Ganhei réplicas de papiros egípcios!

Olha só mais um unboxing na área! Hoje mostro para vocês um pacote enviado pela loja Hórus, que é dedicada a venda de artigos egípcios inspirados em artefatos da época dos faraós.

Ganhei réplicas de papiros egípcios!

A história dessa correspondência é engraçadinha: eles enviaram estas coisas para mim porque eu nunca fui para o Egito, então essas peças foram separadas para que eu pudesse ter um pouco do gosto da terra dos faraós. Abaixo está o unboxing que realizei em vídeo:

Obrigada a loja Hórus pelas lembrancinhas e o carinho. Fiquei muito feliz com os presentes <3.

Ganhei réplicas de papiros egípcios!

Ganhei réplicas de papiros egípcios!

Ganhei réplicas de papiros egípcios!

Caso queiram saber mais sobre a Hórus abaixo estão as informações:

Facebook: www.facebook.com/horussemijoias

Av. Presidente Itamar Franco, 1976
Juiz de Fora – MG
(32) 3025- 2709

Quer saber o que mais chegou na minha Caixa-Postal? Então clique aqui.

Conheça a meta do canal “Arqueologia Egípcia” para os 3.000 inscritos

E aqui estou novamente falando sobre as metas do canal do “Arqueologia Egípcia” no YouTube 😊 Em maio deste ano (2016) liberei aqui no blog uma lista com os temas para os vídeos especiais que serão gravados e publicados  a cada 1.000 inscrições realizadas no canal. Como as ideias para as metas ainda não tinham surgido na época dos primeiros 1.000 nada foi gravado. Porém, com os 2.000, foi liberado um vídeo sobre Arquitetura Egípcia, que, a propósito, está muito legal! Assistam lá!

The Great Pyramid: Last of the Seven Wonders

O dos 3.000 inscritos estava aberto para sugestões, mas agora já está definido: falarei sobre amuletos egípcios. Sim! O famoso “Olho de Hórus”, a Ankh, o escaravelho e outros que não são tão conhecidos assim do público comum. Como já estamos chegando nesse número (atualmente o canal soma 2.790 inscritos) estou realizando as pesquisas e preparando o roteiro. Nem preciso dizer que estou muito empolgada!

Egyptian Amulets

Ankh

A exemplo do vídeo sobre arquitetura é claro que estarei trazendo umas coisinhas bem legais para mostrar para vocês 💜. Então aguardem!

Se quiser se inscrever lá no canal é só clicar aqui ou no botão abaixo:


Chegou na Caixa-Postal: livros de ficção sobre o Egito Antigo

Realizei mais um unboxing no canal do Arqueologia Egípcia. Desta vez foram dois livros escritos por uma leitora, a Tânia Carvalho. Não é a primeira vez que recebo livros escritos por um leitor (e espero que não seja a última 😀 ). Isso me enche de orgulho.

Por hora não planejo realizar uma resenha, mas já marquei um deles no Skoob. Abaixo o unboxing:

Já estou curiosa para ler a trama em que a protagonista, a Maatkare, irá se envolver. O primeiro livro chama-se “Um mergulho para o Alto” e o segundo “Um mergulho no tempo”. Ainda existe um terceiro, publicado em formato e-book.

A diagramação está linda e entre os espaçamentos de cena (acho que é assim que se chama) tem o hieróglifo para água (não sei se foi proposital), dando um toque especial.

Quem tiver interesse em conhecer mais sobre as obras é só acessar o site da trilogia: www.mergulhonotempo.com.br

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Entrevistei a escritora Babi Dewet!

Quem me segue há alguns anos sabe que tenho desenvolvido um grande apresso por autores nacionais, se não um vício: de 2014 até hoje acredito que a maioria dos livros que comprei são de escritores brasileiros. Eu acho, sinceramente, que quem não está lendo uma obra nacional por puro preconceito está perdendo um ótimo momento de lazer.

Foi nessas andanças minhas pela a internet que conheci o blog da Babi Dewet, que chamou imediatamente a minha atenção porque ela tinha publicado um livro de forma independente. E depois de ter acompanhado muito o trabalho dela (e da Carina Rissi, que começou como independente também) foi que juntei coragem para publicar o meu primeiro livro, então sou muito grata a ambas.

