Revista sobre pesquisas arqueológicas no Egito na década de 80

Quando chega aqui algo enviado por vocês eu sempre sinto muita ansiedade porque eu sei que cada correspondência está recheada de sentimentos, seja de respeito ou gratidão. Foi assim quando recebi o pacote do leitor Elvis Monteiro, que logo desconfiei que se tratava de uma revista e ao abrir e sentir o cheirinho de papel antigo notei que poderia ser algo muito especial. Eu nem esperei o dia de gravações, o abri assim que cheguei em casa.

E realmente é uma revista muito legal, afinal, ela é uma “O Correio da UNESCO” e foi publicada em 1980, ou seja, nem tinha se passado uma década da transposição dos templos de Assuã, tais como Abu Simbel, Philae, dentre outros. Exatamente por isso resolvi gravar um vídeo para vocês:

Espero usá-la em muitos posts para o Arqueologia Egípcia, principalmente porque possui algumas fotografias históricas, além de ter sido escrita por pesquisadores especialistas na história egípcia e sudanesa. Abaixo algumas fotografias:

Na época também foram estudadas estes lindos murais bizantinos encontrados na Catedral de Faras, na Núbia:

A fotografia abaixo mostra a transposição de colossos de tebas para Cartum:

Quando pensamos nestas transposições não é difícil lembrar especificamente do complexo de templos de Abu Simbel, que foi construído na divisa entre as terras do Egito e o antigo território núbio (hoje Sudão), por Ramsés II. Tratam-se de estruturas gigantes cavadas nas rochas na margem ocidental do Nilo: uma menor dedicada à rainha Nefertari e uma maior, para o próprio Ramsés II.

É dentro do Templo de Ramsés II que ocorre duas vezes no ano um famoso evento solar onde o Sol ilumina um trio de estátuas onde a do próprio rei está inclusa. É um acontecimento muito interessante que já cheguei a citar em um vídeo do Arqueologia Egípcia.

— Assista também: Alinhamento Solar no Templo de Abu Simbel.

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Vamos conhecer mais sobre a esposa de Tutankhamon?

Tutankhamon já uma figura bem versada entre os amantes da civilização egípcia, mas incrivelmente a sua esposa, a rainha Ankhesenamon, não é tão conhecida assim. Neta do faraó Amenhotep III com a rainha Tiye, Ankhesenamon foi filha de Akhenaton com Nefertiti.

Nos últimos 10 anos algumas notáveis pesquisas acerca desta rainha foram realizadas, infelizmente algumas nem sequer foram apresentadas para o público de fora do meio acadêmico.
No próximo dia 13 de setembro (2016) estará disponível online a palestra “A rainha Ankhesenamon: Neta, filha e esposa de faraós”. Nela comentarei sobre os estudos da posição das mulheres no Egito (do ponto de vista da Arqueologia), a vida de Ankhesenamon e algumas pesquisas relacionadas a ela.

Os leitores inscritos receberão uma senha que irá funcionar do dia 13 de setembro até o dia 19 do mesmo mês.

As inscrições irão até o domingo (11/09). Para participar vocês podem fazê-lo por aqui ou diretamente aqui.

Chegou na Caixa-Postal: construtores de pirâmides

Semana passada realizei para o canal do Arqueologia Egípcia no YouTube o unboxing de um pacote da Edições Del Prado. Nele vieram algumas revistas e a cena “Construtores de pirâmides”. Como comento no vídeo essas pequenas imagens não são brinquedos, são produtos para colecionadores.

A cena foi enviada para a minha Caixa Postal porque ela fará parte de um vídeo super especial do canal, mas resolvi fazer um unboxing também para vocês terem uma ideia de como o produto é enviado para a casa dos compradores 😀 Segue o vídeo abaixo:

O pacote chegou enquanto eu estava em Barreiras (BA), mas por sorte a outra adm do AE não foi dar uma olhada na minha Caixa, porque, como o pacote era grande, eu mesma teria que ir lá pegar ou alguém com uma autorização minha por escrito.

