【Tese】Ushabts do Museu Nacional

Os servidores funerários da coleção egípcia do Museu Nacional: Catálogo e interpretação – Cintia Alfieri Gama | Português |

 

O uso da magia para suprir as necessidades do morto, e melhorar a sua existência na vida após a morte, levou à criação de um numeroso grupo de imagens no equipamento funerário.

Dentre estas estão as estatuetas funerárias que são conhecidas por três nomes alternativos shabti, chauabti e ushabti. O significado das estatuetas era complexo, e mudou com o passar do tempo.

Desde a substituição da função dos antigos modelos, estas estatuetas possuem um caráter de servas do morto ou, mais ainda, agem como um substituto pessoal para o seu mestre.

A fonte básica para este trabalho são os 244 servidores funerários da Coleção egípcia do Museu Nacional do Rio de janeiro. Num pano de fundo mágico-religioso e tipológico, este material foi analisado levando-se em conta o  seu uso no contexto funerário, que vai do Médio Império até o Período Ptolomaico.

Buscamos entender, por meio das estatuetas  funerárias, as crenças egípcias relacionadas com o Além.

 

Palavras-chave: egiptologia, shabti, ushabti, coleção, religião, funerário, magia.

 

Obtenha a tese Os servidores funerários da coleção egípcia do Museu Nacional: Catálogo e interpretação (Disponível online no site do Museu Nacional do Rio de Janeiro)

【Banner】Ensaio sobre Ankhesenamon

Breve ensaio sobre a Terceira princesa de Amarna – Márcia Jamille N. Costa| Português |

Banner apresentado em 2008 no Workshop de Xingó, ele fala do selo “pa-aton” encontrado na KV-63 ao qual foi sugerido uma ligação com a rainha Ankhesenamon, que outrora chamava-se Ankhesenpaaton.

Ankhesenamon foi a única esposa do faraó Tutankhamon e provavelmente uns dos últimos vínculos da realeza com o período Amarna.

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(Tese)Textos das Pirâmides aos Sarcófagos

Dos Textos das Pirâmides aos Textos dos Sarcófagos: a “democratização” da imortalidade como um processo sócio-político – Maria Thereza David João | Português |

O tema central deste trabalho é o pensamento religioso egípcio acerca da morte,privilegiando a análise da literatura funerária conhecida como Textos das Pirâmides e Textos dos Sarcófagos. A apropriação por particulares de textos outrora destinados a prover a imortalidade régia é conhecida pelos estudiosos como “democratização” da imortalidade, e é justamente este processo que interessa de forma direta aos objetivos desta dissertação.

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(Artigo) Escrevendo hieróglifos – Moacir

Escrevendo em hieróglifos – Moacir Elias Santos | Português |

A língua egípcia é formada por um grande número de sinais que no estágio conhecido como Médio Egípcio inclui aproximadamente setecentos hieróglifos. As imagens podem ser agrupadas dentro de diversas categorias, que apresentam figuras humanas, diversas classes de animais, plantas, edificações, objetos inanimados, entre muitas outras. Mas como seria possível, dentre tantos sinais, saber onde começa uma frase? (…) basta olhar para onde qualquer uma das figuras animadas está direcionada, seja ela uma mulher sentada ou um pato em pé.

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【Artigo】Recriando o Egito no Brasil

 

Recriando e Divulgando o Egito Antigo no Brasil – Moacir Elias Santos| Português |

 

Antiguidades egípcias não são muito comuns em terras brasileiras, mas desde 1826, a partir da compra de uma coleção de artefatos egípcios e greco-romanos efetuada pelo imperador D. Pedro I, dispomos de múmias humanas e de animais, ataúdes, estelas funerárias, estatuetas de bronze, madeira, faiança, entre outros materiais no atual Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Esta coleção foi enriquecida com algumas doações, como as peças que Dom Pedro II, que era um entusiasta nos estudos da sociedade egípcia, recebeu como presente durante suas andanças pelas terras do Nilo nos anos de 1871/72 e 1875/76.

 

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【Artigo】 Corpo e Egiptomania no Brasil

Corpo e Egiptomania no Brasil – Margaret M. Bakos | Português |

Este artigo sintetiza uma palestra oferecida no XII Ciclo Anual de Debates do LHIA, em novembro de 2002, com a temática Olhares do Corpo. (…)
O objeto do projeto é a investigação sobre a apropriação e a reinterpretação de elementos da cultura egípcia, com vistas à criação de novos significados e usos.

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【Artigo】Arqueologia histórica no mundo

 

A Arqueologia histórica em uma perspectiva Mundial – Pedro Paulo A. Funari | Português |

 

A Arqueologia das sociedades com escrita tem uma grande tradição na disciplina, em particular no estudo das grandes civilizações fundadoras do “Ocidente”, como as Arqueologias Clássica, Bíblica, Egípcia e Médio Oriental. Contudo, o termo “Arqueologia Histórica” tem sido usado, em particular na América do Norte, para referir-se ao estudo de um período histórico específico, o moderno (sensu anglico, i.e. do século XV em diante, Deetz 1977), em geral nas Américas.

 

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