Máscara funerária do faraó Tutankhamon: um artefato único

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

A máscara de Tutankhamon é um dos artefatos arqueológicos mais surpreendentes advindos da Antiguidade. Feita em ouro e pedras semi e preciosas, ela tinha como objetivo tanto retratar o rei, como passar uma mensagem divina, afinal, de acordo com a crença egípcia antiga, a pele dos deuses era feita de ouro e os seus cabelos de lápis-lazúli.

Imagem frontal da máscara mortuária de Tutankhamon. Imagem disponível em MULLER, Hans Wolfgang; THIEM, Esberhard. O ouro dos faraós. (Tradução de Carlos Nougué, Francisco Manhães, Maria Julia Braga, Angela Zarate). 1ªEdição. Barcelona: Editora Folio, 2006. pág. 175.

Existem algumas controvérsias que envolvem este artefato, um delas é se de fato ele retrata o jovem rei. Esta questão, assim como outras informações adicionais tais como os matérias que a compõe, significados das inscrições que estão em suas costas, seu peso e tamanho são comentados no vídeo abaixo:

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A Estrela Sirius no Egito Antigo

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Muitas comunidades do passado utilizavam o céu noturno como parâmetro para uma série de coisas tais como prever cheias, a contagem do tempo e localização geográfica. Entre os antigos egípcios isso não foi diferente.

Montagem: sciencefreek.

O céu noturno era entendido como o corpo da deusa Nut, que tentava se ligar com a terra, o deus Geb, mas que era impedida pelo ar, o deus Shu. O corpo de Nut era composto por estrelas as quais, em alguns textos religiosos, são tidas como “embarcações iluminadas” navegando pelo o corpo da deusa (LESKO, 2002).

— Saiba mais: Detalhe da criação do cosmo no sarcófago de Butehamon

Foi a familiaridade com o céu noturno e a natureza em terra que fez os antigos egípcios perceberem um padrão: assim que uma determinada estrela extremamente brilhante surgia no céu tinha início as cheias do rio Nilo. Essa estrela é chamada atualmente de Sirius, mas durante a antiguidade egípcia foi denominada como Sopdet (Sothis, em grego), deusa responsável por anunciar as inundações do Nilo, protetora da agricultura, do tempo e da fertilidade. Além de, por vezes, associada com a deusa Ísis.

Deusa Sopdet (não confundir com Seshat). Imagem: Creative Commons.

Com as cheias tinha início a estação Aket [1], que abria o ano egípcio. Ou seja, era o surgimento de Sopdet um dos eventos que anunciava o Ano Novo.

Fonte:

DESPLANCQUES, Sophie. Egito Antigo (Tradução de Paulo Neves). Porto alegre: L&PM, 2011.

LESKO, Leonard. “Cosmogonias e Cosmologia do Antigo Egito”. In: SHAFER, Byron; BAINES, John; LESKO, Leonard; SILVERMAN, David. As religiões no antigo Egito (Tradução de Luis Krausz). São Paulo: Nova Alexandria, 2002.

ROSSI, Corinna. Science and Technology: Pharaonic. LLOYD, Alan, B (Ed). A Companion to Ancient Egypt. England: Blackwell Publishing, 2010.


[1] O ano egípcio era dividido em três estações: Aket, Peret e Shemu.

“Memórias de amor, crime e morte”: conheça o filme “A Múmia” de 1932

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Quando muitos escutam a palavra “A Múmia” provavelmente lembram das aventuras cinematográficas hollywoodianas dos personagens fictícios Rick O’Connell (Brendan Fraser) e Evelyn Carnahan (Rachel Weisz), para destruir o vilão Imhotep (Arnold Vosloo), uma múmia egípcia ressuscitada cujo único objetivo é fazer o mal. Entretanto, o que os menos aficionados por esta franquia sabem é que O’Coonell não foi o primeiro a enfrentar um semimorto chamado Imhotep no cinema, ele é só o fruto de uma série de filmes da Universal Studios que traz o monstro “A Múmia”, cujo o último representante no momento é a princesa Ahmanet, de “A Múmia” de 2017.

