Estou simplesmente APAIXONADA por este livro sobre o Egito Antigo!

Ah… O primeiro unboxing de 2017… E ele já abriu o ano com chave de ouro.

Há alguns meses o leitor Elvis Monteiro enviou para mim uma revista da década de 1980. Pois bem, antes do Natal ele mandou para a minha Caixa Postal mais uma correspondência, a qual abri no vídeo desta semana para o canal do Arqueologia Egípcia.

Ele já tinha avisado para mim que estava enviando um livro antigo, o qual as folhas estavam soltando (o que sinceramente não é problema para mim… Eu sou arqueóloga 😀 ). O material em questão é “O roubo das pirâmides”, do Peter Ehlebracht, publicado em português através da Editora Melhoramentos em 1981. Eu nunca tinha ouvido falar sobre ele, então será um novo momento de descobertas.

Como ele está sem a capa e contracapa não tive acesso a sinopse, mas lendo por alto o que deu para entender é que se trata de uma junção de dados acerca das atividades exploratórias a sítios arqueológicos no Egito. Explicando de modo mais simples: o livro fala sobre o roubo e vendas de artefatos arqueológicos do país; provavelmente inspirado pelas leis de proteção aos patrimônios arqueológicos que estavam surgindo na época (1970 e 1980). Sendo assim, acredito que essa será uma ótima oportunidade para entender mais sobre os furtos e roubos a sítios arqueológicos, assunto que sempre tive interesse em compreender desde novinha.

Algo que vocês precisam ter em mente é que essas coisas que recebo não acaba ficando somente comigo, eu tento sempre de alguma forma repassar as informações para os seguidores. “O roubo das pirâmides”, naturalmente, não será uma exceção.

Quer ver o que mais chegou na minha Caixa Postal? Então clique aqui.

Meu endereço:

Márcia Jamille
Caixa Postal 1702
CEP 49046970
Aracaju – SE

Escrevi um capítulo para o livro “Género y Ciencias Sociales: Arqueologías y cartografías de fronteras”

Faz um tempinho que comentei em vídeo que eu tinha sido convidada para escrever um capítulo para um livro colombiano que visa debater questões de gênero. Pois bem, ontem fui informada que a capa do livro foi liberada:

Como vocês podem observar este livro, “Género y Ciencias Sociales: Arqueologías y cartografías de fronteras“, foi escrito a várias mãos e adianto que por pesquisadores de diferentes Universidades e países. É uma obra bilíngue, contendo alguns artigos em espanhol e outros em português.

No meu caso fui convidada para falar sobre as mulheres na antiguidade egípcia, mas optei em ir por um caminho levemente diferente, debatendo sobre a insistência dos (as) pesquisadores (as) em dar para as mulheres egípcias que viveram no faraônico sempre um papel secundário, enquanto que a cultura material mostra um cenário diferente.

Em livros de coletâneas usualmente é realizada uma introdução sobre cada autor. Aí está a que fizeram para mim:

Desegmentar arqueológicamente las relaciones de poder para dar paso a lecturas de visibilización de mujeres egipcias, sus actividades y respectivos roles em el pasado, es el propósito de Márcia Jamille Nascimento en el que presenta a las mujeres del Antiguo Egipto carentes de una identidad señalando cómo la arqueología ha minimizado y cambia la participación tanto de grandes líderes de Egipto como de las mujeres comunes en la historia valiéndose de conceptos androcéntricos como marco estratégico y así beneficiar la función de género de la jerarquía de las antigüedades faraónicas.

O meu capítulo é o 7º, “Gênero Invisível? Como a Arqueologia tem minimizado a participação histórica das mulheres egípcias durante a Antiguidade faraônica”, e nele falo sobre mulheres no poder e as comuns, oficio dos faraós, as diferenças pensadas para homens e mulheres durante as pesquisas arqueológicas e Arqueologia de gênero.

