Meu novo título: mestra em Arqueologia

No dia 26 de março (2013) passei por uma banca de avaliação do Programa de Arqueologia da UFS, onde recebi o título de mestre. No mesmo dia deixei uma mensagem de agradecimento na página do A.E no Facebook:

Minha mensagem na página do Facebook (2013).

Mais uma vez quero agradecer a todos, tanto a banca de avaliação, como os ouvintes que deram a maior força para tentar criar um ar tranquilo, como também aos leitores, que enviaram mensagens de felicitações.

Momento da defesa. Na imagem da esquerda para a direita: Márcia Jamille N. Costa, Profa. Dra Elizabete de Castro Mendonça, Prof. Dr. Gilson Rambelli e Prof. Dr. Paulo Fernando Bava de Camargo. Fotografia de Beijanizy Abadia (2013).

Agora, pouco mais de uma semana após a aprovação é estranho passar mais de três dias em casa sem precisar pensar na UFS, minha Alma mater, uma instituição que fez parte da minha vida nos últimos seis anos. Para variar as perguntas começam a surgir com mais frequência: como será daqui para frente? Quais os tipos de pessoas as quais terei que me habituar? Onde irei trabalhar? Esta última é a mais louca já que são pouquíssimos os que conseguem se sustentar no Brasil trabalhando somente com o Antigo Egito, se eu conseguir ser uma deles será para mim um feito satisfatório.

Dois amigos inseparáveis até no momento de terminar a dissertação: meus computadores. Foto: Márcia Jamille (2013).

Agora que tudo já passou não sei qual o próximo passo tomar. Obviamente quero tentar um doutorado, mas não escolhi ainda a instituição. Já tive algumas ideias para temas (desta vez um que seja mais fácil que este do Mestrado), mas estou pensando em tentar voltar com o meu antigo “terreno seguro”, que são os anos finais da 18ª Dinastia, não que eu esteja subestimando esta titulação, mas é um período temporal que amo tanto e nada mais justo que pensar em trabalhar com algo que gosto muito.