— Saiba mais: A franquia de filmes “A Múmia” da Universal Studios

Imhotep (Boris Karloff) e Ankhesenamon (Zita Johann). Universal Studios.

O primeiro filme da franquia foi lançado em 1932, estrelando Boris Karloff, como Imhotep e depois dele, até o momento, se somam nove filmes. São os seguintes:

☥ “A Mão da Múmia” (1940);

☥ “A Tumba da Múmia” (1942);

☥ “O Fantasma da Múmia” (1944);

☥ “A Praga da Múmia” (1944);

☥ “Abbott e Costello caçando múmias no Egito” (1955);

☥ “A Múmia” (1999);

☥ “O Retorno da Múmia” (2001);

☥ “A Múmia: tumba do Imperador Dragão” (2008)

☥ “A Múmia” (2017)

 

O “A Múmia” de 32 tem um enredo bem simples: o corpo mumificado de um homem chamado Imhotep e uma misteriosa caixa são descobertos por uma missão britânica de arqueologia. Após uma rápida análise os pesquisadores descobrem que este homem foi sepultado vivo e sem direito as fórmulas mágicas necessárias para a sua viagem pelo além. Já a caixa possui um breve texto com a promessa de mau agouro para quem ousar abri-la.

— Foi gravado para o canal do Arqueologia Egípcia um vídeo supercompleto e cheio de curiosidades sobre esta obra:

Um estagiário curioso ignora a maldição e a abre encontrando em seu interior o Pergaminho de Thot cujas inscrições o rapaz traduz. O texto em questão é um poderoso feitiço que acaba ressuscitando Imhotep, que, por sua vez, foge do local levando consigo o pergaminho.

Anos mais tarde Imhotep reaparece, mas agora se chamando Ardath Bey. Ele tem em sua posse a localização da tumba de uma princesa chamada Ankhesenamon e a passa para um jovem arqueólogo que a encontra em pouco tempo.

Entretanto, o plano de Imhotep é ter acesso a múmia recém encontrada da Ankhesenamon para trazê-la de volta a vida, uma vez que ela foi seu antigo amor. A princesa foi o motivo do cruel fim de Imhotep, já que foi por tentar ressuscitá-la ainda na época do Egito Antigo — fazendo uso do Pergaminho de Thot — que ele recebeu a punição máxima, que era ser sepultado vivo, sem formulas sagradas para protegê-lo e sem oferendas mortuárias.

A execução deste plano seria tranquila se não fosse um problema: a princesa Ankhesenamon reencarnou e agora é uma jovem chamada Helen Grosvenor (Zita Johann). Passando a saber disso Imhotep fará de tudo para recuperar a sua amada.

Ankhesenamon (Zita Johann). Universal Studios.

Este “A Múmia” tornou-se o parâmetro para os demais filmes da temática na Universal Studios (e mesmo de outras produtoras). Se não fosse ele provavelmente nossa visão de maldições egípcias seria um pouco diferente e a presença de fantasias e enfeites retratando múmias na época do Halloween certamente não seria corriqueira.

Helen Grosvenor (Zita Johann). Universal Studios.

Quando assistimos a esta obra e comparamos com o que estava sendo lançado na época é de se admirar com o nível de criatividade. Quantos roteiristas hoje pensariam em ressuscitar uma múmia, seja lá de qual cultura, e fazê-la caminhar pelas ruas modernas? Não é à toa que esta fórmula foi usada e reusada tantas vezes pela Universal sem nenhuma preocupação.

Clique aqui para ler um spoiler

Outro ponto interessante é o desenrolar do filme: preste a sofrer um sacrifício para ser mumificada e libertar a alma de Ankhesenamon a Helen está totalmente indefesa. Em uma história clássica comum ela seria salva pelo mocinho do filme, mas o enredo vai para um outro lado. Ela, em prece a deusa Ísis, pede para que a divindade lhe ensine os antigos encantamentos que esqueceu, graças a reencarnação e é assim que ela consegue dar fim a Imhotep dando um desfecho a trama.