Ano passado falei para vocês que a Babi foi o meu amuleto da sorte, porque foi graças a uma tarde de autógrafos dela que acabei sendo chamada para expor o meu livro na Flise (como isso aconteceu? Eu falei aqui). Então, é com grande alegria que conto para vocês que este ano eu a entrevistei! Foi no mês passado, durante a turnê de lançamento do livo livro dela, o Sonata em Punk Rock (2016). Vocês sabem que eu já entrevistei um bocadinho de gente, desde arqueólogo famoso à banda de metal. Mas, como sou uma grande admiradora do trabalho da Babi (tenho todos os livros lançados por ela… E autografados!), me senti até levemente intimidada, mas foi tudo ok.

Infelizmente o áudio ficou um pouco comprometido por conta do som ambiente, porém, disponibilizei legendas para vocês. Abaixo a entrevista:

O Sonata em Punk Rock:

Lançado este ano (2016) pela Gutemberg, o “Sonata em Punk Rock” é o mais recente lançamento da Babi. Essa sonseriana, fã de k-Pop e fanfics convenhamos não é nenhuma estreante. Em seu currículo como autora ela tem quatro publicações (cinco se contarmos com a sua capa independente, mas que depois foi revisada por uma editora) e um livro escrito a quatro mãos, o super bem sucedido “Um Ano Inesquecível” (Gutemberg).

“Sonata em Punk Rock” conta a história da Tim, uma amante do Rock and Roll que é admitida em uma famosa escola de música, mas não demora muito para perceber que o seu estilo punk rock não é o favorito do lugar, que presa por uma educação elitista, adotando principalmente a música clássica como grade.

Paralelamente temos o personagem Kim, um coreano naturalizado brasileiro que é um grande pianista e, consequentemente, extremamente admirado na academia. Entretanto, ao contrário do garoto perfeito imaginado por seus admiradores, Kim tem sérios problemas para se socializar, além de um quadro psicológico pouco estável.

Demorei exatamente três dias para ler o Sonata e finalizei a última página com um baita orgulho no coração e falando para quem estivesse disposto a ouvir que a Babi mandou bem. Não entrarei no mérito da narrativa ou da criação dos personagens, somente que a autora fechou um ótimo livro para a gente e que certamente irei ler novamente. Foi legal ver referências musicais que eu já conhecia e curiosidades, tal como  foi o caso da música “O Guarani”.

Este é o primeiro livro da série “Cidade da Música”, cujas continuações teremos histórias à parte das de Tim e Kim. A autora não liberou detalhes sobre os próximos enredos, mas estou torcendo para rever ao menos o Kim passando emburrado pelos corredores. 😀

Aproveitem para conferir o livro no Skoob.

Obrigada a Livraria Escariz e a própria autora (e a sua representante) por tornar possível a realização dessa entrevista 💜. E ao Amantes por Livros e Filmes também! Minha cameragirl não chegou a tempo, então a Emanuela me ajudou 😀

Já fui citada em um jornal espanhol

Acho que já está mais do que claro que possuo o incrível talento de escrever aqui sobre minhas aparições na imprensa com muito atraso (afinal, que raios de blogueira eu sou?). Estou tentando melhorar isso, sério! Este mês irei atualizar essa área do blog o mais rápido possível, mas vocês precisam me ajudar também: quando encontrar algum lugar em que fui citada é só avisar. Foi o que o David Ferrando fez.

A internet é uma ferramenta incrível por vários motivos e um deles é a fácil possibilidade de interação entre pessoas e informações. Pois bem, em certa manhã de 2014 esse moço, o David, enviou uma mensagem para mim com uma foto meio distorcida de um papel de jornal, mas que dava para ver o meu endereço do Twitter (@Mjamille). Fiquei meio confusa afinal… Assim… Por que diabos um tweet meu estaria em um jornal?

