07 February 2012

Vídeo e imagens da KV-64

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 29 - janeiro - 2012 2 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Na minha página no Facebook eu já tinha compartilhado algumas fotos da KV-64, nas até então ainda não tinha postado vídeo algum. Ao contrário da KV-63 (que apesar de receber a definição de um sepulcro, não é uma tumba), que foi encontrada em 2006, este túmulo só possui um sarcófago onde ainda se encontra o corpo da própria Nekhmet Bastet.

 

Kv-64. Disponível em < http://english.ahram.org.eg/News/31799.aspx > Acesso em 18 de Janeiro de 2012.

 

O sarcófago já foi aberto, abaixo estão as imagens disponibilizadas para o site Video Portal:

 

 

Tagesschau vom 22.01.2012

 

Para quem não consegue ver o vídeo abaixo algumas figuras:

 

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A KV-64 foi encontrada

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 15 - janeiro - 2012 2 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

A notícia foi dada superficialmente, mas já se comenta que a nova descoberta no Vale dos Reis é uma tumba (que seguindo a ordem se chama agora KV-64, já que ela é o 64º sepulcro encontrado) pertencente a uma filha de um sacerdote de Amon da 22ª Dinastia, identificada como Nekhmet Bastet, uma cantora do Templo de Karnak. Os responsáveis pela descoberta é a equipe de Arqueologia da Universidade de Basel sob a coordenação da Dra. Elena Pauline-Grothe.

Segundo Mansour Boraiq, chefe das antiguidades de Luxor, esta é a única tumba de uma mulher de fora da realeza que foi encontrada no vale. De acordo com a equipe de Arqueologia o sepulcro não tinha sido feito originalmente para a contora, mas foi reaproveitado pela mesma num período em que o Egito era dominado pelos líbios[1].

[1]Neste link em inglês já temos mais alguns detalhes: http://news.yahoo.com/rare-tomb-woman-found-egypt-valley-kings-153839689.html Acesso em 15 de Janeiro de 2012.

 

Nova descoberta no Vale dos Reis

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 11 - janeiro - 2012 5 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

De acordo com o site Luxor Times publicou que o Ministro das Antiguidades do Egito, Mohamed Ibrahim, anunciou que dentro de alguns dias será anunciada uma nova descoberta no Vale dos Reis. Vamos esperar para ver.

A última descoberta veiculada pela imprensa foi a KV-63, encontrada em 2006, antes dela foi a KV-62, tumba do faraó Tutankhamon.

Vale dos Reis. Imagem disponível em < http://www.touristspots.org/the-valley-of-the-kings-in-thebes-egypt/ >. Acesso em 09 de novembro de 2011.” width=”500″ height=”399″ /><p class=Vale dos Reis. Imagem disponível em < http://www.touristspots.org/the-valley-of-the-kings-in-thebes-egypt/ >. Acesso em 09 de novembro de 2011.

 

 

 

Os 10 posts mais visitados de 2011

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 30 - dezembro - 2011 ADD COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Estamos no final de 2011, um ano triste para a Arqueologia Egípcia em vários aspectos: Mais sítios arqueológicos foram degradados, o Museu Egípcio do Cairo e armazéns de artefatos foram invadidos e o Instituto do Egito foi incendiado, isto sem falar nas mortes que têm ocorrido no país neste processo de busca pela sonhada democracia egípcia e isto ficou refletido nos dados analíticos do site. Porém o ânimo dos leitores felizmente não se desfez e continuaram curtindo os antigos pots. Vejamos a lista:

 

1 – Angelina Jolie interpretará Cleópatra

http://arqueologiaegipcia.com.br/2010/06/14/angelina-jolie-interpretara-cleopatra-em-filme/

 

2 – Museu Egípcio do Cairo invadido

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/01/29/museu-egipcio-do-cairo-invadido/

 

3 – Cleópatra, a última rainha do Egito

http://arqueologiaegipcia.com.br/2010/06/20/cleopatra-a-ultima-rainha-do-egito/

 

4 – Esteve em foco: Face de Tutankhamon

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/02/19/esteve-em-foco-face-de-tutankhamon/

 

5 – Êxodo hebreu no Egito: aconteceu ou não?

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/04/24/exodo-hebreu-no-egito-aconteceu-ou-nao/

 

6 – Zahi Hawass é demitido

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/07/17/zahi-hawass-e-demitido/

 

7 – Barbie Elizabeth Taylor in Cleopatra

http://arqueologiaegipcia.com.br/2010/04/18/brinquedo-barbie-elizabeth-taylor-in-cleopatra-2000/

 

8 – Cleópatra em Aventuras na História

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/04/06/cleopatra-em-aventuras-na-historia/

 

9 – 5 mitos da pirâmide de Khufu (Quéops)

http://arqueologiaegipcia.com.br/2011/02/02/5-mitos-da-piramide-de-khufu-queops/

 

10 – Página de Ankhesenamon

http://arqueologiaegipcia.com.br/category/biografia/marcia-jamille/ankhesenamon/

 

 

Tutankhamon em batalha retratada em um dos cofres guardados na sua tumba. Foto: Araldo de Luca. Archivio White Star.