Género y Ciencias Sociales: Arqueologías y cartografías de fronteras foi editado pela Ediciones Universidad Simón Bolívar. É um livro pensado para ser distribuído gratuitamente, por isso vocês podem baixar meu capítulo clicando aqui ou ler a obra completa clicando aqui.

Boa leitura!

(Resenha – Livro) “Muito mais que cinco minutos”, da Kéfera Buchmann

Muito mais que cinco minutos da Kéfera BuchmannTítulo: Muito mais que cinco minutos

Autora: Kéfera Buchmann

Gênero: Autobiografia

Editora: Companhia das Letras

Páginas: 144

Ano: 2015

ISBN: 9788584390113

Entrando na aposta (certeira) de autobiografias de youtubers, a Companhia das Letras lançou agora em 2015 “Muito mais que cinco minutos”, de autoria da Kéfera Buchmann. Um sucesso absoluto e que em pouco tempo entrou para a lista dos mais vendidos do país.

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Kéfera é uma das maiores celebridades da internet, possuindo milhares de fãs espalhados em diferentes redes sociais. Seu sucesso teve início com o seu canal do Youtube, “5 Minutos”, criado em 2010 e que até hoje é um dos líderes em acessos no Brasil.

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O livro é bem ilustrado com fotografias da autora e a arte é linda. O li em pouco tempo porque o texto fluiu muito bem. As histórias narradas na obra são extremamente cômicas (não tenho palavras para o caso da depiladora), ao mesmo tempo que a Kéfera tem a preocupação de abordar assuntos mais sérios, como é o caso do bullying.

“(…) se você tem um amigo verdadeiro, valorize. É raro a gente conseguir achar pessoas que torçam sinceramente por nós. De verdade mesmo”

— Muito mais que cinco minutos; Kéfera Buchmann.

Na obra podemos observar um outro lado da autora que raramente é mostrado no Youtube, como os seus momentos de desespero, constrangimento, extrema tristeza na infância e adolescência e como dia após dia ela conseguiu contornar muitos dos seus problemas.

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Para mim, o único ponto negativo é que não são contadas suas experiências pós criação do seu canal, entretanto, ao final do “Muito mais que cinco minutos” a Kéfera sugere que esse será o tema de um suposto segundo livro.

Quais são alguns dos livros que tenho na minha estante?

Nas últimas semanas levei vocês para um passeio por uma das minhas estantes de livros lá no canal do Arqueologia Egípcia no Youtube. A ideia de mostrar algumas das obras que tenho em um vídeo para a internet foi da leitora Lohana Oliveira (beijos Lohana!) e o resultado vocês podem conferir mais abaixo. Não esqueçam de deixar o “curtir” de vocês ou escrever um comentário lá.

Nessa segunda parte praticamente todos os livros estão em português 

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Cappuccino, livro e o rei Tut (e de novo, e de novo e de novo…)

Em pensar que tudo começou com uma festa de Ano Novo que de tão tediosa resolvi aproveitar escrevendo um livro. Sim, foi exatamente desta forma que levei as coisas. Era a virada de 2011 para 2012 e eu estava saindo da graduação e nos meses seguintes estaria ingressando no Mestrado em Arqueologia e o meu tédio era absoluto e assombroso. Ok, eu me canso das coisas com muita facilidade, de certa forma eu cheguei até a enjoar de escrever só sobre antiguidade egípcia, mas ainda assim para mim a idéia é aproveitar o momento, e foi desta forma que iniciei uma obra sobre o meu velho e caro Tutankhamon. Meu parsa.

Foto publicada no Twitter na madrugada do dia 01/01/2012, momento em que comecei a realizar a revisão bibliográfica sobre o rei.

E aqui estou na atualidade, oscilando entre o copy desk do livro, atualizar o site/redes sociais do Arqueologia Egípcia e responder mensagens dos leitores. Trabalhar com a revisão não é tão ruim quanto parece, pelo contrário, é ótimo, principalmente porque estou mexendo com algo que gosto muito, estou trabalhando com o “eu escritora” e “eu leitora”, já que a cada palavra, sentença ou imagem imagino o que eu, como alguém que gosta da história do Tutankhamon, gostaria de ler naquela frase… Naquela legenda. O que eu lia nos livros quando mais nova e o que eu achava que estava faltando neles? É quase uma conversa mental entre a Márcia de hoje e a Márcia do passado.