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Existem pontos do filme que são orientalistas, como alguns dos comentários da personagem Helen em relação ao Egito moderno: ela o trata quase como uma doença. O que é perfeito, aos seus olhos, é a antiguidade do país. Parece uma visão romântica do passado, mas também faz parte do discurso imperialista da época que, inclusive, era usado para justificar porque só os europeus podiam praticar a arqueologia no Egito e cuidar dos seus artefatos. Uma visão que assombra a Egiptologia e a Arqueologia Egípcia até os dias atuais.

Imhotep (Boris Karloff) e Helen Grosvenor (Zita Johann). Universal Studios.

Curiosidades:

☥ O nome “Imhotep” é uma homenagem ao arquiteto que construiu a primeira pirâmide egípcia: a “Pirâmide de Djoser”;

☥ O filme teve grande inspiração na descoberta da tumba do faraó Tutankhamon, ocorrida em 1922. É tanto que o nome da princesa, Ankhesenamon, é o nome da esposa desse rei;

☥ “Ardath Bey” é um anagrama que significa “morte por Rá”;

☥ Algumas cenas mostrando outras reencarnações da princesa Ankhesenamon foram gravadas, mas jamais foram utilizadas e se perderam com o tempo;

☥ Em “A Mão da Múmia” algumas cenas de “A Múmia” foram reaproveitadas;

☥ Na série mexicana “Chaves”, no episódio “Filme de Terror”, Chaves e Chiquinha assistem a essa obra;

☥ Na série “Bones” ele é exaustivamente citado no capítulo quinto da quita temporada, “A Night at the Bones Museum”,traduzido no Brasil como “O menino do coração que sangra”.

☥ A personagem Cleo de Nile de “Monster High” foi inspirada no monstro “A Múmia”.

 

Fotos de bastidores:

 

 

Fontes das curiosidades de bastidores:

The Mummy (1932) | UMDB. Disponível em < http://www.imdb.com/title/tt0023245/ >. Acesso em 08 de agosto de 2017.

Mummy Dearest: A Horror Tradition Unearthed (1999; Universal Studios).

Estudando Arqueologia no exterior e decorando nomes egípcios

Esta é mais uma edição do “Respondendo Perguntas” dos explorers. Espero sanar parte da curiosidade de vocês acerca de temas nem tão acadêmicos assim tais como a minha tatuagem (que são hieroglifos), minha monografia e como se familiarizar com a leitura de temas históricos.

hieroglyphs

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Amuletos egípcios: significados dos símbolos e os seus usos

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Quando pensamos em antiguidade egípcia de forma geral a palavra-chave principal é religião. De fato, os indivíduos que viveram sob a autoridade do rio Nilo — e os oásis mais próximos — eram extremamente religiosos e vinculavam parte do seu sucesso, mesmo que dependessem de muita força humana, a divindades, a forças sobrenaturais.

Contudo, pode-se dizer que existe um grande paralelo na religião egípcia onde por um lado ela era exercida pelo faraó e os sacerdotes, cercada pelo mistério e as relações de poder. Do outro, temos a população comum, impedida de adentrar na maioria dos espaços mais sagrados, tendo como alternativa realizar pequenos rituais ou se utilizar de amuletos para alcançar algum objetivo (ANDREWS, 1994).

Variedades de amuletos do Ashmolean Museum. ISBN 84-7838-737-4

Egyptian Amulets

Variedades de amuletos.

O amuleto, ou talismã, é um ornamento pessoal que graças ao seu formato, matéria-prima ou cor poderia dotar o seu portador de capacidades mágicas ou conceder proteção. Na antiguidade egípcia eles faziam parte do cotidiano tanto das pessoas comuns, como da nobreza e da realeza. Na tumba do faraó Tutankhamon, por exemplo, foram encontrados dezenas deles (TIRADRITTI, 1998; JAMES, 2005). A importância dada a estes objetos era tamanha que eles poderiam ser utilizados tanto em vida como no pós-morte. Ainda tinham aqueles que possuíam um uso unicamente funerário, como era o caso do Livro dos Mortos, que eram confeccionados unicamente para ser postos dentro da sepultura (ANDREWS, 1994).

