Hieróglifos, hieróglifos e hieróglifos

Sexta-feira passada (26/09) foi o último dia do curso de hieróglifos da UFS. Foram somente cinco dias e aprendi muito ao ponto de ocorrer o que eu nem imaginava que iria fazer em tão pouco tempo: já consigo ler algumas coisas.

Ok é fato que preciso ainda me instruir muito — muito mesmo —, mas esta semana me animou a continuar a treinar (o que, ao menos até agora, estou fazendo todos os dias).

Introdução à língua egípcia I. Foto Nicolas Santos. 2014.

Eu já tinha esquecido o quanto era doloroso ir e voltar da UFS, levo duas horas para chegar ao campus e tinha dias em que eu levava três longas horas para chegar em casa. Tudo bem, valeu o esforço em nome do conhecimento.

Ocorreu muita procura pelo curso o que me levou a acreditar — erroneamente — que eu não conseguiria entrar. Veja bem, eram vinte e cinco vagas e quase uma centena de pessoas tinha se inscrito. Minha preocupação era bem legítima.

Infelizmente, como em qualquer atividade de extensão gratuita, sempre existe alguém que se inscreve e acaba não indo e foi este o caso: algumas pessoas nem sequer chegaram a aparecer, o que é uma situação chata porque se inscrever e não comparecer é tirar a vaga de outras pessoas que realmente gostariam de participar.

Apostila do curso.

Espero que futuramente ocorram outros cursos como este e com certeza estarei lá novamente para prestigiar e para aprender.

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Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia.

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