— Curta a fanpage de Tutankhamon, 1922 e o Vale dos Reis.

Mas não é todo o dia que estou disposta a ficar cuidando de um copy desk porque não sinto que minha mente está tranquila o bastante para me focar 100% no trabalho. Esta é uma etapa muito importante, uma vez que das minhas mãos a cópia do livro passará para o revisor de ortografia e gramatica e voltará para as minhas mãos novamente para ser feito o último copy desk e se depois desta etapa eu perceber que deixei uma informação passar será bem estressante. Com o “Uma viagem pelo Nilo” foi assim; eu ainda consegui a proeza de assinar a boneca do livro com um erro na orelha onde tem a minha biografia (mas depois descobri que coisas assim é extremamente normal acontecer).

Fora o sono… É incrível como ele chega tão rápido; eu usualmente acordo umas 9h00 e começo o processo de responder mensagens, alimentar o meu gato, me alimentar e pensar no que irei blogar. Até umas 14h30 já terminei esta parte e dou uma estudada para então me dedicar ao livro. Novamente retorno para as redes sociais e checo todas para moderar as mensagens de leitores (me sinto uma babá de gente crescida tendo que lhe dar com mensagens de ódio e etc, o que é bem desgastante porque alguns conteúdos dão até asco) e começo a escrever algo para o site ou blogs. Quando menos percebo o sono está batendo em minha cabeça e já são umas 23h00, isto quando não 01h00. Eu realmente me perco quando estou escrevendo e tem horas que nem o meu querido cappuccino pode ajudar.

Copy desk de Tutankhamon e o Vale dos Reis

Ontem continuei a realizar a revisão do meu livro e modéstia a parte ele está tão lindo! Estou muito apaixonada por ele, a minha única tristeza é que ele não tem as fotos que eu mais gostaria (O Griffith Institute Archive não manteve mais contato comigo. O motivo? Até hoje não sei), mas ele está ilustrado com belas fotografias.

A capa está dando mais trabalho; não sei o que fazer, tenho alguns modelos, mas nenhum está me convencendo 100%. Não é que sou perfeccionista, nem de longe, mas sou uma amante de livros e se uma capa não consegue me agradar como poderá agradar outros?

E esta capa? Mistérios…

E esqueci completamente que o site tinha que ser liberado esta semana, mas foi por um motivo justo, eu estava terminando um artigo para a revista Labirinto (não sei ainda quando sairá) cujo tema é sobre a minha pesquisa durante a minha graduação e pós-graduação em Arqueologia. De qualquer forma só posso deixá-lo disponível depois de escolher a capa do livro e… Bem… Como vocês já devem ter notado estou com um leve problema…

Estou me esforçando muito por ele (quem o dera, olhem o tempo que levei até anuncia-lo para vocês) e com certeza é o tipo de livro que eu gostaria de ler sobre o Tutankhamon bem lá no início, quando eu estava aprendendo sobre a antiguidade Egípcia.

Quer conhecer mais sobre este livro? Curta a fanpage!

O Arqueologia Egípcia: O que aprendi com esta semana de Campus Party (#CPBR8)

Esta semana que passou assisti via streaming as conferências da Campus Party e ontem bati um papinho com outros blogueiros e leitores de blogs em um dos chats e foi tão legal! A discussão foi sobre a suposta morte iminente dos blogs, isto durante a palestra do Nick Ellis que é dono de três grandes blogs (“Digital Drops”, “Meio Bit” e “Blog de Brinquedo”) e que levantou justamente esta questão bem no início.

