(Revista Nat Geo) King’s Tut DNA

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

A National Geographic Brasil de setembro virá com uma matéria sobre o exame de DNA realizado com os restos do faraó Tutankhamon, cujo resultado foi liberado no início deste ano (2010) e teve como finalidade tentar localizar a sua família dentre algumas múmias ainda sem nome e também confirmar parentescos. Como a revista ainda não chegou às bancas resolvi comprar a versão estrangeira.

 

King’s Tut DNA. Foto: Kenneth Garrett. 2010

King’s Tut DNA. Foto: Kenneth Garrett. 2010

 

A disposição da matéria está muito bonita, os editores da revista colocaram uma folha inteira com a foto de cada múmia examinada e ao lado uma descrição do gral de parentesco com Tutankhamon, além disto, foram disponibilizados alguns dos dados do exame que só tínhamos acesso até então pelo o relatório da pesquisa.     

As fotografias são de autoria de Kenneth Garrett, responsável pela a maioria das fotos de artefatos egípcios do acervo da National Geographic.

A versão em português está prevista para chegar às bancas brasileiras agora na primeira semana de setembro, mas a previa já pode ser conferida no site da revista.

Márcia Jamille

Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia e autora do livro "Uma viagem pelo Nilo". [Leia seu perfil]

3 comentários sobre “(Revista Nat Geo) King’s Tut DNA

  1. havia uma variação enorme de consanguinidade,portanto pode ser o caso de tutancamom não ter parentescos tão próximos,a não ser seu pai,que diga se de passagem nem sabe ainda se akenatom era mesmo o seu pai.

    • O que se passou neste caso é que os arqueólogos que trabalharam na pesquisa uniram artefatos que encontraram em alguns sítios de fora de Amarna e tais artefatos sugeriam que o Akhenaton era pai de Tutankhamon, de fato, existem ainda disparidades, mas até que alguém encontre “provas” contrarias por enquanto só podemos dizer que ambos eram pai e filho mesmo.
      Esta conclusão não foi só por que estudioso “x” ou “y” quis apontar parentesco, existe uma cadeia de estudos por trás desta publicação sobre o DNA do faraó.

      Grande abraço!

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