Enfim, o vídeo foi gravado no mesmo dia em que o peguei e confesso que foi um breve teste de paciência passar o cordão pelas mãozinhas dos bonecos. Porém, se eu, que não tenho uma alma budista, consegui colocar, vocês conseguem brincando. Foi neste momento em que confirmei empiricamente que tem que ter cautela ao manejar o produto. Com o meu pouco cuidado acabei descascando a tinta de alguns deles. Tentarei disfarçar durante o vídeo especial. Que isso fique como lição.

Tirando esse incidente, fiquei feliz em ver o carinho com o qual a Del Prado se preocupou com os detalhes: o trenó realmente parece ser feito de madeira, o bloco parece uma pedra calcária e os rostinhos dos bonecos receberam a atenção necessária (eles parecem cansados e possuem detalhes como boca e nariz).

Tive problemas ao tentar encaixar alguns deles na base. Como é possível ver nas fotos eu não os prendi direitinho na “madeira” e nem me esforcei muito com medo de criar mais estragos na pintura.

Ao todo vieram nove peças para montar e nove revistas também, ou seja, se vendidos separadamente eles são parecidos com aqueles fascículos que são comercializados em bancas. Isso justifica o preço salgado da peça inteira, mas se comprados separadamente são iguais aos tais fascículos.

As revistas são fininhas, mas as fotos são uau! A editora realmente teve muito cuidado com o lado visual delas. São fotografias lindas, de encher os olhos.

Fiquei bastante feliz com a cortesia da Edições Del Prado (www.delprado.com.br). Certamente a cena me auxiliará visualmente não somente neste vídeo especial, mas em muitos outros.

Quem desejar comprar essa ou outras cenas pode fazê-lo diretamente através do Arqueologia Egípcia. Clique aqui para poder acessar a galeria de produtos.

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A nova proposta para o canal do Arqueologia Egípcia

Iniciarei este texto falando que organizar um canal no Youtube não é fácil; dá muito trabalho e para piorar é uma atividade extremamente mal remunerada e que conta com o ódio de muita gente (vai lá entender).

Entretanto, é algo que gosto muito de fazer. Não sei explicar o motivo, mas me sinto extremamente feliz quando pessoas de diferentes lugares aparecem no canal comentando que aprenderam algo novo, tirando dúvidas ou simplesmente agradecendo pelo vídeo gravado.

Fico também muito encantada quando vejo as pessoas divulgando para os amigos e pedindo para que eles assistam. É como se fosse uma corrente de respeito e cumplicidade. É muito bonito.

Por isso, em agradecimento aos números cada vez mais crescente de inscritos, irei organizar vídeos com conteúdos especiais, onde será dada mais atenção aos detalhes. A ideia é que a cada 1000 inscrições gravarei um vídeo mais amplo sobre um tema especifico. Já montei até uma lista:

1.000 inscritos: Nada foi feito

2.000 inscritos: Arquitetura egípcia

3.000 inscritos: *Aberto para sugestões*

4.000 inscritos: Joias dos tempos dos faraós

5.000 inscritos: Vestimentas durante a Egito Antigo

Esta lista está aberta para sugestões e farei o possível para passar o assunto com todo carinho. O de 2.000 já está relativamente próximo, então já estou começando a separar alguns materiais para falar sobre a arquitetura. Adiando que abordarei tanto a arquitetura monumental, como funerária e domestica.

A Pirâmide Escalonada de Djozer. Imagem disponível em < http://fineartamerica.com/featured/step-pyramid-2-joe-k-ng.html >. Acesso em 26 de junho de 2013.

Se quiser se inscrever clique aqui ou no botão abaixo:

Quando o Brasil viu a Segunda Grande Guerra

Na terça passada fui conferir a exposição “Sergipe viu a guerra” para pegar algumas imagens para o nosso mini-doc. Ela foi montada no Palácio Museu Olímpio Campos, que no passado foi o lar dos governadores do Estado.

Palácio Museu Olímpio Campos.

