Como foi gravar o vídeo sobre Arquitetura Egípcia

Setembro e outubro foram bem agitados, mas não por conta de postagens frenéticas e vídeos publicados, pelo contrário, o Arqueologia Egípcia ficou mais parado que o normal. O motivo? O vídeo especial em comemoração aos mais de 2.000 inscritos no canal.

Há um bom tempo comentei aqui sobre as metas para o canal, onde determinei que a cada mil inscritos eu gravaria um vídeo especial. Pois bem, quando batemos os 2.000 (o que foi muito mais rápido que o esperado) começou uma corrida para gravar o tal vídeo. Contudo, uma coisa é gravar um material com pouco mais de quatro minutos (que gera cerca de 1 hora em imagens para ser editadas), outra, totalmente diferente, é um vídeo com mais de vinte minutos, e que faça sentido para os espectadores. Foi um verdadeiro pesadelo organizar o roteiro que foi cortado, revisado e complementado várias vezes. E ainda na hora das gravações (que foram divididas em 3 dias, com direito a problemas com um grilo apaixonado) e edições foram realizadas mais mudanças. No total, precisei editar quase 5 horas de material.

Sem contar a confecção das maquetes, que foi de longe a parte mais fácil de todo o trabalho. Originalmente seria feito um porto também e um pequeno farol, mas desisti para deixar o roteiro mais limpo. Uma pena, mas de qualquer forma planejo falar mais sobre esse tipo de construção em um outro momento. Abaixo confira como ficaram as maquetes de perto:

Um toque especial foi disponibilizado pela Edições Del Prado (uma editora especializada na confecção e venda de modelos colecionáveis; Já falei sobre ela por aqui) e a sua cena de construção de uma pirâmide. Sinceramente sou apaixonada pelo o homenzinho caindo. Que dó!! Infelizmente, por conta do tal grilo, a parte em que ela e as maquetes aparecem foram gravadas durante a tarde, então não saíram como eu queria. De qualquer forma é um material que irei aproveitar no Descobrindo o Passado.

Ah! Sem contar na camiseta e colar incríveis que estou usando. No caso da roupa ela foi customizada e pintada pela Márcia Sandrine (@marciasandrine). O “Olho de Hórus” foi um pedido meu. Gostei tanto dela que devo tê-la usado umas 300 vezes durante a semana. Já o pingente foi feito pelo arqueólogo Adolfo Yugi (@adolfoyujiokuyama). É uma réplica de uma ponta de machado da Pré-História. Gosto muito dele <3

O abençoado (sim, estou falando do vídeo) foi publicado no dia 29 de outubro (2016) e assim que saiu um peso enorme sumiu das minhas costas. Ele foi extremamente trabalhoso, mas foi tão bom ver que todo o trabalho valeu. Estou incrivelmente feliz com tantas reações positivas acerca do vídeo. Só me faz pensar que foi a ação mais prudente ter demorado tanto para organizar o roteiro, o espaço, as maquetes e ter tirado dias para a edição. Valeu realmente muito a pena. O vídeo não é o mais perfeito, mas passou bem a mensagem. Se eu tivesse tomado somente uma ou duas semanas para tentar entregá-lo no prazo tenho certeza que não ia sair com a qualidade que ele chegou até vocês. Abaixo o resultado:

Conheça a meta do canal “Arqueologia Egípcia” para os 3.000 inscritos

E aqui estou novamente falando sobre as metas do canal do “Arqueologia Egípcia” no YouTube 😊 Em maio deste ano (2016) liberei aqui no blog uma lista com os temas para os vídeos especiais que serão gravados e publicados  a cada 1.000 inscrições realizadas no canal. Como as ideias para as metas ainda não tinham surgido na época dos primeiros 1.000 nada foi gravado. Porém, com os 2.000, foi liberado um vídeo sobre Arquitetura Egípcia, que, a propósito, está muito legal! Assistam lá!

The Great Pyramid: Last of the Seven Wonders

O dos 3.000 inscritos estava aberto para sugestões, mas agora já está definido: falarei sobre amuletos egípcios. Sim! O famoso “Olho de Hórus”, a Ankh, o escaravelho e outros que não são tão conhecidos assim do público comum. Como já estamos chegando nesse número (atualmente o canal soma 2.790 inscritos) estou realizando as pesquisas e preparando o roteiro. Nem preciso dizer que estou muito empolgada!

Egyptian Amulets

Ankh

A exemplo do vídeo sobre arquitetura é claro que estarei trazendo umas coisinhas bem legais para mostrar para vocês 💜. Então aguardem!