Boas notícias sobre o Instituto

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 22 - dezembro - 2011 2 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Ontem (dia 21/12/2011) começaram os trabalhos de restauro do material que sobrou do incêndio que arrasou o prédio do Institut d’Égypte. As obras que escaparam total ou parcialmente do ocorrido estão agora sob os cuidados de funcionários das várias bibliotecas do país que se prestaram a tentar recuperar o quanto fosse possível o material que permanece no Cairo.

Embora muito tenha sido destruído, foi devido ao trabalho de egípcios que se mobilizaram de forma voluntária desde o dia em que ocorreu o incêndio até o dia 20 que hoje o trabalho pode estar ocorrendo, pois foi graças a estes homens e mulheres que podemos dizer que o acervo do Instituto não está de todo perdido, inclusive o celebre Description de l’Égypte, que é considerado um dos marcos do nascimento da Egiptologia está parcialmente salvo [1].

Foto postada no perfil @Dooolism mostrando uma das primeiras imagens de voluntários salvando parte do acervo do Instituto. Foto: Adel Abdel Ghafar. Dezembro 2011.

Devo lembrar que as equipes de restauração do Egito são muito boas e foram eficientes na recuperação de alguns dos artefatos destruídos durante a invasão do Museu Egípcio do Cairo em Janeiro deste ano. Alerto também aqueles que se interessam por antiguidades: não comprem folhas avulsas ou obras timbradas antes de se certificar que não estão sendo comercializadas de forma ilegal, elas podem ter pertencido ao Instituto e não a uma herança de família. Da mesma forma que temos pessoas que se dedicaram a recuperar os livros e artigos outras podem estar mais interessadas em roubá-los para lançar no mercado negro de peças arqueológicas.

Abaixo imagens do dia 21/12/2011 onde podemos ver parte do trabalho de recuperação do acervo:

 

 

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Imagens disponíveis em < http://en.cybrarians.info/index.php?option=com_content&view=article&id=336:esi-burn&catid=76:news&Itemid=118 >. Acesso em 22/12/2011.

[1] Informação disponível em < http://25online.tv/index.php?option=com_content&view=article&id=1391:2011-12-19-13-21-30&catid=2:news-ticker&Itemid=39&lang=en >. Acesso em 22/12/2011.

 

 

Alerta: Instituto do Egito queimado

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 18 - dezembro - 2011 ADD COMMENTS

Texto original: CairObserver

Tradução e adaptação: Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Este é um texto referente ao incêndio do Institut d’Egypte citado neste post: Mais uma perda para a Egiptologia

 

Alerta de Destruição: Institut d’Egypte (Instituto do Egito) queimado

 

Incêndio no L’Institut d’Egypte. Imagem disponível em < http://cairobserver.com/post/14358165423/destruction-alert-institut-degypte-burned?c98230e8 >. Acesso em 18/12/2011.

 

 

Em meio aos confrontos de hoje entre o pessoal do exército e manifestantes um coquetel molotov foi lançado em um edifício histórico na esquina das ruas Qasr el Aini e Sheikh Rihan. O edifício envolto em chamas foi a casa do Conselho de Pesquisa Egípcio – Egyptian Research Council -  (المجمع العلمي المصري) também conhecido como Institut d’Egypte. A biblioteca do prédio continha publicações originais datadas de 1798 incluindo o famoso Description de l’Egypte.

Este vídeo surreal mostra um artista pintando um retrato de Emad Effat, o pesquisador Azahar morto ontem [1]. Atrás dele o prédio do Instituto está em chamas.

 

 

Dados das Coleções [2]: A coleção consiste tanto de livros como manuscritos encadernados. Estas publicações são datadas de 1500 e vêm de doadores ilustres.   O escritor observou vários livros plates [?] de Yacub Artin Pasha, Nubar Artin Pasha, e capas estampadas indicando que alguns livros foram originalmente um presente de Muhammad Ali ou um dos seus sucessores.

Como se pode imaginar, a coleção é muito relevante em termos de obras do século XIX. Uma característica interessante é que cartas e manuscritos foram encadernados e arquivados como livros. Às vezes, estes pequenos volumes caem por trás das prateleiras, e deve-se ficar atento para encontrá-las. Vários são os trabalhos inéditos relacionados à invasão francesa em 1798, e que são dignos de estudos futuros.

A Escola Internacional de Ciência da Informação – School of Information Science (ISIS) -, um instituto de pesquisa fundada pela Biblioteca Alexandrina – Bibliotheca Alexandrina (BA).