Dessa vez fui acompanhada do estudante de Arqueologia, Nicolas Santos, que também é meu amigo. O seu rosto já é conhecido por alguns de vocês por conta do vídeo “Visitando o Museu Egípcio Itinerante”.

Como esse rapaz cresceu 😀 Em breve será arqueólogo.

Em um post anterior comentei sobre a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e o papel do Estado de Sergipe nisso e durante essa visita ao Palácio conheci um fato interessante: foi nele onde o governador da época anunciou para a população a entrada do país na guerra ao lado dos Aliados para vingar as mortes causadas pelos torpedeamentos e das quais nenhum sergipano saiu vivo. Este pronunciamento foi feito exatamente nesta sacada:

Ainda tenho que agendar mais gravações, inclusive entrevistas. Alguns colegas estão sendo muito legais tentando ajudar. Fico feliz pelo apoio. Estou realmente me dedicando nesse presente para vocês. É como se eu estivesse criando isso para os meus filhos e olha que nem tenho filhos!

Esse mini-doc não vai ser depositado no canal do Arqueologia Egípcia, mas em outro chamado… (sintam um ar de mistério aqui) … “Descobrindo o Passado”. Caso queiram se inscrever é só clicar aqui. Por conta de incompatibilidade de agenda eu não sei quando esse material estará no ar, mas avisarei aqui no blog ou na página dele no Facebook. Clique aqui para seguir. ❤

Sobre a exposição “Sergipe viu a guerra”:

Datas: Ela estará disponível para a visitação até o dia 13 de maio.

Valor: A entrada no museu é gratuita.

Dia e hora: Aberto a partir da terça-feira (confira na página deles os dias exatos).

Fotografias: Fotos e vídeos são permitidos neste espaço (não no restante do edifício).

Mais informações: https://www.facebook.com/palaciomuseu.olimpiocampos/

Sim! Tem um projetinho novo relacionado com a Arqueologia vindo por aí

As últimas semanas foram bem complicadas: minha casa está em reforma, precisei elaborar um capítulo de um livro, realizei a mudança da minha operadora de TV… Acho que nunca fiz tantos telefonemas como nos últimos dias.

O pessoal que me acompanha através do Snapchat (👻aegipcia) assistiu parte destes acontecimentos e estão sabendo algumas coisinhas relacionadas com um novo projeto meu… Para quem está por fora: nos dias que se passaram comecei a realizar algumas gravações em sítios arqueológicos relacionados com a Segunda Guerra Mundial porque estou organizando um minidocumentário (vamos chamar aqui de minidoc). Não é um projeto ambicioso, é algo que estou fazendo para me divertir e também para dar para os leitores como um presente de aniversário dos oito anos de existência do site Arqueologia Egípcia. Dá para acreditar nisso? NOVE ANOS!

No primeiro dia de gravações recebi o auxílio do meu colega da Arqueologia, o Almir Brito Jr, que é o sujeito que está aí abaixo ao meu lado:

Sofremos com o Sol só para gravar e fotografar umas imagens legais para vocês.

O Almir também é fotografo (se liguem na página dele aqui) e eu o convidei para registrar algumas imagens do Farol de Aracaju e dos dois “Cemitérios dos Náufragos”.

Uma história tão pouco contada sobre a entrada do Brasil na 2ª Guerra é o porquê da sua entrada: foi devido ao torpedeamento de cinco navios mercantes na costa brasileira. Três deles foi em Sergipe.

O ataque foi realizado pelo submarino alemão U-507 e na época acreditou-se que o comandante responsável pela agressão foi guiado pelo Farol de Aracaju, que por conta disso passou dois meses desligado. Esse farol, por acaso, fica uns 10 a 15 minutos de carro da minha casa. Olha ele aí abaixo:

Infelizmente não pude filmar dentro dele porque (1) não tinha nada esclarecendo se é permitido ou não entrar nele, (2) tinha vários marimbondos fazendo a festa justamente em uma das entradas (3) e reza a lenda que perderam as chaves que dão acesso ao seu interior. Uma pena.

Depois partimos para os cemitérios.