Os amuletos egípcios foram o tema do vídeo especial do Arqueologia Egípcia em comemoração dos mais de 3.000 inscritos no canal. Assista para conhecer mais sobre o universo da religião egípcia.

Alguns tipos de amuletos

Vários foram os tipos de amuletos que prometiam algum tipo de proteção. Um exemplo é o já citado Livro dos Mortos, uma coletânea de fórmulas mágicas destinadas a proteção do falecido. Existiam também os decretos oraculares, que a partir do Terceiro Período Intermediário passaram a ser registrados em cilindros que eram utilizados ao redor do pescoço do interessado. Imagens de antepassados também poderiam assumir funções amuléticas. Gestantes e recém-nascidos tinham algumas opções de proteção devido ao grau de risco que sofriam: Um amuleto com a imagem da deusa Tauret poderia resguardar a grávida e determinadas vestimentas conferiam proteção na hora do parto. Imagens do deus Bés tinha como intenção guardar o recém-nascido e como proteção extra os pais tinham como opção amarrar um papiro com uma fórmula mágica prometendo a sobrevivência da criança ou adotar um vaso cerâmico para leite retratando a imagem de uma mulher amamentando (ANDREWS, 1994; TIRADRITTI, 1998; DAVID, 2011).

Vaso para leite. www.resignation.bg/gallery

Eye of Horus

Ancient Egyptian amulets

Porém, apesar de sabermos a utilidade de uma série destes objetos, a maioria possui o uso ainda desconhecido ou confuso. Imaginem que são dezenas de amuletos com variadas formas — algumas das quais faziam sentido somente para os antigos egípcios, a exemplo do nefer (veja quadro a seguir) —, com imagens de animais que representavam diferentes divindades e mesmo retratando sincretismos. Abaixo vocês poderão conferir uma simples variedade destes objetos e seus respectivos usos:

Imagem Nome/Forma/Divindade Significado
  Ankh Vida.
  Wedjat Proteção, um amuleto que conferia saúde.
  Djed Estabilidade, permanência.
  Tyet Também chamado de “nó de Ísis”, era colocado no pescoço do morto para a sua proteção.
  Nefer Não se sabe a sua serventia. Provavelmente tem algo a ver com beleza ou perfeição.
  Tauret Amuletos com a forma desta deusa tinham a intenção de proteger as gestantes e promover um bom parto.
  Bés Amuletos com a forma deste deus tinham como objetivo proteger as crianças e afastar os maus sonhos.
  Tartarugas Afastar o mal através da intimidação.
  Relacionados com a deusa Hequet, conferiam a fertilidade e renascimento.
  Ib O coração do falecido. Conferia eternidade.
  Kheper (escaravelho) Eternidade e renascimento.

Referências bibliográficas:

ANDREWS, Carol. Amulets of Ancient Egypt. Londres: British Museum Press, 1994.

BAINES, John; MALEK, Jaromir. Deuses, templos e faraós: Atlas cultural do Antigo Egito (Tradução de Francisco Manhães, Maria Julia Braga, Michael Teixeira, Carlos Nougué). Barcelona: Folio, 2008.

DAVID, Rosalie. Religião e Magia no Antigo Egito (Tradução de Angela Machado). Rio de Janeiro: Difel, 2011.

JAMES, Henry. Tutancâmon (Tradução de Francisco Manhães). Barcelona: Folio, 2005.

MULLER, Hans Wolfgang; THIEM, Esberhard. O ouro dos faraós (Tradução de Carlos Nougué, Francisco Manhães, Maria Julia Braga, Angela Zarate). Barcelona: Folio, 2006.

TIRADRITTI, Francesco. Tesouros do Egito do Museu do Cairo. São Paulo: Manole, 1998.