Website: http://www.bibalex.org/ISIS/ProjectDetails.aspx?Status=ongoing&id=19

“A Biblioteca Alexandrina está tomando a iniciativa de reviver a organização do  L’Institut d’Egypte construído no Cairo por Napoleão Bonaparte há mais de 200 anos atrás. Os primeiros pesquisadores do Instituto eram responsáveis pela pesquisa, estudo e publicação dos fatos físicos, construídos e históricos sobre o Egito [3], publicando descobertas que fizeram frente com suas atividades como membros deste corpo. Eles mais tarde produziram o Description de l’Egypte. Eventualmente, o L’Institut d’Egypte se tornou o ponto de foco para trabalhos acadêmicos e busca intelectual no Egito, fornecendo tanto um espaço real  e estrutural para os discursos acadêmicos. Ele é também reconhecido como uma antiga academia de ciências e artes na Europa. L’Institut possui uma grande coleção (mais de 35 000 volumes) de raras e antigas referências, livros e periódicos em 5 línguas (árabe, francês, inglês, alemão e russo).  BA tem sugerido nove projetos para seu renascimento, entre o quais está um projeto de digitalização de toda a coleção, preservado-a e tornando-a acessível para o público. Os esforços iniciaram com a digitalização de 10 volumes do Description de l’Egypte. Outras coleções especiais foram digitalizadas como os obras completas de Voltaire (69 volumes), Des Mille Nuits et Une Nuit – Dez mil e uma Noites – (16 volumes), e Geographie Universelle – Geografia Universal – (15 volumes). Eventualmente, toda a biblioteca do instituto será digitalizada e disponibilizada para o público. Esta é a primeira tentativa de digitalizar e publicar uma coleção de tamanha raridade e valor”. 

 

L’Institut d’Egypte. Imagem disponível em < http://cairobserver.com/post/14358165423/destruction-alert-institut-degypte-burned?c98230e8 >. Acesso em 18/12/2011.

 

L’Institut d’Egypte. Imagem disponível em < http://cairobserver.com/post/14358165423/destruction-alert-institut-degypte-burned?c98230e8 >. Acesso em 18/12/2011.

  

 

Para um ensaio sobre o Institut d’Egypte da Sociedade Internacional Napoleônica – International Napoleonic Society -, clique aqui. Informação em francês, aqui.

 

 

[1] Acho que este texto foi escrito no dia 17/12/2011.

[2] O link original não explica, mas creio que esta parte em questão foi retirada de outro site, possivelmente o da Bibliotheca Alexandrina.

[3] “study and publication of physical, industrial and historical facts about Egypt”

 

Fonte: Destruction Alert: Institut d’Egypte burned. Disponível em < http://cairobserver.com/post/14358165423/destruction-alert-institut-degypte-burned?c98230e8 >. Acesso em 18/12/2011.

   

 

 

Mais uma perda para a Egiptologia

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 17 - dezembro - 2011 9 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Pela manhã recebi uma notícia triste para a Arqueologia Egípcia, mas somente agora foi que alcancei a gravidade da situação: O prédio do Instituto do Egito foi queimado na noite passada (16/12/2011), dizem que o exército foi o responsável.

 

Algumas obras do Instituto Egípcio foram salvas por voluntários civis que denunciaram pelo o Facebook e Twitter o ocorrido. Dezembro de 2011.

 

Vários livros foram perdidos, alguns que se salvaram foram graças aos civis que chegaram em tempo de salvar algumas obras. Este Instituto foi criado por Napoleão durante sua expedição que deu o “ponta pé” inicial para o nascimento da Egiptologia e é o primeiro a se preocupar com o estudo do passado egípcio. Nele estava uma das cópias raras da Descrição do Egito (publicação que popularizou a imagem do Egito arqueológico).

O Festival de Tutankhamon

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 05 - novembro - 2011 5 COMMENTS

Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Rosto de um dos ataúdes de Tutankhamon. Fotografia tirada pela a expedição ao Egito realizada pelo o Metropolitan Museum of Art. (Ano desc.)

O dia 4 de novembro é uma data esperada para a cidade de Luxor (Egito), pois nela comemora-se um importante evento chamado “Festival de Descoberta da Tumba de Tutankhamon”, em honra ao aniversário de descobrimento dos primeiros degraus que levam ao seu sepulcro.

Esta festividade busca remeter de forma simbólica ao Festival Opet, famoso na época de Tutankhamon, tendo sido inclusive retratado em uma das intervenções deste faraó em Kanark.

O aniversário da descoberta da KV-62 não é importante somente porque trouxe para a luz artefatos milenares, mas porque também levantou a moral do povo egípcio e fez nascer uma maior valorização para com a sua história faraônica.

 

 

Fonte:

El Festival de Tutankamón. Disponível em < http://www.eleconomista.es/turismo-viajes/noticias/3505017/11/11/El-Festival-de-Tutankamon.html > Acesso em 05 de novembro de 2011.