Se quiser se inscrever lá no canal é só clicar aqui ou no botão abaixo:


Whindersson Nunes e a campanha #SalveASerraDaCapivara

Esta madrugada tive o prazer de assistir a um vídeo do youtuber Whindersson Nunes sobre uma viagem que fez ao Chile. E não é que fui surpreendida ao vê-lo falando sobre a importância de se preservar os sítios arqueológicos do Parque Nacional Serra da Capivara? E ele ainda pediu para a sua audiência levantar a hashtag #SalveASerraDaCapivara.

Whindersson tem mais de 12 milhões de inscritos — o que o torna o segundo maior canal do Youtube no Brasil —. No vídeo ele comenta a viagem que fez a dois países estrangeiros e sobre os sítios arqueológicos que visitou. É então quando começa a lamentar o descaso com que o Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí) tem sido tratado e ainda enfatiza a importância da nossa cultura. Assista o vídeo abaixo:

Contextualizando: O Parque Nacional Serra da Capivara está com problemas econômicos graves. Graças a isso a arqueóloga Niéde Guidon comunicou para a UNESCO a sua saída de lá. E o pior é que mesmo com o parque sendo abandonado sumariamente pelo governo ele ainda foi homenageado durante o encerramento da Rio 2016.

#SalveASerraDaCapivara

Revista sobre pesquisas arqueológicas no Egito na década de 80

Quando chega aqui algo enviado por vocês eu sempre sinto muita ansiedade porque eu sei que cada correspondência está recheada de sentimentos, seja de respeito ou gratidão. Foi assim quando recebi o pacote do leitor Elvis Monteiro, que logo desconfiei que se tratava de uma revista e ao abrir e sentir o cheirinho de papel antigo notei que poderia ser algo muito especial. Eu nem esperei o dia de gravações, o abri assim que cheguei em casa.

E realmente é uma revista muito legal, afinal, ela é uma “O Correio da UNESCO” e foi publicada em 1980, ou seja, nem tinha se passado uma década da transposição dos templos de Assuã, tais como Abu Simbel, Philae, dentre outros. Exatamente por isso resolvi gravar um vídeo para vocês:

Espero usá-la em muitos posts para o Arqueologia Egípcia, principalmente porque possui algumas fotografias históricas, além de ter sido escrita por pesquisadores especialistas na história egípcia e sudanesa. Abaixo algumas fotografias:

Na época também foram estudadas estes lindos murais bizantinos encontrados na Catedral de Faras, na Núbia:

A fotografia abaixo mostra a transposição de colossos de tebas para Cartum:

Quando pensamos nestas transposições não é difícil lembrar especificamente do complexo de templos de Abu Simbel, que foi construído na divisa entre as terras do Egito e o antigo território núbio (hoje Sudão), por Ramsés II. Tratam-se de estruturas gigantes cavadas nas rochas na margem ocidental do Nilo: uma menor dedicada à rainha Nefertari e uma maior, para o próprio Ramsés II.

É dentro do Templo de Ramsés II que ocorre duas vezes no ano um famoso evento solar onde o Sol ilumina um trio de estátuas onde a do próprio rei está inclusa. É um acontecimento muito interessante que já cheguei a citar em um vídeo do Arqueologia Egípcia.

— Assista também: Alinhamento Solar no Templo de Abu Simbel.

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Vamos conhecer mais sobre a esposa de Tutankhamon?

Tutankhamon já uma figura bem versada entre os amantes da civilização egípcia, mas incrivelmente a sua esposa, a rainha Ankhesenamon, não é tão conhecida assim. Neta do faraó Amenhotep III com a rainha Tiye, Ankhesenamon foi filha de Akhenaton com Nefertiti.

Nos últimos 10 anos algumas notáveis pesquisas acerca desta rainha foram realizadas, infelizmente algumas nem sequer foram apresentadas para o público de fora do meio acadêmico.
No próximo dia 13 de setembro (2016) estará disponível online a palestra “A rainha Ankhesenamon: Neta, filha e esposa de faraós”. Nela comentarei sobre os estudos da posição das mulheres no Egito (do ponto de vista da Arqueologia), a vida de Ankhesenamon e algumas pesquisas relacionadas a ela.

Os leitores inscritos receberão uma senha que irá funcionar do dia 13 de setembro até o dia 19 do mesmo mês.

As inscrições irão até o domingo (11/09). Para participar vocês podem fazê-lo por aqui ou diretamente aqui.

Chegou na Caixa-Postal: construtores de pirâmides

Semana passada realizei para o canal do Arqueologia Egípcia no YouTube o unboxing de um pacote da Edições Del Prado. Nele vieram algumas revistas e a cena “Construtores de pirâmides”. Como comento no vídeo essas pequenas imagens não são brinquedos, são produtos para colecionadores.

A cena foi enviada para a minha Caixa Postal porque ela fará parte de um vídeo super especial do canal, mas resolvi fazer um unboxing também para vocês terem uma ideia de como o produto é enviado para a casa dos compradores 😀 Segue o vídeo abaixo:

O pacote chegou enquanto eu estava em Barreiras (BA), mas por sorte a outra adm do AE não foi dar uma olhada na minha Caixa, porque, como o pacote era grande, eu mesma teria que ir lá pegar ou alguém com uma autorização minha por escrito.