O engraçado é que o Ellis está seguindo um caminho o qual comecei, mas que deixei de lado ano passado, que foi o de transformar um blog pessoal em um de colaboração. Antigamente o Arqueologia Egípcia, quando foi convertido no formato de blog, tinha a ideia de ser de colaboração entre acadêmicos, mas não estava dando muito certo porque algumas pessoas estavam — e estão! — se comportando de forma bastante infantil e então liguei o “foda-se”. Sinceramente o Arqueologia Egípcia está bem melhor agora.

Foi ano passado também que resolvi abrir espaço para guest posts, que está aberto para o envio de textos por parte de não autores do AE. Infelizmente teve pouca participação, mas é uma ferramenta que existe e as pessoas podem contribuir. Clique aqui e veja quem colaborou.

Então vendo o caso do Ellis finalmente percebi que cada caso é um caso e não existe uma fórmula para um blog dar certo, o que funcionou para um pode não funcionar para outros.

Sobre o tema de blogueiros que escrevem livros, que foi abordado em outra conferência, percebi a grande vantagem em que estou, porque quando você assina contrato com uma editora você tem que dividir os lucros com ela e com as livrarias. No final por capa o(a) autor(a) ganha pouquíssimo, vocês não fazem ideia do quão pouco é!

Mas no meu caso como o “Uma viagem pelo Nilo” saiu pelo próprio Arqueologia Egípcia e o site é o responsável por uma parte das vendas dele eu recebo TODO o lucro (menos na Amazon, lá não é o integral), mas não estou ryka e phyna tá? Como tuitei para o Ellis: “rica não, mas ao menos fina”.

Porém não se enganem! Eu ainda planejo um dia assinar contrato com uma editora, mas com um contrato realmente justo.

Neste link separei as palestras que mais gostei de assistir. Algumas, claro, a ver com CEO de blogs, mas serão interessantes (como a da Bel Pesce) e algumas até bem divertidas (a de Paul Zaloom, conhecido por muitos pelo nome Beakman, está muito hilária) para vocês também: Palestras interessantes que rolaram na Campus Party 8.

Participar via streaming é muito prático e igualmente divertido, mas estou pensando seriamente em uma próxima versão ir pessoalmente, quem sabe.

Eu, Tutankhamon e o Howard Carter

Quem passeia pelos muitos fóruns, comunidades, páginas ou grupos de discussão e divulgação do Antigo Egito já deve ter percebido que o tema de assunto começou a mudar drasticamente: o que gradativamente está tornando-se o interesse do momento são as pesquisas relacionadas com o faraó Tutankhamon e existe uma explicação para isto: em breve, no dia 4 de novembro, serão comemorados os 92 anos de descoberta da sua tumba.

O achado se deu graças ao trabalho do arqueólogo Howard Carter e o patrocínio do Lorde Carnarvon, nobre inglês que gastou rios de dinheiro bancando as escavações no Vale dos Reis que muitos acreditavam estar findada ao fracasso, até que após nove anos de busca, em 1922, foi encontrado o túmulo praticamente intacto do “faraó-menino” Tutankhamon.

Lorde Carnarvon (esquerda) e Howard Carter (direita). Foto disponível em < http://www.thetimes.co.uk/tto/magazine/article3650205.ece >. Acesso em 05 de outubro de 2014.

79 anos depois lá estava eu assistindo a aula de História e vejo pela primeira vez um documentário sobre a Antiguidade Egípcia. Ele era iniciado com a descoberta da tumba de Tutankhamon e quando vi o rosto dele em seu ataúde senti que algo tinha sido preenchido dentro de mim, como se alguma coisa tivesse mudado, mas para melhor, é uma sensação difícil de explicar, era como se tudo ao meu redor fosse preto e branco e o ambiente mudasse igual ao efeito colorido dos filmes “O pássaro azul” (The Blue Bird; 1940)  e “O Mágico de Oz” (The Wizard of Oz; 1939).