King Tut International Festival Luxor. Disponível em < http://www.asiarooms.com/en/travel-guide/egypt/luxor/festivals-and-events-in-luxor/king-tut-international-festival-luxor.html >. Acesso em 05 de novembro de 2011.

 

 

Uma explicação para os vinhos na KV-62

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 02 - novembro - 2011 7 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Tutankhamon viveu durante a XVIII Dinastia e reinou até os 18 a 19 anos de idade.

Coincidindo com a semana de aniversário da descoberta da tumba do faraó Tutankhamon (a KV-62), o jornalista Reinado José Lopes lançou esta semana no site Folha Uol uma matéria comentando a pesquisa da farmacêutica Maria Rosa Guasch Jané acerca dos vinhos encontrados na câmara funerária deste governante. Neste artigo em questão só não achei justa a expressão “farmacêutica (…) com alma de arqueóloga”, isto foi algo tão século XIX, uma época onde ainda poderia se dizer que Arqueologia era um hobby .

Comentários sobre as pesquisas com os vinhos da KV-62 já são conhecidos, mas pouco explanados. Não conheço nenhum paper ou artigo sobre, por isto não posso explanar acerca do que está sendo divulgado pela imprensa.  

Abaixo a matéria na integra:

 

Vinhos enterrados com Tutancâmon serviam para levá-lo aos deuses

Publicado: 31/10/2011 – 14h17

Por: Reinaldo José Lopes (Editor de Ciência e Saúde)

 

O rei-menino mais famoso da Antiguidade fez questão de levar consigo três tipos de vinho –dois tintos e um branco– quando partiu desta para uma melhor. O enigma, até agora, era o porquê disso.

Uma farmacêutica catalã, com alma de arqueóloga e paixão pelo antigo Egito, diz ter resolvido o mistério. Tutancâmon (1333 a.C.-1323 a.C.) teria escolhido uma adega mística, e as seletas bebidas permitiriam que ele realizasse o destino de todo bom faraó: unir-se aos deuses.

 

Tutankhamon na Folha UOL.

 

 

Maria Rosa Guasch Jané, 38, nascida em Barcelona e hoje pesquisadora da Universidade Nova de Lisboa, publicou sua engenhosa tese na revista científica “Antiquity”. Guasch Jané e seus colegas tinham sido os responsáveis por identificar os vinhos do faraó em pesquisas anteriores.

A pista usada pela equipe foi a presença residual de ácido siríngico, um derivado da malvidina, substância exclusiva de uvas vermelhas, em duas ânforas (jarros).

A posição das ânforas, contudo, ainda deixava a pesquisadora com a pulga atrás da orelha (leia mais no infográfico). Colocadas dentro da câmara mortuária propriamente dita, elas foram posicionadas ao leste, ao oeste e ao sul do sarcófago. “Não havia nenhuma no norte”, lembra ela.

“Os egípcios tinham rituais muito complexos para permitir a ida ao Além, e me pareceu que esses três vinhos poderiam ter esse propósito, por estarem tão perto do faraó defunto”, afirma.

Durante o reinado de Tutancâmon, a teologia egípcia fundiu o deus solar Ra com Osíris, divindade dos mortos e da ressurreição. O faraó era considerado divino já em vida. Mas, para conseguir ressuscitar após a morte, ele tinha de incorporar Osíris.

Para Guasch Jané, essa é a chave do mistério. Os vinhos do leste e do oeste (respectivamente um branco e um tinto) simbolizam o trajeto do deus-Sol Ra pelo céu: vermelho-escuro no poente e claro ao amanhecer.

Mais importante ainda é a bebida do sul. Em egípcio, ela é designada por uma palavra especial, “shedeh”, que não é o mesmo termo usado para um vinho comum (“irep”) e designa uma bebida muito apreciada e refinada.

Textos egípcios mencionam que o “shedeh” era filtrado e aquecido. “É algo que se vê ainda hoje em vinhos para usos religiosos, como no judaísmo”, diz Alexandra Corvo, da escola Ciclo das Vinhas. Segundo ela, o processo deixaria o vinho com menos álcool e mais adocicado.

Pois bem: era a partir da região sul do céu que, segundo a mitologia egípcia, o faraó, unido a Osíris, navegava antes da aurora. Se a interpretação estiver certa, o “shedeh” estava ali para fortalecer o rei na parte mais importante de sua jornada para se unir aos deuses do Egito.

Retirado de “Vinhos enterrados com Tutancâmon serviam para levá-lo aos deuses”. Disponível em < http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/999343-vinhos-enterrados-com-tutancamon-serviam-para-leva-lo-aos-deuses.shtml >. Acesso em 01/11/2011.