7 fotos interessantes da descoberta da tumba de Tutankhamon

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Já faz um tempo que não gravo nenhum vídeo para o quadro “Tut e o Vale dos Reis”, mas finalmente está aí mais um tema para vocês: 7 fotos interessantes da descoberta da tumba de Tutankhamon.

Para este vídeo selecionei 7 fotos da época da abertura da sepultura do faraó Tutankhamon. Meu argumento foi separar alguns dos detalhes os quais achei atraentes e que vocês poderiam gostar.
Todas as fotografias, sem exceção, são de autoria do fotografo Harry Burton.

Sobre o selo da necrópole:

No vídeo comentei em um dado momento sobre o nome que está no selo da necrópole possivelmente ser do rei Ay. Contudo, como comentei lá, não levem muito a sério. Observei a foto em alta resolução e ainda assim não consegui identificar 100% de quem é o nome. Olhei um dos registros de Carter e o único desenho que encontrei estava sem o cartucho. Então foi só uma dedução minha baseada UNICAMENTE na foto que tenho acesso.

5 mães famosas do Egito Antigo

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Não foi fácil escolher poucas mulheres, mas está aí uma modesta lista com cinco nomes da antiguidade egípcia que chegaram até nós graças aos trabalhos de Arqueologia e Egiptologia. Notem que a minha escolha não se baseou em mães mais amáveis ou maternais, mas as famosas no meio acadêmico graças a feitos notáveis.

Originalmente Hatshepsut fazia parte da lista, mas retirei por respeito, já que a sua única filha faleceu muito jovem e na hora da organização do roteiro esqueci completamente de Tutmés III.

— Leia também: Ser mãe no Egito Antigo

DVD “A Maldição de Tutankamon”: comentários

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Em 2014 realizei aqui para o AE a resenha escrita e em vídeo do DVD “A Maldição de Tutankamon*” (The Curse of Tutankhamun) —  *sim, grafaram o nome do rei desta forma mesmo — . É um ótimo post, mas ao menos o vídeo precisei dar uma atualizada, já que na época em que ele foi gravado não existia a estrutura para gravação que possuímos atualmente.

No post original da resenha além de explicar acerca do documentário comentei o contexto da época em que eu o assisti. Vocês podem dar uma olhada nele na caixa ao final dessa postagem ou clicando aqui.

E abaixo o novo vídeo:


(Resenha – Documentário) A Maldição de Tutankamon, da Discovery

O filme “A Múmia” (2017): comentando o novo trailer

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Em pouco mais de um mês o filme “A Múmia” (2017) estará nas telas do cinema do Brasil. No dia 08 de junho o público poderá conferir a nova roupagem do monstro que tanto ajudou a popularizar a cultura egípcia em filmes e desenhos animados.

Recentemente foram liberados mais um pôster e o segundo trailer da produção, que ao contrário do primeiro explica melhor para o público o enredo: agora temos a história da princesa Ahmanet (Sofia Boutella), que após cometer um crime é sepultada viva como punição. Milênios depois ela acaba sendo despertada e começa a espalhar o mal.

Novo pôster. Reprodução.

Agora é a vez de Ahmanet. Foto: Divulgação.

Aqui o protagonista é interpretado pelo Tom Cruise, que viverá um membro das forças especiais que irá para um deserto em busca de terroristas, mas que acaba descobrindo a tumba da princesa. Teremos também a Annabelle Wallis, que interpretará uma arqueóloga e o Russell Crowe vivendo o personagem clássico Henry Jekyll, do livro “O Médico e o Monstro”.

Então, atendendo a pedidos, gravei um vídeo comentando o que, através deste último trailer, eu espero do filme:

Como o leitor Yuri Ribeiro bem lembrou nos comentários do YouTube eu acabei esquecendo de comentar as roupas egípcias. Tudo bem, fica para quando eu comentar o filme completo. E rememoro que já falei sobre as tatuagens da personagem do monstro no vídeo “Franquia de filmes ‘A Múmia’ da Universal Studios”. Deem uma conferida nele também.