Quando o Brasil viu a Segunda Grande Guerra

Na terça passada fui conferir a exposição “Sergipe viu a guerra” para pegar algumas imagens para o nosso mini-doc. Ela foi montada no Palácio Museu Olímpio Campos, que no passado foi o lar dos governadores do Estado.

Palácio Museu Olímpio Campos.

Dessa vez fui acompanhada do estudante de Arqueologia, Nicolas Santos, que também é meu amigo. O seu rosto já é conhecido por alguns de vocês por conta do vídeo “Visitando o Museu Egípcio Itinerante”.

Como esse rapaz cresceu 😀 Em breve será arqueólogo.

Em um post anterior comentei sobre a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e o papel do Estado de Sergipe nisso e durante essa visita ao Palácio conheci um fato interessante: foi nele onde o governador da época anunciou para a população a entrada do país na guerra ao lado dos Aliados para vingar as mortes causadas pelos torpedeamentos e das quais nenhum sergipano saiu vivo. Este pronunciamento foi feito exatamente nesta sacada:

Ainda tenho que agendar mais gravações, inclusive entrevistas. Alguns colegas estão sendo muito legais tentando ajudar. Fico feliz pelo apoio. Estou realmente me dedicando nesse presente para vocês. É como se eu estivesse criando isso para os meus filhos e olha que nem tenho filhos!

Esse mini-doc não vai ser depositado no canal do Arqueologia Egípcia, mas em outro chamado… (sintam um ar de mistério aqui) … “Descobrindo o Passado”. Caso queiram se inscrever é só clicar aqui. Por conta de incompatibilidade de agenda eu não sei quando esse material estará no ar, mas avisarei aqui no blog ou na página dele no Facebook. Clique aqui para seguir. ❤

Sobre a exposição “Sergipe viu a guerra”:

Datas: Ela estará disponível para a visitação até o dia 13 de maio.

Valor: A entrada no museu é gratuita.

Dia e hora: Aberto a partir da terça-feira (confira na página deles os dias exatos).

Fotografias: Fotos e vídeos são permitidos neste espaço (não no restante do edifício).

Mais informações: https://www.facebook.com/palaciomuseu.olimpiocampos/

Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia.

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