 

 

Seleção de mestrado em Arqueologia

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 26 - outubro - 2011 2 COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Estão abertas as inscrições para o mestrado em Arqueologia na Universidade Federal de Sergipe (UFS). Os interessados podem se inscrever até o dia 11/11/2011. Acesse o edital para conhecer as normas e a bibliografia necessária para fazer a prova. O formulário para a inscrição pode ser baixado no site do PROARQ (apesar da opção existente na ficha, não é necessário a indicação de um orientador). O curso será realizado no Campus de Laranjeiras (SE).

 

Sobre o programa:

 

Estilo da sala de aula do Campus de Laranjeiras da UFS. Foto: Márcia Jamille N. Costa. 2010.

O Programa de Pós-Graduação em Arqueologia (PROARQ) tem como objetivo desenvolver atividades de ensino, pesquisa e extensão, visando formar profissionais pós-graduados, estimulando a pesquisa e o ensino científico em geral.

O Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Arqueologia compreenderá a princípio um nível de formação de Mestrado que irá conferir o grau de Mestre em Arqueologia, tendo nos seus objetivos específicos:

I. aprofundar a competência adquirida nos cursos de graduação, desenvolvendo o domínio das teorias e das técnicas em Arqueologia;

II. agrupar as potencialidades locais, regionais e nacionais, objetivando a aquisição e o desenvolvimento de competência, formação e experiência diversificada para compreender, refletir e atuar em processos científicos e tecnológicos na área de Arqueologia de maneira interdisciplinar (informações retiradas do site do PROARQ).

 

Coordenador: Prof. Dr. Gilson Rambelli

Vice-coordenador: Profa. Dra. Suely Gleyde Amancio Martinelli

Veja aqui a lista de docentes: http://www.pos.ufs.br/arqueologia/index.php?id=4&lang=

Mais informações: http://www.pos.ufs.br/arqueologia/

 

Pátio do Campus de Laranjeiras da UFS. Foto: Márcia Jamille N. Costa. 2010.

 

Links úteis:

Edital: http://www.posgrap.ufs.br/editais/2011/Edital_Mestrado_Doutorado_UFS_2012_1.pdf

Ficha de inscrição: http://www.posgrap.ufs.br/copgd/down/Ficha_de_Inscricao_Mestrado_Doutorado2.pdf

 

Reparos no Palácio Norte de Amarna

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 24 - outubro - 2011 ADD COMMENTS

Tradução: Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Reparos no Palácio Norte – 2011

Em 1997, o Amarna Project iniciou um programa para registrar e restaurar um dos edifícios mais importantes da antiga cidade: O Palácio Norte. No início de outubro de 2011, nos retornamos ao local com o objetivo de trabalhar uma grande área: a conclusão dos reparos da Suíte Real, uma parte do trabalho que marcará o fim do trabalho de restauro do Palácio Norte, ao menos por enquanto.   

O apoio financeiro para a campanha de 2011 veio via campanha de angariação de fundos através do Justgiving [1]. Muito obrigado a todos que doaram, seja pouco ou muito dinheiro [2], e nos torcemos para que vocês aproveitem as fotografias do trabalho que carregaremos aqui no final das próximas semanas.

 

Equipe Amarna Project

 

[1] Justgiving é um site para doações com um termômetro de porcentagem contando quanto foi doado.

[2] whether a few pounds or many. Resolvi mudar um pouco a tradução, mas o sentido é o mesmo.  

 

Read more for English version

 

 

North Palace Repairs 2011

 

In 1997, the Amarna Project began a programme to record and restore one of the ancient city’s most important buildings: the North Palace. In early October 2011, we returned to the site with the aim of meeting a major milestone: the completion of repairs to the Royal Suite, a piece of work that will mark the end of restoration work at the North Palace, for now at least.

 

Financial support for the 2011 campaign came via a fundraising campaign through Justgiving. Many thanks to everyone who donated, whether a few pounds or many, and we hope you enjoy the photographs of the work that will be uploaded here over the next few weeks.

 

The Amarna Project Team

 

 Algumas fotos já publicadas:

 

Reparos no Palácio Norte – 2011

 

Reparos no Palácio Norte – 2011

Inscrições para curso de Egiptologia

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 19 - outubro - 2011 ADD COMMENTS

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

A partir de novembro já estarão abertas as inscrições para os interessados em cursar Egiptologia na Universidade Americana no Cairo (Egito). Dois pré-requisitos importantes são que o candidato tenha PHD e seja fluente em hieróglifos egípcios. A apresentação em vídeo será feita agora em dezembro.  

 

Imagem divulgação do Manual do futuro profissional. Difusão cultural do livro.

 

Apesar do processo seletivo começar este ano as aulas só terão início em setembro de 2012.  