O David então mandou um print e lá estava o tal do tweet. Era uma mensagem que eu tinha escrito em português, de forma totalmente de boas, e eles acharam bacana o suficiente para por no topo de uma das suas folhas. O jornal em questão é o La Vanguardia, que é vendido na Espanha.

Escrever um livro pode ser um trabalho solitário, mas, definitivamente, a publicação é um trabalho conjunto… e trabalhoso.

Embora tenha sido só um tweet fiquei bastante feliz. Quem imaginaria… Eu jamais fui citada em coisa alguma, nem em jornalzinho de escola.

A “Maldição da Múmia” e o Halloween

Que o Halloween é uma festa peculiar isso ninguém tem dúvidas. Possuindo raízes entre os celtas, atravessando a Idade Média na Europa, cruzando o Oceano Atlântico e chegando ao Novo Mundo na bagagem dos Puritanos, essa festividade tinha como objetivo comemorar uma passagem de estação, mas, ao ser incorporada pela Igreja Católica, passou a celebrar o “Dia de Todos os Santos”, antecedendo o “Dia de Finados” (2 de Novembro).

É difícil datar todas as brincadeiras comuns desse dia, mas certamente o costume de vestir fantasias assustadoras tornou-se mais popular no século XX, quando o folguedo ganhou um caráter cada vez mais comercial. Foi nessa época também que as múmias foram incorporadas como fantasias. Essa inclusão tem paralelo com o uso do tema “maldição da múmia” por Hollywood, como já comentei no post “Múmias, múmias e mais múmias no cinema”.

Só publiquei esta foto porque achei legal.

E foi com esse assunto em mente que gravei o vídeo “A Maldição da Múmia” para o especial de Halloween deste ano. Espero muito que vocês gostem 😀 Aproveitem para compartilhá-lo com os seus amigos 👻

Tem um determinado momento em que mostro uma foto muito especial. Por culpa dela demorei alguns dias para gravar (eu realmente gostaria de tê-la presente). Bom, só digo que valeu a pena ter passado três dias procurando a fia.

Múmias, múmias e mais múmias no cinema

Existe uma coisa que o Halloween e a Arqueologia Egípcia têm muito em comum: as múmias. Foi graças a esta festividade, que ocorre no dia 31 de outubro em especial nos EUA e na Inglaterra, que os corpos mumificados ao estilo faraônico foram integrados à cultura popular, ao lado de uma das ferramentas de comunicação mais efetivas que temos desde o século XIX: os filmes.

Eu sou Ankhsenamon, mas eu sou também outra pessoa.

— Personagem Helen Grosvenor em The Mummy (1932)

Quando o cinema surgiu, isso lá na década de 1890, as pessoas já tinham sido apresentadas para a imagem — equivocada, todavia — da antiguidade egípcia graças a invasão napoleônica ao Egito em 1798, situação que propiciou a criação do Description de l’Égypte (Descrição do Egito), obra considerada como o pivô de uma febre chamada “Egiptomania”, que até hoje é muito forte.

Egiptomania é a reinterpretação e reuso de traços da cultura do Egito Antigo e graças a ela pessoas de fora do meio acadêmico puderam ter uma ideia, mesmo que básica, da antiguidade egípcia. Por isso o Egito e o seu exotismo antigo foram bem recebidos (ou tolerados) em algumas das primeiras obras cinematografias tais como The Haunted Curiosity Shop (A loja de curiosidades assombrada; 1901), Cleopatra (1917) e Egyptian Melodies: Silly Symphony (Melodias egípcias: Sinfonia Tolas; 1931). Paralelamente, temos a literatura, que bebeu muito da proposta de espíritos malignos advindos da antiguidade egípcia, capazes de deferir o mal a qualquer um que passasse por seu caminho.

Estas obras criaram no inconsciente coletivo a ideia de que o mal poderia ser desperto a qualquer momento nas areias do Egito. E a morte do Lorde Carnarvon, em 1923, poucos meses após a descoberta da tumba de Tutankhamon só fez criar uma histeria ao redor do tema, isso graças a uma mídia sensacionalista.

— Para saber mais assista: A Maldição de Tutankhamon.

Assim, a imagem de uma múmia vingativa levantando-se do túmulo virou um prato cheio para Hollywood e a Universal Studios soube aproveita isso muito bem.