Enfim, o vídeo foi gravado no mesmo dia em que o peguei e confesso que foi um breve teste de paciência passar o cordão pelas mãozinhas dos bonecos. Porém, se eu, que não tenho uma alma budista, consegui colocar, vocês conseguem brincando. Foi neste momento em que confirmei empiricamente que tem que ter cautela ao manejar o produto. Com o meu pouco cuidado acabei descascando a tinta de alguns deles. Tentarei disfarçar durante o vídeo especial. Que isso fique como lição.

Tirando esse incidente, fiquei feliz em ver o carinho com o qual a Del Prado se preocupou com os detalhes: o trenó realmente parece ser feito de madeira, o bloco parece uma pedra calcária e os rostinhos dos bonecos receberam a atenção necessária (eles parecem cansados e possuem detalhes como boca e nariz).

Tive problemas ao tentar encaixar alguns deles na base. Como é possível ver nas fotos eu não os prendi direitinho na “madeira” e nem me esforcei muito com medo de criar mais estragos na pintura.

Ao todo vieram nove peças para montar e nove revistas também, ou seja, se vendidos separadamente eles são parecidos com aqueles fascículos que são comercializados em bancas. Isso justifica o preço salgado da peça inteira, mas se comprados separadamente são iguais aos tais fascículos.

As revistas são fininhas, mas as fotos são uau! A editora realmente teve muito cuidado com o lado visual delas. São fotografias lindas, de encher os olhos.

Fiquei bastante feliz com a cortesia da Edições Del Prado (www.delprado.com.br). Certamente a cena me auxiliará visualmente não somente neste vídeo especial, mas em muitos outros.

Quem desejar comprar essa ou outras cenas pode fazê-lo diretamente através do Arqueologia Egípcia. Clique aqui para poder acessar a galeria de produtos.

Quer ver o que mais já chegou na minha Caixa Postal? Então clique aqui.

A nova proposta para o canal do Arqueologia Egípcia

Iniciarei este texto falando que organizar um canal no Youtube não é fácil; dá muito trabalho e para piorar é uma atividade extremamente mal remunerada e que conta com o ódio de muita gente (vai lá entender).

Entretanto, é algo que gosto muito de fazer. Não sei explicar o motivo, mas me sinto extremamente feliz quando pessoas de diferentes lugares aparecem no canal comentando que aprenderam algo novo, tirando dúvidas ou simplesmente agradecendo pelo vídeo gravado.

Fico também muito encantada quando vejo as pessoas divulgando para os amigos e pedindo para que eles assistam. É como se fosse uma corrente de respeito e cumplicidade. É muito bonito.

Por isso, em agradecimento aos números cada vez mais crescente de inscritos, irei organizar vídeos com conteúdos especiais, onde será dada mais atenção aos detalhes. A ideia é que a cada 1000 inscrições gravarei um vídeo mais amplo sobre um tema especifico. Já montei até uma lista:

1.000 inscritos: Nada foi feito

2.000 inscritos: Arquitetura egípcia

3.000 inscritos: *Aberto para sugestões*

4.000 inscritos: Joias dos tempos dos faraós

5.000 inscritos: Vestimentas durante a Egito Antigo

Esta lista está aberta para sugestões e farei o possível para passar o assunto com todo carinho. O de 2.000 já está relativamente próximo, então já estou começando a separar alguns materiais para falar sobre a arquitetura. Adiando que abordarei tanto a arquitetura monumental, como funerária e domestica.

A Pirâmide Escalonada de Djozer. Imagem disponível em < http://fineartamerica.com/featured/step-pyramid-2-joe-k-ng.html >. Acesso em 26 de junho de 2013.

Se quiser se inscrever clique aqui ou no botão abaixo:

Quando o Brasil viu a Segunda Grande Guerra

Na terça passada fui conferir a exposição “Sergipe viu a guerra” para pegar algumas imagens para o nosso mini-doc. Ela foi montada no Palácio Museu Olímpio Campos, que no passado foi o lar dos governadores do Estado.

Palácio Museu Olímpio Campos.

Dessa vez fui acompanhada do estudante de Arqueologia, Nicolas Santos, que também é meu amigo. O seu rosto já é conhecido por alguns de vocês por conta do vídeo “Visitando o Museu Egípcio Itinerante”.

Como esse rapaz cresceu 😀 Em breve será arqueólogo.