 

Read more for English version:

 

Egyptology 

 

Job Description:

The Egyptology Program, Department of Sociology, Anthropology, Psychology and Egyptology (SAPE), at the American University in Cairo is seeking applications for a tenure-track position and open rank in Egyptology with a starting date in September 2012. While looking for candidates with a broad Egyptological background, we are looking in particular for people who have a research interest in all or most of the following fields: Egyptian history, cultural history, gender, and bioarchaeology. The candidate should also have competence in ancient Egyptian language. The duties of this position will entail extensive teaching of undergraduates of all levels, in addition to teaching graduates and participating in the life of the Unit.

Requirements:

A completed PhD and teaching experience are required. 

Successful candidates should have an ongoing program of research and publication and a demonstrated commitment to excellence in teaching. Responsibilities include undergraduate as well as graduate teaching, an active program of research and publications, and service to the Department and the University.


Additional Information:

Priority will be given to applications received by November 15th, 2011. Short-listed candidates will be interviewed by video-conference in December 2011.




Note: Please remember your account login enables you to respond to AUC additional questions (if required).


Application Instructions:

All applicants must submit the following documents online:

a) a current C.V;
 b) a letter of interest;
 c) a statement of teaching philosophy;
 d) a completed Personal Information Form; 
e) Please ask at least three referees familiar with your professional background to send reference letters directly to hussref@aucegypt.edu



Note: Please remember your account login enables you to respond to AUC additional questions (if required)

URL: www.aucegypt.edu/offices/HR/EmpOpp/Pages/default.aspx

 

Original Link: Egyptology (AUC)

 

Artefatos egípcios em perigo

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 18 - outubro - 2011 11 COMMENTS

Nova determinação do SCA põe o contexto de artefatos em risco

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Saiu no Jornal Online Ahram a notícia de que o Supremo Conselho de Antiguidades produzirá um inventário de todas as terras no Egito para que desta forma o órgão possa declarar quais locais poderão ser vendidos para empreendedores. Seguindo a filosofia da “Arqueologia de Salvaguarda” a proposta é de que todos os arqueólogos realizem pesquisas em todo o país para determinar quais são as áreas “livres” de artefatos arqueológicos.

O termo “áreas livres” tornou-se para o SCA uma simples equação onde os locais que possuem somente artefatos móveis (como cerâmicas, sarcófagos, mobília, lítico, etc) serão removidos do seu ambiente de origem e levados para os museus, enquanto os com artefatos imóveis (os monumentos) permanecerão como “sítios arqueológicos”. Porém esta proposta põe em riso o contexto e a integridade dos artefatos já que muitos armazéns de sítios egípcios estão lotados e existem peças acumuladas desde os séculos passados em museus (a exemplo do Museu Egípcio do Cairo) que não receberam o adequado catálogo e manutenção.

Outra questão é em relação a forma como o conceito de “sítio arqueológico” é empregado, por exemplo, a matéria em questão não deixa claro sobre o destino dos espaços geográficos modificados pelo o homem que também são considerados um artefato, de acordo com algumas correntes teóricas.

O que nos parece então é que o SCA pensa hoje em transformar a Arqueologia Egípcia em um ramo para o turismo ao mesmo tempo em que tentará dar trabalho para os muitos arqueólogos recém formados do país que atualmente estão desempregados. Pensando neste motivo falsamente nobre não é difícil ver que as milhares de histórias da gente comum dos períodos pretéritos serão “removidas para um museu” enquanto que a história dos faraós estarão disponíveis a céu aberto e em seu local original para mostrar a grandeza de outrora do Egito. São muitas as questões (a maioria de cunho ético) que esta nova determinação do SCA está ferindo e por isto precisa ser revista.

As autoridades (tanto o SCA e os empreendedores) estão pensando somente em si mesmas e contam com a suposta “ignorância” do público que vive da Arqueologia (arqueólogos, historiadores, restauradores, etc) ou ama os templos egípcios. Sabemos claramente que o turismo egípcio se alimenta de monumentos como os de Luxor, Giza ou Abu Simbel, e que a Arqueologia vendida para este público é justamente da “monumentalidade”, mas a Arqueologia Egípcia não é só isto, ela abrange muitas outras questões e vários outros interesses.

Desde que eclodiram as greves dos  arqueólogos e os protestos dos recém formados o conselho só tem tomado medidas esdrúxulas e esta está sendo uma das mais absurdas.

 

 

Quem é o novo presidente da SAB?

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 05 - outubro - 2011 1 COMMENT

 Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

O novo presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) é um dos professores do Núcleo de Arqueologia da Universidade Federal de Sergipe e uma das pessoas engajadas no debate sobre a proteção do patrimônio arqueológico subaquático.

 

Gilson Rambelli é autor do livro "Arqueologia até debaixo d'água" (Editora Maranta).

Durante a semana em que ocorreu a XVI SAB, o Prof. Dr Gilson Rambelli foi eleito Presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira e ficará no cargo por dois anos onde será substituído no próximo congresso geral que ocorrerá em 2013, no estado de Sergipe.