Lemax Spooky Town Village Collection The Mummy’s Curse Table Piece #73614

A Universal já tinha lançado alguns filmes envolvendo monstros tais como The Phantom Of The Opera (O fantasma da ópera; 1925), Dracula (1931) e Frankenstein (1931). Então em 1932 foi a vez de The Mummy (A Múmia) com Boris Karlof e Zita Jonahn. Que, por acaso, é o meu filme favorito da temática. 😀

Capa de “The Mummy”.

O Legado de “A Múmia” (1932):

Após o sucesso de “The Mummy” muitos outros filmes que aproveitam a temática de “múmias que voltam à vida” foram lançados, seja no terror, aventura ou na comédia. Alguns exemplos: “The Mummy’s Hand” (1940), “The Mummy’s Tomb” (1942), “The Mummy’s Ghost” (1944), “The Mummy’s Curse” (1944), “The Mummy” (1959) “The Curse of the Mummy’s Tomb” (1964), “The Mummy’s Shroud” (1967), “Blood from the Mummy’s Tomb” (1971), “The Awakening” (1980), “O Segredo da Múmia” (1982), “The Tomb” (1986), “Bram Stoker’s Legend of the Mummy” (1998), “The Mummy” (1999), “The Mummy Returns” (2001), “Les aventures extraordinaires d’Adèle Blanc-Sec” (2010), “Frankenstein vs. The Mummy” (2015) e muitos outros.

“Blood from the Mummy’s Tomb”. Divulgação.

Ah! E ainda tem o novo “The Mummy” cuja estreia está prevista para 2017.

Gravei ano passado um vídeo falando um pouco sobre o uso do Egito Antigo em obras de terror. Então confiram abaixo. Fiz um resumão bem bacana, tenho orgulho deste vídeo até hoje:

Wishlist: cenário para o Arqueologia Egípcia

Desde que comecei a me dedicar mais ao Youtube eu sempre olho para todos os lugares como uma probabilidade de cenário. Inclusive, quando penso em um pesquisador para filmar sempre imagino “Ah! Seria interessante filmar a fulana em um cenário x”, “Acho que com o tema do fulano o local y seria o ideal”. E creio que esta é uma das partes divertidas.

Gosto bastante de coisas antigas (nem é possível perceber né? Até virei arqueóloga!), ao mesmo tempo que não sou nenhuma saudosista — amo o século XXI, obrigada! — e prefiro sinceramente comprar replicas que possam, por ventura, possuir composições modernas.

Bom, voltando ao tema deste post: ultimamente tenho pesquisado referencias para um futuro cenário para o canal do A.E. Uma coisa que sempre digo é que é muito, mas muito trabalhoso gravar vídeos para o Youtube, mas, ao mesmo tempo, é extremamente divertido ver o vídeo já pronto e receber mensagens das pessoas com dúvidas, sugestões de temas ou falando que o conteúdo ajudou em alguma atividade da escola. Isso, definitivamente, não tem preço. O apoio dessa galera é tão fantástico que me vejo motivada a melhorar mais e mais. Por isso me pego imaginando composições legais para o cenário e aparelhos novos.

Alguém pode até perguntar se eu não tenho medo que alguém “furte” minhas referências. Vamos levar pelo lado bom: ao menos eu postei primeiro 😀 Fora que como muitas destas coisas são caras é pouco provável que eu consiga reuni-las um dia, reconheço.

(1) Abajur de chão, só que feito com um tripé. Eu encontrei este da imagem vendendo, mas eu penso em um tripé com uma rosca lateral entendem? Vi uma referência no Pinterest e fiquei simplesmente apaixonada. Este da foto encontrei na Elo 7.

(2) Um teodolito antigo também ficaria lindo em um cenário. Eu sei usar? Não. Na verdade nem faço a menor ideia de como se mexe neste troço. Mas, qual garota não quer um modelo antigo de teodolito para chamar de seu? Infelizmente não encontrei nenhuma loja vendendo um bonitão assim 🙁

(3) Eu gosto muito de mapas-mundi, em especial os que imitam temas antigos. Então quando vi este globo terrestre de metal dourado da Esprecione foi amor à primeira vista. Este está disponível na Shopfácil.