Bom, o que posso dizer é que esse evento mudou totalmente o rumo da minha vida porque fiquei tão animada que decidi naquele mesmo momento que queria ser arqueóloga e pesquisadora do Egito Antigo e dediquei os anos seguintes ao estudo da antiguidade egípcia, tudo com o apoio da minha mãe que sempre comprava revistas e livros. Eu nem tinha 14 anos na época, ou seja, acho que já está meio óbvio que não tive uma infância lá muito convencional.

Carter e um assistente limpando o ataúde de Tutankhamon. Foto disponível em < http://www.thetimes.co.uk/tto/magazine/article3650205.ece >. Acesso em 05 de outubro de 2014.

Bom, a questão é que em virtude de ler tanta coisa sobre o Tutankhamon eu comecei a ficar com vontade de escrever o meu próprio livro sobre ele e o iniciei finalmente na virada entre o ano de 2011 e 2012… Literalmente. Como no ano novo eu era a única pessoa acordada fui fazer o que normalmente eu faço quando não tenho nada para fazer, que é ler algo sobre o antigo Egito (sim, eu sei, que vida interessante hem!) e foi quando partiu a ideia de por um livro sobre o Tutankhamon no papel, mas o engavetei um mês depois, porque tinha acabado de ingressar no mestrado.

Em 2013 o peguei novamente e precisei sacrificar cerca de seis meses de produtividade acadêmica para cuidar integralmente dele. Claro que logo depois eu quis publicá-lo, mas por algum motivo desisti e coloquei “Uma viagem pelo Nilo” na frente (que foi lançado somente em 2014 devido a alguns atrasos de serviços).

Depois do “Uma viagem pelo Nilo” resolvi submeter a minha publicação do Tutankhamon para algumas editoras, mais como um teste para saber qual seria a recepção e as criticas do quê uma esperança de assinar um contrato. Creio que ao todo recebi a resposta de quatro ou cinco: uma delas escreveu falando que gostaram do tema, mas que não tinham interesse de publicar no momento e a outra falou que tinha interesse e que em vez da espera de dois anos para publicar — que é o prazo convencional da editora — queriam lançá-lo já em no mês de novembro.

Esta editora é um selo grande, imagina que incrível seria! Excerto pelo o fato da minha pessoa ser uma “escritora iniciante” e consequentemente teria que pagar uma bagatela de R$14,000. Moço! Com este dinheiro eu posso pagar uma escola de campo no Egito incluindo parte da passagem de avião ida e volta! Eu não aceitei, aliás, não deu nem tempo de não aceitar, já que eu tinha o prazo de um dia para dar a resposta… Ah o capitalismo…

Carter e Lorde Carnarvon.

Bola para outra, o livro já está prontinho só falta incluir alguns detalhes pontuais e ver quais imagens serão disponibilizadas para a publicação. Infelizmente ele não sairá em novembro… Já imaginaram sair justamente no dia 04/11? Dia da descoberta da tumba do Tutankhamon? Ia ser legal, entretanto não vai rolar, mas não ligo, o importante é curtir a jornada, sempre!

O título? Ele já tinha sido escolhido no final de 2010! É “Tutankhamon, 1922 e o Vale dos Reis”. Ele já tem sua página no Facebook e Tumblr. Tentarei deixar vocês a par de tudo.

Para aqueles que tem Instagram e/ou Twitter usarei sempre que possível a tag #TutEOValeDosReis, assim ficará mais fácil ver as atualizações referentes ao livro.

E o tema? No livro eu realizo um passeio pela a história do Vale dos Reis e mostro alguns dos principais passos do Howard Carter para tornar-se arqueólogo até finalmente descobrir a KV-62, o sepulcro de Tutankhamon. Comento algumas curiosidades relacionadas aos trabalhos na tumba e por fim acerca da existência do próprio Tutankhamon, este garoto que teve uma vida cheia de altos e baixos, uma morte prematura e uma “pós-vida” bem agitada, devido ao mito criado graças à Arqueologia Egípcia e principalmente a Egiptomania.