Rambelli é Doutor em Arqueologia pelo Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE-USP), Mestre em Arqueologia também pelo MAE-USP e Bacharel em História pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. Se especializou em Arqueologia Subaquática pelo Department de Recherches Archéologiques Subaquatique et Sous-Marines (DRASSM) e é instrutor de Arqueologia Subaquática da Nautical Archaeology Society (NAS). Atualmente coordena o Laboratório de Ambientes Aquáticos da Universidade Federal de Sergipe (LAA-UFS) e é vice-diretor do Campus de Laranjeiras também na mesma Universidade.

A notícia da sua nomeação traz grande alívio para os defensores do patrimônio arqueológico subaquático brasileiro, que tem sido constantemente relegado a segundo plano tanto por autoridades governamentais como também por alguns núcleos de arqueólogos. Como presidente a esperança é de ver os debates legais sobre as pesquisas de Arqueologia Subaquática mais presentes nos congressos de Arqueologia onde espera-se trazer mais profissionais para a disciplina e demonstrar de uma vez por todas que Arqueologia Subaquática deve ser realizada por arqueólogos mergulhadores  com treinamento especifico na área.

 

 Confira abaixo a máteria do portal da UFS sobre a nomeação:

 

 

Professor é eleito presidente da Sociedade de Arqueologia

O arqueólogo e professor da UFS Gilson Rambelli foi eleito presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira

14/09/2011

 

Realizada durante o XVI Congresso da entidade, no Campus da Universidade Federal de Santa Catarina em Florianópolis-SC, de 4 a 10 de setembro, a Assembléia Geral da Sociedade de Arqueologia Brasileira (SAB) elegeu como presidente para os dois próximos anos Gilson Rambelli, professor do curso de Arqueologia (Bacharelado) e do Mestrado em Arqueologia, ambos situados no Campus de Laranjeiras da UFS, e coordenador do Laboratório de Arqueologia de Ambientes Aquáticos da UFS.

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Conhecido nacional e internacionalmente pela luta para a preservação do patrimônio cultural submerso, pelo reconhecimento da Arqueologia Subaquática no Brasil e pela mudança da lei que se refere aos sítios arqueológicos submersos, Rambelli garantiu que também vai se empenhar para a regulamentação da profissão de arqueólogo no Brasil.

“Já há uma legislação tramitando no congresso, agora vamos acompanhá-la de perto e fazer o possível para que seja aprovada o quanto antes. Sobre a Arqueologia Subaquática, o projeto de lei que tramita no congresso desde 2006 representa uma mudança no tratamento que o patrimônio cultural subaquático vinha tendo no Brasil, como ‘coisa ou bem submerso’”, afirma.

O arqueólogo acrescenta que, “ao definir esse patrimônio arqueológico como todos os vestígios da existência humana que se encontram submersos, ou na interface, a legislação iguala-o ao patrimônio arqueológico que está em superfície, passando ao Ministério da Cultura a tarefa de gestão. Esperamos que até o fim dessa gestão essa lei seja finalmente aprovada”.

 

Destaque para Sergipe

A Arqueologia Sergipana será também destaque durante o mandato do professor que, ao final, realizará o congresso bienal da Sociedade de Arqueologia Brasileira em Sergipe.

“Em 2013 vamos trazer o encontro da SAB para Sergipe. Mais do que isso, vamos realizar um grande congresso cujo destaque será a Arqueologia Subaquática, com a realização, dentro do próprio encontro, de um grande Simpósio Internacional, onde estarão presentes os maiores especialistas em Arqueologia Subaquática do mundo”, planeja Rambelli.

 

Ascom com informações do LAAA/UFS

comunica@ufs.br

qui, 22/09/2011 – 10:34

 

Matéria retirada de <http://novo.ufs.br/conteudo/professor-eleito-presidente-sociedade-arqueologia-2930.html>. Acesso em 04 de outubro de 2011.

 

E a matéria que saiu no portal do CEANS:

 

PESQUISADOR DO CEANS É ELEITO VICE-PRESIDENTE DE SOCIEDADE DE ARQUEOLOGIA

Por Glória Tega (CEANS)

 

Gilson Rambelli, ao lado de Denise Schaan, toma posse da vice-presidência da Sociedade de Arqueologia Brasileira

O arqueólogo Gilson Rambelli, do Centro de Estudos de Arqueologia Náutica e Subaquática da Universidade Estadual de Campinas – CEANS/UNICAMP, foi eleito vice presidente da Sociedade de Arqueologia Brasileira – SAB. A Assembléia Geral Ordinária da sociedade, realizada em 04 de outubro, encerrou o XIV Congresso da Sociedade, que ocorria desde 30 de setembro na cidade de Florianópolis.

