Venham aprender mais sobre a deusa Ísis comigo

Falar sobre a deusa Ísis, uma das maiores divindades do panteão egípcio, era o meu desejo faz alguns meses. Não lembro como o interesse surgiu, mas definitivamente temos ainda muito o que descobrir sobre esta deusa cuja importância passou das fronteiras do Egito.

Por isto que este sábado que vem darei uma aula (dividida em quatro partes) sobre ela, onde aproveitarei e comentarei algumas curiosidade e indicarei textos acadêmicos. Estes são os tópicos (que serão abordados em dias diferentes):

1 – Definição de divindade do Egito antigo;
2 – O mito de Ísis, Osíris e Hórus;
3 – A deusa na iconografia;
4 – Ísis pelo mundo.

Néftis e Ísis respectivamente.

Os inscritos terão acesso através de uma senha que funcionará do dia 29/01 até o dia 12/02. Para dar tempo de todos assistirem.

Hoje é o último dia de inscrição (Ahhh!!). Para participar vocês podem fazê-lo por aqui ou diretamente aqui.

(Resenha – Livro) “A arte de pedir”, de Amanda Palmer

A arte de pedir de Amanda PalmerTítulo: A arte de pedir

Autora: Amanda Palmer

Gênero: Autobiografia

Editora: Intrínseca

Páginas: 304

Ano: 2015

ISBN: 858057689X

“Se você amar as pessoas o suficiente, elas te darão tudo”

Publicado pela Editora Intrinseca, o livro “A arte de pedir” nos leva para um passeio pelo o mundo da Amanda Palmer, cantora e artista performática, em sua crença na empatia e sua fé na humanidade, embora seja vítima de cyberbulling e até mesmo de uma ameaça da morte.

Ela nos mostra o quanto solicitar auxilio é algo natural em nós, como sociedade, ao mesmo tempo em que insistimos que pedir é uma ação vergonhosa, uma vez que as pessoas não querem sentir-se vulneráveis. A autora também explica o quanto é difícil para um artista convidar alguém, mesmo entre seus fãs, a investir no seu trabalho e é exatamente neste ponto que a vemos repassar suas experiências corajosas com o financiamento coletivo (crowdfunding) e a reação negativa de algumas pessoas em relação a isso.

Além da Amanda, somos apresentados a vários nomes, dentre eles Neil Gaiman, seu marido, e Anthony Martignetti, seu melhor amigo. E é em sua relação com essas duas figuras que a narrativa se concentra, principalmente esse último; Anthony é um dos pontos mais importantes do livro porque é ele quem ensina para ela o valor da empatia, o que a ajudará mais tarde, quando começar a criar conexões com seus fãs e essa é a grande lição do livro: criar conexões com as pessoas, algo difícil, mas que levou a Amanda a conhecer lugares e histórias incríveis.

O livro é bem escrito e nos deixa curiosos acerca das experiências (ou melhor: as aventuras) da Amanda, além de despertar a sensibilidade em nós. Definitivamente nunca mais observarei artistas performáticos da mesma forma.

Aconselho a leitura, vale a pena.

Bem-vindo 2016!

O primeiro nascer do Sol de 2016 visto da janela da minha casa.

No Egito Antigo, toda a vez que o Sol nascia existia a certeza de que ele tinha passado por uma renovação, vencendo a morte e o caos da escuridão. É por este motivo que escrevi no Café Néftis que a virada de ano sempre lembra-me a Antiguidade egípcia porque muitas pessoas ficam fascinadas com o primeiro nascer do Sol, algumas ficam acordadas para poder ver este momento. “Viva mais uma vez e para sempre”, certamente alguém do faraônico pediria a este astro.

2015 foi um dos anos mais felizes para mim, ao mesmo tempo não foi leve. Tive muitos rompantes de tristeza, como qualquer outra pessoa, mas definitivamente foi um período muito divertido em vários sentidos: trabalhei com amigos muito queridos, fui convidada a participar de eventos, vendi meus livros de forma tranquila, dei palestras, conheci leitores com direito a abraços bem apertados.

E rememorei parte destas coisas boas no vídeo de retrospectiva do Arqueologia Egípcia. Resumi tudo em menos de 3 minutos. Assistir não vai tirar muito tempo de vocês 😀 :

Foi a partir daí que começou minha comemoração de virada de ano porque madruguei por conta da gravação, dormi algumas horinhas e ao acordar só fiz tomar meu banho e passar a noite com os meus bichinhos e a minha mãe. Foi definitivamente uma noite muito modesta, mas não mudaria nada.

Eu não mostrei muita coisa no SnapChat, mas fiz um vlog para compensar, então está aí:

Foi tão bom passar este momento especial ao lado deles. Abaixo compartilho algumas das fotografias tiradas pela @marciasandrine na madrugada de 31/12. Somente a última é minha.

Bubi <3

Eu e a Ísis <3

Muito linda gente! Mais é louca de pedra.

Bom, para finalizar este post desejo para vocês um voto de felicidade ao estilo faraônico: Que vocês tenham um “início de um Ano Novo feliz”.