(4) Um apoiador de livros com a deusa Bastet como enfeite é o meu sonho de consumo há anos! Estes da imagem são somente duas estátuas mantendo os livros unidos (por acaso vocês podem encontrá-las na loja Atelie Arma-Zen), mas já vi apoiadores de livros, com uma lateral de fato, com esta temática.

(5) Desde que assisti aos snapstories do Josh Bernstein as poltronas chesterfield entraram para a minha modesta lista de sonho de consumo. Elas são lindas. No Ebay dá para encontrar tanto essa, como outros moletos e cores fácil, fácil. O problema são os preços…

Já dá para começar a imaginar o meu cenário dos sonhos? 😀

Whindersson Nunes e a campanha #SalveASerraDaCapivara

Esta madrugada tive o prazer de assistir a um vídeo do youtuber Whindersson Nunes sobre uma viagem que fez ao Chile. E não é que fui surpreendida ao vê-lo falando sobre a importância de se preservar os sítios arqueológicos do Parque Nacional Serra da Capivara? E ele ainda pediu para a sua audiência levantar a hashtag #SalveASerraDaCapivara.

Whindersson tem mais de 12 milhões de inscritos — o que o torna o segundo maior canal do Youtube no Brasil —. No vídeo ele comenta a viagem que fez a dois países estrangeiros e sobre os sítios arqueológicos que visitou. É então quando começa a lamentar o descaso com que o Parque Nacional Serra da Capivara (Piauí) tem sido tratado e ainda enfatiza a importância da nossa cultura. Assista o vídeo abaixo:

Contextualizando: O Parque Nacional Serra da Capivara está com problemas econômicos graves. Graças a isso a arqueóloga Niéde Guidon comunicou para a UNESCO a sua saída de lá. E o pior é que mesmo com o parque sendo abandonado sumariamente pelo governo ele ainda foi homenageado durante o encerramento da Rio 2016.

#SalveASerraDaCapivara

Revista sobre pesquisas arqueológicas no Egito na década de 80

Quando chega aqui algo enviado por vocês eu sempre sinto muita ansiedade porque eu sei que cada correspondência está recheada de sentimentos, seja de respeito ou gratidão. Foi assim quando recebi o pacote do leitor Elvis Monteiro, que logo desconfiei que se tratava de uma revista e ao abrir e sentir o cheirinho de papel antigo notei que poderia ser algo muito especial. Eu nem esperei o dia de gravações, o abri assim que cheguei em casa.

E realmente é uma revista muito legal, afinal, ela é uma “O Correio da UNESCO” e foi publicada em 1980, ou seja, nem tinha se passado uma década da transposição dos templos de Assuã, tais como Abu Simbel, Philae, dentre outros. Exatamente por isso resolvi gravar um vídeo para vocês:

Espero usá-la em muitos posts para o Arqueologia Egípcia, principalmente porque possui algumas fotografias históricas, além de ter sido escrita por pesquisadores especialistas na história egípcia e sudanesa. Abaixo algumas fotografias:

Na época também foram estudadas estes lindos murais bizantinos encontrados na Catedral de Faras, na Núbia:

A fotografia abaixo mostra a transposição de colossos de tebas para Cartum:

Quando pensamos nestas transposições não é difícil lembrar especificamente do complexo de templos de Abu Simbel, que foi construído na divisa entre as terras do Egito e o antigo território núbio (hoje Sudão), por Ramsés II. Tratam-se de estruturas gigantes cavadas nas rochas na margem ocidental do Nilo: uma menor dedicada à rainha Nefertari e uma maior, para o próprio Ramsés II.

É dentro do Templo de Ramsés II que ocorre duas vezes no ano um famoso evento solar onde o Sol ilumina um trio de estátuas onde a do próprio rei está inclusa. É um acontecimento muito interessante que já cheguei a citar em um vídeo do Arqueologia Egípcia.

— Assista também: Alinhamento Solar no Templo de Abu Simbel.

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