O “diário secreto” de uma ARQUEOtuber

Gravar um vídeo para o Youtube não é uma tarefa fácil. Ao contrário do que muitas pessoas pensam não é somente ligar uma câmera e falar o que dá na telha, é muito mais do que isso. Dependendo do tipo de protejo existe toda uma preparação onde pode estar incluso o roteiro, ajuste de iluminação, preparação do espaço, horário… As vezes tudo isso e mais.

Uma pessoa que fala que youtuber não é trabalho definitivamente não sabe do que está falando: mesmo um vlog, que parece algo simples, exige atenção.

Cena de um vlog feito na Baía de Todos-os-Santos, “Vento forte ≠ enjoo e mergulho em naufrágio“. Nele mostrei os bastidores do vídeo “Um mergulho na Arqueologia Subaquática”, que neste momento está em edição e vai para o Arqueologia Egípcia. Para assistir ao vlog clique aqui.

Para a maioria esmagadora de nós o nosso trabalho requer por muita coisa em risco (especialmente o nosso dinheiro) e trabalhar em horários irreais com orçamentos apertadíssimos enquanto que para o público a dificuldade maior está em assistir o vídeo até o final e nos julgar com um “like” ou “dislike”, talvez uma mensagem positiva ou negativa daquelas que te fazem questionar se continuar como criador (a) de conteúdo vale todo o esforço.

Cena do vlog “Visitando o Museu Egípcio Itinerante”. Clique aqui para assistir.

Foi para contar um pouco sobre como é ser Youtube (e para descontrair) que resolvi responder a TAG “Diário secreto de uma Youtuber” e compartilhar aqui com vocês.

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Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia.

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