O ataque vitimou mais de 500 pessoas — a maioria civis — e parte dos corpos pararam nas praias próximas de Aracaju. Alguns foram sepultados em um dos cemitérios da capital (ainda não fui lá), outros poucos identificados foram entregues para seus familiares e os demais foram sepultados em covas coletivas na própria praia. De acordo com a historiografia esse local é onde está atualmente o “Cemitério dos Náufragos” que fica bem ao lado da Avenida José Sarney (no vídeo vocês irão ver).

A real é que não encontrei nenhum artigo que aponte se restos humanos foram encontrados durante a construção da rodovia (todos negam) e inclusive vou procurar me informar se ocorreu ao menos o Licenciamento Ambiental.

E nossa última parada foi no segundo “Cemitério dos Náufragos”, que é somente um marco simbólico, não existe ninguém sepultado lá.

Está sendo um ótimo desafio organizar esse material. Espero que o resultado fique legal. Se vocês quiserem acompanhar um pouco dos bastidores dessas gravações estou postando no meu Snapchat, Instagram e principalmente na página deste blog aqui, o #AEgípcia.

E se tiver alguma dúvida sobre esse tema deixe nos comentários. Quem sabe rola encaixá-la no minidoc. 🙂

Agora também estou com o Grupo de Estudos Kemet (GEKemet)

Agora também estou com o pessoal do GEKemet. Para quem ainda não sabe do que estou falando: trata-se de um grupo de estudos voltado para o debate histórico e arqueológico do Egito Antigo e que eu tenho o orgulho de dizer que está se desenvolvendo bem.

Fico feliz em dizer que quando recebi o convite para ser uma das pesquisadoras colaboradoras do grupo aceitei prontamente. Em parte porque em conversas anteriores com alguns dos membros notei um grande interesse pelo o desenvolvimento do estudo da Antiguidade egípcia não somente como uma disciplina, mas em termos educacionais; eles usualmente fazem chamadas públicas para agregar ao grupo membros da comunidade (que devem, claro, se disporem a realizar as leituras recomendadas para poder acompanhar as reuniões). Inclusive a deste ano já está aberta: http://www.ceia.uff.br/gekemet/2016/03/15/chamada-de-novos-membros-2016/

 A lista também é composta por alguns queridíssimos colegas como o Ian, Júlio Gralha, Margaret Bakos e o Ronaldo Gurgel. Para conferir a lista completa acesse o seguinte link: http://www.ceia.uff.br/gekemet/colaboradores/

E este é o Facebook do grupo: https://www.facebook.com/gekemet/

Como seremos estudados pelos arqueólogos do futuro? Estamos fadados ao esquecimento?

Recentemente li uma interessante reportagem da BBC intitulada “Como seremos estudados pelos arqueólogos do futuro?”, onde é apresentada a sugestão do uso de uma tecnologia que torna possível preservar dados de DNA em “fósseis sintéticos”, o que possibilitará a leitura de códigos genéticos, porém o problema seria escolher o que registrar de acordo com a sua importância, afinal, o que definiria o que é “importante”? O Status social do espécime em vida? Sua raridade? Antiguidade?

Ler esta matéria me rememorou uma questão que apareceu em alguma aula, creio que a de teoria arqueológica, sobre o que será estudado pelos arqueólogos no futuro, uma vez que em um mundo quase totalmente dominado por redes sociais e armazenamentos em “nuvem” muitas pessoas se perguntam se não estamos deixando o planeta tão vazio que os arqueólogos do futuro não terão nada para analisar.

Já outros sugerem que como tudo está na “nuvem” nem será necessário tecer interpretações sobre a vida de determinadas sociedades.

Em ambas essas situações as sugestões são simplistas: no caso da primeira não é certo sugerir que estamos tão sedentários e vidrados na internet que não estamos produzindo nada “para o futuro”, até porque estamos gerando cultura material, seja móveis, eletrodomésticos, artesanatos, roupas, etc, e ainda produzimos lixos.

