produtos e esquece que eles não são eternos!

Claro que enquanto eu não descubro o que está acontecendo e não termino o roteiro estou já separando algumas imagens. Ok que muitas nem irei usar, mas elas servem como inspiração para o que eu espero trazer para o vídeo. Foi assim que surgiu a ideia das maquetes do vídeo sobre arquitetura, o primeiro destes especiais.

Nos outros vídeos especiais eu sempre quis gravar a elaboração deles. Até porque usualmente a gente precisou por a mão na massa… Lembram do vídeo sobre amuletos e as réplicas de biscuit? Então, agora como eu tenho uma segunda câmera (que ganhei de aniversário! Obrigada mãe!!) será possível fazer isso. Inclusive o primeiro vídeo já saiu. Nele tenho uma breve conversa com vocês:

Não sei se trarei algum objeto em jóias e adornos para vocês. Provavelmente não já que… bem… não sei como seria possível trazer réplicas de jóias ou adornos para vocês. 😅 Mas, tentarei ilustrar este vídeo o máximo possível. Juro!!!

Terei mesmo que colocar esta minha cabecinha para funcionar 🤔

 

Novas leituras sobre o EGITO ANTIGO # 1

Livros em português sobre a antiguidade egípcia são raros, mais ainda quando esta é a língua original deles. Já cansei de falar nas minhas redes o quanto fico feliz com publicações no nosso idioma, afinal, não é novidade alguma que ainda falta muito para que cada vez mais brasileiros tenham acesso a materiais acadêmicos sobre o Egito Antigo.

Foi pensando nisso que decidi que a minha nova listinha de leituras seria com livros escritos originalmente em português. A ideia é justamente apoiar estes autores e divulgar títulos para o maior número possível de pessoas.

Como usualmente separo de três e três livros para resenhar, escolhi os seguintes títulos:

Ainda não foi decidido quando sairá cada resenha e caso queira acompanhar esses livros no Skoob segue o link para cada um deles (no vídeo eu comento que não encontrei o do “Fatos e Mitos do Antigo Egito”, mas ele tem sim um perfil lá) e a ordem da minha leitura:

☥ “Fatos e Mitos do Antigo Egito” (Margaret Bakos) | Skoob;

☥ “Fortificar o Nilo” (Eduardo Ferreira) | Skoob;

☥ “A Egiptomania e os seus do passado” (Leandro Hecko) | Skoob.

O vídeo sobre Amuletos Egípcios: a edição “mais longa que a eternidade”!

O que você vai ler aqui neste post não será exagero. Gravar e editar o vídeo sobre amuletos egípcios em homenagem a nossa meta de 3000 inscritos foi um verdadeiro parto. Não importa quantos vídeos longos eu tenha gravado, aparentemente eu ainda não me acostumei com o formato e sempre me afogo no processo. Para quem ainda está perdido, eu prometi que ia instaurar metas de inscrições. Por exemplo, quando chegamos aos 2.000 inscritos publiquei um vídeo sobre Arquitetura Egípcia e com a chegada dos 3.000 foi sobre Amuletos Egípcios.

Pensei que o tema sobre amuletos seria relativamente fácil, mas não foi. Para a minha tortura os egípcios adotaram dezenas deste tipo de artefatos, alguns contendo sincretismos entre divindades, sem contar os tipos de materiais utilizados e as cores. Precisei realmente organizar todo o tipo de informação de uma forma que fizesse algum sentido em um vídeo de 20 minutos. Acredite, não foi fácil realizar uma série de cortes no roteiro para que o tema chegasse enxuto para vocês, contudo, a organização dele em si foi mais fácil que o de Arquitetura Egípcia… Bem mais fácil!

A elaboração dos amuletos utilizados como referência também não foi tão complicada: como não sou o melhor exemplo em termos de trabalhos manuais quem fez a maior parte deles foi a @marciasandrine, que é licencianda em Artes Visuais e ilustradora. Os únicos que fiz foram o escaravelho, o nefer e o sapinho. Mas, não toquei nas pinturas. Isso seria abusar de mais da sorte. Estas réplicas foram feitas com biscuit e pintadas com tinta acrílica.

Até este ponto tudo estava praticamente tranquilo. As complicações só começaram mesmo durante as gravações que foram divididas em duas partes, as quais eu esperava gravar na mesma semana, mas por conta de uma viagem de um mês da cameragirl o vídeo ficou parado durante este tempo. Depois foi a Era da edição. Está aí um vídeo que parecia que nunca iria ficar pronto. Eu não lembro quantos dias duraram o processo de cortes de imagens, remanejamento, legendas, animações, etc, mas foram vários! Ok que desta vez foram incluídas ilustrações animadas, mas deu muito mais trabalho do que eu esperava.

Altamente concentrada.

 

Falando em ilustrações, elas também foram responsabilidade da @marciasandrine. Eu só falei o que eu queria e dei referências, o restante foi com ela e o resultado final ficou muito bom. Enriqueceu muito mais o vídeo.

Bom, mas agora foi alcançada a meta dos 4.000 inscritos, então é a vez das “Joias e adornos egípcios”. Até já dei início a pesquisa bibliográfica, só estou preocupada em como torná-lo especial já que no de arquitetura egípcia foram feitas maquetes, no de amuletos foram feitas pequenas replicas, mas e no de joias e adornos? Para a gente fazer algumas réplicas é bem provável que ficará bem caro. Enfim, não sei como resolver isso.

