Vídeo: Engenhos e prospecção arqueológica

O projeto de diagnóstico e prospecção arqueológica da área de influência da adutora de água em Tomar do Geru, Itabaianinha e a área da barragem do riacho Guararema em Santa Luzia do Itanhy (SE) finalmente acabou! Estou moída, meus horários de sono estão malucos, estou com um bronzeado muito, mas muuuito bizarro (com direito a um X amarelado nas costas), o que está me obrigando a andar com blusas de costas fechadas.

Mas eu tenho uma grande novidade: eu não me queimei muito ao ponto da minha pele empolar, ou seja, não tive mais nenhuma reação alérgica, isso porque usei luvas e a Contextos tem um chapéu que protege a nuca.

Já estou com saudades da cidade de Umbaúba e Itabaianinha. Eu vi muitas paisagens bonitas e histórias únicas e para me despedir de forma descente gravamos (eu e a minha amiga Eva) algumas imagens do trabalho. Vale lembrar que não mostrei a pesquisa em si, até porque… Bem, nossa atividade não é lá muito mole e sob um Sol horroroso é difícil lembrar de gravar algo. As imagens na verdade são um resumão da minha experiência neste trabalho.

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Estou torcendo muito para que vocês curtam assistir e tenham um gostinho dos lugares que visitei 😀

Meu “alô” para vocês: Revistas de novembro com artigos sobre o Antigo Egito

Finalmente resolvi fazer um vídeo para falar diretamente com vocês. Decidi não esperar que trouxessem uma câmera ideal, o microfone ideal, a luz ideal, o cenário ideal. Então fui com a cara e a coragem fazer este material que possui pouco mais de 3 min.

Estava previsto cair uma tempestade neste dia e tentei gravar o mais rápido possível (e consegui, creio que o material original não deve ter mais que 6 min de gravação), porém eram somente nuvens passageiras… Enfim, ao menos eu tinha me empenhado em terminar cedo.

 

 

Sinto muito, muito mesmo, pela qualidade da imagem (para quem não percebeu ela precisou ser clareada artificialmente), mas a tendência é piorar, já que nunca se sabe onde precisarei gravar (isto se eu voltar a gravar). 😀

P.S: tem uma hora que estou olhando para o “nada”, é que acabei me empolgando e esquecendo da câmera… Bom, isto já entrou para a minha lista de excentricidades.