Etiquetamento e limpeza de remanescentes ósseos. Foto: Almir Brito Jr. 2014

Lixeiras, sejam “pré-históricas” ou históricas, independente da sociedade, ainda são um ótimo espaço para arrecadar dados acerca de sociedades passadas e presentes, porque ao contrário de edificações ou artefatos que foram feitos para algum fim específico (e este fim usualmente foi pensado para passar uma mensagem elaborada com antecedência), o lixo é um descarte e é nele onde estão as informações mais pessoais dos indivíduos. Tais informações, por vezes, são coisas que quem jogou fora não tinha a intenção de preservar ou mostrar para outros indivíduos do seu meio social.

Na referida reportagem que citei é comentado sobre se seria possível o nosso lixo sobreviver por milênios, mas a verdade é que mesmo entre sociedades cuja a cultura material é bem conservada (ao menos do ponto de vista arqueológico), tais como aquelas que viveram às margens do rio Nilo, o que chegou até nós é uma mínima fração do que realmente existiu. Ou quando pensamos na “pré-história” e vemos que o que encontramos em sua maioria são artefatos feitos em pedra (os chamados líticos), não é incomum pensar que só existia esse tipo de coisa, enquanto que a verdade é que poderiam ter existido artefatos feitos com matérias orgânicos, mas que não sobreviveram ao tempo. Por isso, pensar se o nosso lixo sobreviverá aos séculos é na verdade uma preocupação até que pífia.

As fotografias impressas tal como antigamente, são escarças. Foto: photographium.com

E para aqueles que acreditam que como a nossa atual sociedade se predispõe a dar dados sobre si mesma na internet e que exatamente por isso não é necessário que arqueólogos atuem no futuro, devemos ter em mente que nem tudo que está na internet é real. Uma boa parte do que é compartilhado na rede são sugestões de como queremos que o mundo nos note. Quando postamos fotos, vlogs, podcasts, etc, estamos mostrando somente o que queremos mostrar e usualmente é a parte mais bonita ou culta.

Mas algo que é legal de se pensar é que muitas destas coisas, se não sumirem da “nuvem” ou dos HDs, servirão como documentos históricos de diversas formas; seja sendo exibindo o posicionamento político de uma época, ações individuais a despeito das ordens religiosas, ou para mostrar a arquitetura ou organização urbanística de um determinado espaço; sabe aquele vlog do seu Youtuber favorito em um shopping, parque ou museu? Pois é!.

Então não existe motivo para ver o futuro de forma pessimista. Os seres humanos não ficarão menos interessantes ou menos “autores” da história mundial.

Referência:

Como seremos estudados pelos arqueólogos do futuro? Estamos fadados ao esquecimento?. Disponível em < http://www.bbc.com/portuguese/revista/vert_fut/2016/02/160219_vert_fut_arqueologia_futuro_fd >. Acesso em 18 de março de 2016.

Esse texto não é um “post resposta” à reportagem da BBC, mas uma forma de mostrar que o futuro não é tão sombrio como alguns acreditam.

Venham aprender mais sobre a deusa Ísis comigo

Falar sobre a deusa Ísis, uma das maiores divindades do panteão egípcio, era o meu desejo faz alguns meses. Não lembro como o interesse surgiu, mas definitivamente temos ainda muito o que descobrir sobre esta deusa cuja importância passou das fronteiras do Egito.

Por isto que este sábado que vem darei uma aula (dividida em quatro partes) sobre ela, onde aproveitarei e comentarei algumas curiosidade e indicarei textos acadêmicos. Estes são os tópicos (que serão abordados em dias diferentes):

1 – Definição de divindade do Egito antigo;
2 – O mito de Ísis, Osíris e Hórus;
3 – A deusa na iconografia;
4 – Ísis pelo mundo.

Néftis e Ísis respectivamente.

Os inscritos terão acesso através de uma senha que funcionará do dia 29/01 até o dia 12/02. Para dar tempo de todos assistirem.

Hoje é o último dia de inscrição (Ahhh!!). Para participar vocês podem fazê-lo por aqui ou diretamente aqui.