Continuem nos dando amor e suporte. Assistam e compartilhem estes vídeos porque tendo tanto trabalho assim é claro que a gente quer que cada vez mais pessoas possam prestigiá-lo. E caso não sejam inscritos no canal se inscrevam; leva somente alguns segundos e é de graça 😀 Clique aqui para conhecer.

 

Recebi réplicas (incríveis) de artefatos egípcios

Se tem uma coisa que apoio muito é a confecção de réplicas de artefatos, uma vez que sou TOTALMENTE CONTRA a venda de objetos arqueológicos. E quando são coisas usáveis melhor ainda 😀

Então, há alguns meses um amigo e colega da arqueologia, o Adolfo Okuyama, enviou para mim dois pingentes inspirados em artefatos arqueológicos: um semi-lunar e uma ponta de flecha (clique aqui para ver fotos deles). O Adolfo manda muito bem fazendo esses tipos de objetos e desta vez ele fez dois inspirados na Antiguidade egípcia, então aproveitei para fazer um unboxing.

Gostei muito de ambas as peças. O escaravelho, como já cansei de falar, é uma das minhas formas amuléticas egípcias favoritas. Eu sinceramente não sei explicar o quão legal eu os considero. Os pequeninos detalhes estão lá. Foi necessário o olhar analítico de um arqueólogo para reproduzir algo tão bem. Não me canso de olhá-lo.

Ah! E a melhor parte: ele é um carimbo com o símbolo do AE:

Já o tiyet tornou-se o meu bebê. Esta forma amulética não é muito usada nas reproduções atuais, por isso que fiquei muito feliz de ter uma em mãos. Este objeto é vulgarmente chamado de “nó de Ísis” e tinha na antiguidade algumas finalidades de cunho funerário, entre elas a de proteger o corpo.

Quer ver o que mais chegou na minha Caixa Postal? Então clique aqui.

Meu endereço:

Márcia Jamille
Caixa Postal 1702
CEP 49046970
Aracaju – SE

Gravando o vídeo sobre o Festival da Bebedeira

Sabe quando você está esperando uma coisa por muito tempo? Foi mais ou menos isso que aconteceu comigo em relação ao vídeo sobre o Festival da Bebedeira.

Em 2016 eu tinha gravado para o Arqueologia Egípcia um vídeo sobre o tema, porém foi naquela fase do canal em que tudo estava bem no começo e eu ainda não tinha um microfone. Daí eu tinha que gravar o som externamente com um aplicativo no meu tablet. Contudo, um dia eu resolvi usar o mesmo aplicativo no celular e não deu muito certo, mas eu ainda não sabia disso. Acabou que o vídeo foi gravado com o áudio muito baixo e eu somente fui perceber quando ele tinha sido publicado no YouTube. Foi aí que eu prometi para os leitores que iria regravar o vídeo. Um ano depois o fiz, mas desta vez dei uma desenvolvida no roteiro incluindo umas curiosidades bem legais. No final o vídeo ficou muito melhor que o original, que por acaso não está mais disponível online.

Mas como tudo o que envolve o Arqueologia Egípcia esta não seria uma gravação normal se não rolasse um draminha: precisei gravar o vídeo da versão de 2017 duas vezes. No primeiro eu estava com uma inflamação em um dos meus olhos e que ficou muito mais nítida em vídeo. Mas graças ao apoio dos explorers no Twitter e no Snapchat consegui reunir forças e gravar tudo novamente em um outro dia.

Segunda tentativa. Agora tudo ok.

E também ao contrário do original resolvi dar uma incrementada no cenário, já que eu o publiquei na época do carnaval. Mas em vez de utilizar enfeites que lembram essa época do ano, resolvi fazer algo diferente usando tons de azul e alaranjado para relacionar com cor do céu e do Sol — uma analogia a viagem do deus sol em Nuit — e fizemos imagens da deusa Hathor: uma em forma de vaca com estrelas em seu corpo e outra em forma de mulher. Modéstia à parte o resultado ficou muito legal.

Eu ia usar este colar, mas na segunda gravação esqueci dele… Uma pena, ia ficar tão bonito em vídeo.

Eu escolhi justamente a época do carnaval para falar sobre o Festival da Bebedeira porque apesar de serem comemorados em épocas diferentes, essas festas possuem alguns pontos bem parecidos, então achei legal fazer essa analogia.

O passo a passo para fazer esses enfeites eu mostrei no meu Snapchat (aegipcia), mas publiquei também algumas coisas na página daqui do blog lá no Facebook (Blog AEgípcia). Tudo foi feito com EVA coberto por glitter, canetinhas dourada e prata e fitilho branco. Veja abaixo um vídeo da Sandra trabalhando na vaca:

Quem me segue no Snapchat e no Instagram viram uma misteriosa vaquinha azul sendo confeccionada. Ela representa a deusa Hathor e fará parte de um dos próximos vídeos do Arqueologia Egípcia. Os cortes dela foram feitos por mim, mas os detalhes da pintura foi a Sandrine (https://goo.gl/1g41p0). O lado bom de ter alguém das artes visuais entre os explorers <3

Publicado por AEgípcia em Domingo, 19 de fevereiro de 2017

 

E aí? O que vocês acharam?

Sinceramente eu gosto muito de gravar esses vídeos temáticos, pena que costumam custar um pouquinho caro. Mas é legal ver todo mundo aqui se dedicando a fazer algo bacana, algo que no final vocês irão gostar muito.

E por fim, para quem ainda não viu o vídeo sobre o festival ele está logo abaixo: