Quem é? Dra. Colleen Manassa

Por Márcia Jamille Costa |@MJamille

No dia 05/05 apresentei aqui a Profa. Dra. Kara Cooney. Desde então fiquei em dúvida, imaginando quem seria a próxima pesquisadora a postar. Fiquei entre duas mulheres bem proeminentes e acabei optando por umas das egiptólogas que mais acho interessante e da qual pouco se fala: Profa. Dra. Colleen Manassa.

 

Dra. Colleen Manassa. Yale

Ela é a prova de que um visual diferente pode ser bem vantajoso. Em 2007 participou do documentário “Construindo um Império: Egito” da The History Channel, mas não liguei muito, foi quando a vi este ano no documentário “Projeto Tutankhamon” (2010) da Discovery Channel com um corte de cabelo totalmente novo e bem pouco usual. Eu achei Dra. Manassa tão simpática que procurei por seus trabalhos.

 

Tutankhamun’s Armies: Battle and Conquest During Ancient Egypt’s Late Eighteenth Dynasty (2007)

Dra. Manassa é uma das professoras que fazem parte do corpo docente do Departamento de Linguagens e Civilizações do Oriente Próximo na Yale e atua com literatura do Novo Império, gramática egípcia e história militar tendo então, ao lado do colega Dr. John Coleman, escrito o livro Tutankhamun’s Armies: Battle and Conquest During Ancient Egypt’s Late Eighteenth Dynasty (2007) que traz uma releitura de vários documentos da época amarniana, inclusive as celebres “Cartas de Amarna”.

Devido ao seu currículo e aparições com certeza a veremos outras vezes em documentários. Até lá vamos esperando.

Para saber mais: http://www.yale.edu/nelc/cmanassa.html

Réplica de Tutankhamon em Nova York

Réplica da múmia de Tutankhamon é apresentada em Nova York

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

Quem está visitando a exposição King Tut and the Golden Age of the Pharaohs onde estão sendo apresentados vários dos artefatos da tumba do faraó-menino Tutankhamon em Nova York se surpreendeu com a réplica de sua múmia disponível para a visitação. O trabalho do artista responsável ficou tão perfeito que ela se passaria pela a verdadeira se o visitante não fosse avisado de que na realidade ela nada mais é que uma estátua.

Réplica da múmia de Tutankhamon apresentada em Nova York. Foto: AP Photo/Richard Drew. 2010

 

O Dr. Zahi Hawass (do SCA) planeja levá-la para o museu de Ankhenaton que está sendo construído em Minya. O espaço abrigará artefatos da era Amarna e terá uma sala especial para os achados da família real.

Tutankhamon pode ter morrido de malária

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille 

Não é um resultado definitivo para a causa da morte, mas inquestionavelmente foi apontado em seu exame de DNA que o rei, que morreu aos 18 a 19 anos possuía traços de malaria em seu sangue, de acordo com a notícia veiculada pela a BBC. O exame também mostrou que ele possuía uma doença nos ossos denominada Kohler e que não possuía Marfan, como ainda afirma alguns pesquisadores.

 

 

Tutankhamon. BBC. 2010.

 

Mais resultados sobre o exame devem sair em breve, mas isto, com certeza, não irá dissipar as duvidas quanto ao que matou o rei, já que mesmo após a divulgação dos resultados o Dr. Bob Connolly, professor de antropologia física da Universidade de Liverpool, aponta que o faraó pode ter perecido de outra coisa (um acidente, talvez) e não justamente da malaria.

Fonte: ‘Malaria and weak bones’ may have killed Tutankhamun, 17/02/2010 <http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8516425.stm>