Ressalto que ele ainda não tem uma data de lançamento prevista, mas vocês podem seguir as novidades sobre ele através dos links que disponibilizo abaixo:

https://www.facebook.com/tutankhamoneovaledosreis
http://tutankhamoneovaledosreis.tumblr.com/

Alguns dos dias mais especiais da minha vida: Apresentações do meu livro

Este ano lancei o meu primeiro livro, Uma viagem pelo Nilo, e com ele ocorreram alguns acontecimentos bem legais: os momentos em que o apresentei para o público pessoalmente.

Foi muito estranho escutar as pessoas falando do que produzo, eu estava acostumada com a barreira do computador, mas foi muito divertido ver a emoção cara a cara, dá até motivação para continuar a escrever.

Uma destas ótimas ocasiões foi em Blumenau (clique aqui e saiba mais) que, embora eu tenha enfrentado um caos aéreo terrível em São Paulo e principalmente Rio de Janeiro (o avião em que eu estava foi um dos quatro cujo pouso em Santos Dumont foi cancelado), foi extremamente empolgante, especialmente porque falei para turmas de História (até então eu só tinha dado aula para alunos de Arqueologia) com uma cultura levemente diferente da minha, então foi uma conexão bem interessante (Principalmente as cervejas! Quem sabe volto no Oktoberfest). O convite partiu do LABEAM, sob a coordenação do Dominique Santos.

Malinha sendo arrumada…

Onde fiquei hospedada: Pousada Casa da Pedra.

Visão do quarto em que fiquei hospedada! Que saudades…

Como não amar?

Mas olha quem encontrei na sala do LABEAN! Tutankhamon dando o ar da graça.

Adorei ver a motivação de alguns alunos para entender o Antigo Egito, a pena é que foram somente dois dias. Amei tudo e todos foram extremamente simpáticos comigo, deste as funcionárias da pousada até os funcionários da FURB.

O outro momento foi em Aracaju que ao contrário de Blumenau foi um evento voltado exclusivamente para o livro. O convite partiu da Cecilia Calvacante, dona e administradora do Portal Hanna Belly. O acontecimento contou com umas carinhas desconhecidas e empolgadas, como também com a presença de alguns dos meus amigos, o que tonou a noite mais do que especial.


A empresa Contextos Arqueologia, sob a direção do arqueólogo Luis Felipe Freire, teve também um importante papel. Na época da viagem para Blumenau eu já era contratada e a mesma me liberou para dar a aula e em Aracaju organizou o lançamento ao lado do Portal.

Não sei onde futuramente irei parar com o meu livro, mas estou visando muito São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, locais em que tenho mais leitores.

Acontecimentos no mínimo engraçados:

☥ Horas antes ao meu embarque para viajar para Blumenau coloquei Luftal em um dos meus olhos em vez de colírio, tamanha era a minha exaustão. Como consequência apresentei as palestras com um olho vermelho.

☥ Em Blumenau, quando cheguei à pousada fui informada que o meu quarto era o mais reservado para no caso da minha pessoa precisar escrever. Na hora achei o comentário estranho já que não sou famosa ou algo assim. Na manhã seguinte a mesma funcionária foi falar comigo e relatou que usualmente ela recebe pesquisadores lá e quando ela foi informada da minha chegada leu o meu currículo e imaginou que eu tinha entre 50 e 60 anos, o que não faz sentido, já que minha produtividade acadêmica nem de longe está das melhores.

☥ Em Aracaju uma das pessoas que foi ao lançamento falou com a minha irmã mais nova acreditando que ela era eu.

☥ Ainda em Aracaju o meu discurso não foi ensaiado… Acho que ficou mais que obvio…

[Vídeo] Livro “Tutankhamun” de Jaromir Malek [Comentários]

Finalmente vídeo novo! Estou aí dando o ar da graça após uma noite com febre. Desta vez não ocorreram erros de gravação… Além de ter dito “Médio Império” e não “Novo Império”. Como estou com o tempo um pouco mais apertado não irei fazer a resenha deste livro, mas em breve ela estará disponível lá no A.E., e com mais imagens deste material.

 

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