A nova gestão, que tem como presidente Denise Schaan, professora da Universidade Federal do Pará, ficará na direção da SAB até 2009. “Acho que a intenção é buscar a regulamentação da profissão de arqueólogo. Além disso, pretendemos continuar promovendo a defesa do patrimônio arqueológico subaquático brasileiro em diferentes seguimentos de nossa sociedade”, conta Rambelli.

Essas atividades que buscam valorização do patrimônio submerso realizadas pelo Ceans foram reconhecidas com um “voto de louvor da SAB”, ganho por unanimidade na mesma Assembléia. “Foi o reconhecimento de um trabalho intenso, que já vem sendo feito há anos. Acredito que tal premiação da SAB ocorreu, pois os resultados dessas ações têm como ápice o Projeto de Lei Federal 7566/ 06, já aprovado por unanimidade na Comissão de Educação e Cultura e aguardando votação na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania do Congresso Nacional”, explica. De acordo com o professor, essa proposição representa uma mudança no tratamento que o patrimônio cultural subaquático vinha tendo no Brasil, como “coisa ou bem submerso”. Ao definir esse patrimônio arqueológico como todos os vestígios da existência humana que se encontram submersos, iguala-o ao patrimônio arqueológico que está em superfície. Dessa maneira, o projeto de Lei propõe a extinção da atual Lei Federal n° 10.166, de dezembro de 2000, que permite a comercialização desses vestígios arqueológicos submersos, estabelecendo valor de mercado a eles e recompensas aos exploradores.

 

O Simpósio de Arqueologia Subaquática

 

Na ocasião do Congresso da SAB, o CEANS também organizou Simpósio de Arqueologia Subaquática, que contou com a apresentação de diversos trabalhos, realizados em vários pontos do Brasil, que puderam legitimar a Arqueologia Subaquática no Brasil, desmistificando-a da idéia de uma disciplina aventureira.
No Simpósio, foram expostos trabalhos que estudam o patrimônio cultural subaquático em diferentes formas, como naufrágios, paisagens marítimas, gravuras rupestres submersas, vestígios arqueológicos submersos no Arquipélago de São Pedro e São Paulo (localizado no meio do oceano atlântico, a 1100 km de Natal) e até a ocupação ao longo dos anos de uma ilha do litoral sul de São Paulo. “Contamos com a presença de pesquisadores que atuam em diferentes linhas de pesquisas arqueológicas, como Pré-História, História, Pública, Teoria e Método, comprometidos com as normas da ‘Convenção da UNESCO para Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático’, que é instrumento jurídico internacional elaborado para assegurar a proteção de tal patrimônio. Todos esses trabalhos, consolidaram, perante a SAB, a Arqueologia Subaquática, por isso foi muito importante”, conclui Rambelli.

 

Confira o que foi apresentado no Simpósio de Arqueologia Subaquática:

 

Simpósio de Arqueologia Subaquática I:

COORDENADOR: GILSON RAMBELLI
DEBATEDOR: FLÁVIO RIZZI CALIPPO

PARTICIPANTES E TÍTULOS DAS APRESENTAÇÕES:

1) Gilson Rambelli – “Arqueologia de um navio negreiro: um estudo de caso em Angra dos Reis (RJ)”;
2) Flávio Calippo – “Arqueologia do Arquipélago de São Pedro e São Paulo”;
3) Carlos Rios – “Identificação arqueológica de um naufrágio na área do lamarão externo do porto do Recife, PE, Brasil”;
4) Rodrigo Torres – “Arqueologia náutica na cidade do Rio Grande/RS: Proposta e resultados parciais do projeto sítio arqueológico escola”.

Simpósio de Arqueologia Subaquática II


COORDENADOR: GILSON RAMBELLI
DEBATEDOR: PAULO FERNANDO BAVA DE CAMARGO

PARTICIPANTES E TÍTULOS DAS APRESENTAÇÕES:

Edithe Pereira – “Arqueologia subaquática na Amazônia – a documentação das gravuras rupestres do sítio Mussurá, rio Trombetas (PA)”
Paulo Fernando Bava de Camargo – “Arqueologia de uma cidade portuária: Cananéia, séculos XIX-XX”
Leandro Duran – “Arqueologia marítima da Ilha do Bom Abrigo”
Ricardo Guimarães – “Prospecções arqueológicas realizadas na enseada da praia do Farol da ilha do Bom Abrigo”.

 

Matéria retirada de < http://www.arqueologiasubaquatica.org.br/news/mat_pesq_eleito.htm >. Acesso em 04 de outubro de 2011.

 

 

Para saber mais sobre a SAB: http://www.sabnet.com.br/

 

Mais sobre a proteção do patrimônio subaquático:  

 

CEANS: http://www.arqueologiasubaquatica.org.br/

Convenção da UNESCO em prol do patrimônio subaquático: http://www.unesco.org/pt/underwater-cultural-heritage/

O Livro Amarelo (download): http://www.arqueologiasubaquatica.org.br/downloads/downl/Livro_Amarelo_CEANS.pdf