Em um post anterior comentei sobre a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e o papel do Estado de Sergipe nisso e durante essa visita ao Palácio conheci um fato interessante: foi nele onde o governador da época anunciou para a população a entrada do país na guerra ao lado dos Aliados para vingar as mortes causadas pelos torpedeamentos e das quais nenhum sergipano saiu vivo. Este pronunciamento foi feito exatamente nesta sacada:

Ainda tenho que agendar mais gravações, inclusive entrevistas. Alguns colegas estão sendo muito legais tentando ajudar. Fico feliz pelo apoio. Estou realmente me dedicando nesse presente para vocês. É como se eu estivesse criando isso para os meus filhos e olha que nem tenho filhos!

Esse mini-doc não vai ser depositado no canal do Arqueologia Egípcia, mas em outro chamado… (sintam um ar de mistério aqui) … “Descobrindo o Passado”. Caso queiram se inscrever é só clicar aqui. Por conta de incompatibilidade de agenda eu não sei quando esse material estará no ar, mas avisarei aqui no blog ou na página dele no Facebook. Clique aqui para seguir. ❤

Sobre a exposição “Sergipe viu a guerra”:

Datas: Ela estará disponível para a visitação até o dia 13 de maio.

Valor: A entrada no museu é gratuita.

Dia e hora: Aberto a partir da terça-feira (confira na página deles os dias exatos).

Fotografias: Fotos e vídeos são permitidos neste espaço (não no restante do edifício).

Mais informações: https://www.facebook.com/palaciomuseu.olimpiocampos/

Sim! Tem um projetinho novo relacionado com a Arqueologia vindo por aí

As últimas semanas foram bem complicadas: minha casa está em reforma, precisei elaborar um capítulo de um livro, realizei a mudança da minha operadora de TV… Acho que nunca fiz tantos telefonemas como nos últimos dias.

O pessoal que me acompanha através do Snapchat (👻aegipcia) assistiu parte destes acontecimentos e estão sabendo algumas coisinhas relacionadas com um novo projeto meu… Para quem está por fora: nos dias que se passaram comecei a realizar algumas gravações em sítios arqueológicos relacionados com a Segunda Guerra Mundial porque estou organizando um minidocumentário (vamos chamar aqui de minidoc). Não é um projeto ambicioso, é algo que estou fazendo para me divertir e também para dar para os leitores como um presente de aniversário dos oito anos de existência do site Arqueologia Egípcia. Dá para acreditar nisso? NOVE ANOS!

No primeiro dia de gravações recebi o auxílio do meu colega da Arqueologia, o Almir Brito Jr, que é o sujeito que está aí abaixo ao meu lado:

Sofremos com o Sol só para gravar e fotografar umas imagens legais para vocês.

O Almir também é fotografo (se liguem na página dele aqui) e eu o convidei para registrar algumas imagens do Farol de Aracaju e dos dois “Cemitérios dos Náufragos”.

Uma história tão pouco contada sobre a entrada do Brasil na 2ª Guerra é o porquê da sua entrada: foi devido ao torpedeamento de cinco navios mercantes na costa brasileira. Três deles foi em Sergipe.

O ataque foi realizado pelo submarino alemão U-507 e na época acreditou-se que o comandante responsável pela agressão foi guiado pelo Farol de Aracaju, que por conta disso passou dois meses desligado. Esse farol, por acaso, fica uns 10 a 15 minutos de carro da minha casa. Olha ele aí abaixo:

Infelizmente não pude filmar dentro dele porque (1) não tinha nada esclarecendo se é permitido ou não entrar nele, (2) tinha vários marimbondos fazendo a festa justamente em uma das entradas (3) e reza a lenda que perderam as chaves que dão acesso ao seu interior. Uma pena.

Depois partimos para os cemitérios.

O ataque vitimou mais de 500 pessoas — a maioria civis — e parte dos corpos pararam nas praias próximas de Aracaju. Alguns foram sepultados em um dos cemitérios da capital (ainda não fui lá), outros poucos identificados foram entregues para seus familiares e os demais foram sepultados em covas coletivas na própria praia. De acordo com a historiografia esse local é onde está atualmente o “Cemitério dos Náufragos” que fica bem ao lado da Avenida José Sarney (no vídeo vocês irão ver).

A real é que não encontrei nenhum artigo que aponte se restos humanos foram encontrados durante a construção da rodovia (todos negam) e inclusive vou procurar me informar se ocorreu ao menos o Licenciamento Ambiental.

E nossa última parada foi no segundo “Cemitério dos Náufragos”, que é somente um marco simbólico, não existe ninguém sepultado lá.

Está sendo um ótimo desafio organizar esse material. Espero que o resultado fique legal. Se vocês quiserem acompanhar um pouco dos bastidores dessas gravações estou postando no meu Snapchat, Instagram e principalmente na página deste blog aqui, o #AEgípcia.

E se tiver alguma dúvida sobre esse tema deixe nos comentários. Quem sabe rola encaixá-la no minidoc. 🙂