Grande esfinge de faraó é encontrada no Sul do Egito

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Uma missão sueco-egípcia sob a coordenação da Universidade de Lund realizou a descoberta de uma oficina de esculturas de arenito datada do Novo Império. Este sítio arqueológico está localizado nas pedreiras de Gebel El-Silsila, Aswan; onde as escavações revelaram que ela também funcionava como o lar dos trabalhadores das pedreiras (juntamente com suas famílias)[1][2][3].

Foto: Gebel El-Silsila Project (2019)

Dentre os artefatos encontrados no local está uma grande crioesfinge, que em termos simples é uma esfinge com cabeça de carneiro, um dos símbolos do deus Amon, padroeiro da cidade de Tebas. Ela foi esculpida em um bloco de arenito pesando possivelmente 10 toneladas [3] e possui cerca de 3,5 metros de altura, 5 metros de comprimento e 1,5 de largura. Provavelmente é datada do reinado de Amenhotep III (Novo Império). Não se sabe exatamente os motivos para a crioesfinge ter sido abandonada na pedreira. Uma das sugestões é a de que ela acabou sendo quebrada durante o seu transporte, a outra, e a mais provável, é a de que Amenhotep III teria morrido antes dela ter sido concluída e que por isto não existia motivos para finalizá-la[1][2][3].

Foto: Gebel El-Silsila Project (2019)

Foto: Gebel El-Silsila Project (2019)

Na base da estátua, a equipe encontrou uma escultura quebrada de uma cobra uraeus, símbolo da realeza. No local também foi encontrada uma pequena esfinge a qual acredita-se que tenha sido feita por um aprendiz que estava pondo em prática o que estava aprendendo. “Encontrar uma peça de prática em menor escala, esculpida por um aprendiz, juntamente com a esfinge em grande escala, é igualmente excepcional“, diz Maria Nilsson, uma das líderes da missão[1].

Foto: Gebel El-Silsila Project (2019)

Também foram descobertos vários fragmentos de hieróglifos provenientes de um naos (pequeno templo em formato retangular) nominado a Amenhotep III. Assim como restos tanto de uma escultura de um falcão, como de um obelisco [1][2][3].

Foto: Gebel El-Silsila Project (2019)

A descoberta foi documentada por uma equipe de filmagem da National Geographic e aparece no episódio 5 da série “The Lost Treasures of Egypt”. Imagens da descoberta também serão mostradas no programa “Secrets of Egypt’s Valley of the Kings”, no Canal 4, no Reino Unido, em março [3].

No Egito Antigo a elaboração de grandes esculturas era um trabalho feito em conjunto onde cada pessoa ficava responsável por cada detalhe. Você gostaria de ter uma lembrança disto em sua estante? Então confira a imagem colecionável “Execução de uma escultura real” da Coleções DelPrado. Comprando através do nosso link o Arqueologia Egípcia ganha uma comissão. Clique aqui para adquirir a sua.

Fontes:

[1] New Kingdom workshop discovered in Egypt’s Gebel El-Silsila. Disponível em < http://english.ahram.org.eg/NewsContent/9/40/326232/Heritage/Ancient-Egypt/New-Kingdom-workshop-discovered-in-Egypts-Gebel-El.aspx >. Acesso em 28 de fevereiro de 2019.

[2] Descubierta una esfinge inacabada con cabeza de carnero y otras piezas egipcias. Disponível em < https://www.nationalgeographic.com.es/historia/actualidad/descubierta-esfinge-inacabada-cabeza-carnero-y-otras-piezas-egipcias_13943/1 >. Acesso em 28 de fevereiro de 2019.

[3] Ram-Headed Sphinx Abandoned by King Tut’s Grandfather Found in Egypt. Disponível em < https://www.livescience.com/64870-ram-headed-sphinx-egypt.html >. Acesso em 03 de março de 2019.

Aliens construíram as pirâmides!

Esta é a minha tradução do texto Aliens built the pyramids!” (Aliens construíram as pirâmides!) escrito pelo arqueólogo egípcio Zahi Hawass para o site Egypt Independent. Aqui o Hawass discute sobre o fascínio de algumas pessoas em relação às pirâmides egípcias e sobre a descoberta dos Papiros Wadi al-Jarf, que falam sobre a construção da Grande Pirâmide.

Aliens construíram as pirâmides!

Por Zahi Hawass

Pirâmides do Paltô de Gizé. Foto: Ricardo Liberato.

As pirâmides ainda estimulam a imaginação das pessoas de todo o mundo e geram fãs que ficam obcecados com elas dia após dia!

Muitos, especialmente nos EUA, acreditam que existem criaturas espaciais que vieram de Marte e construíram as pirâmides. Isso não é científico de forma alguma. As teorias ainda aparecem em um show transmitido e produzido pelo canal norte americano History[1], intitulado “Ancient Aliens”[2].

Muitos cidadãos dos EUA e de outros países me enviam e-mails (como qualquer pessoa pode fazer através do meu site). Acusam-me de mascarar todos os fatos que descubro e que, no seu ponto de vista, mostram que os egípcios não são os construtores das pirâmides! Eles erroneamente acreditam que sob a Esfinge estão evidências de Atlântida! Todas essas mentiras levantam a muitas ideias falsas sobre as pirâmides e os fatos reais e contos associados.

E eu escavo embaixo da Esfinge não apenas para saber o nível das águas subterrâneas, mas para provar a ausência de qualquer evidência para essa bobagem.

Infelizmente, alguns egípcios também pregam temas infundados como a “mentira da segunda Esfinge” e outras mentiras que distorcem a grande civilização egípcia antiga, nas mãos de alguns de seus filhos que anseiam por uma fama que não é baseada em trabalho duro, ciência e diligência. Deus salve o Egito e seus grandes monumentos dessas pessoas imprudentes!

Há uma semana, fiz uma ligação para um canal estrangeiro. Expliquei que, infelizmente, o público em toda parte não sabe nada sobre a maior descoberta arqueológica do século 21, que é a descoberta dos papiros “Wadi al-Jarf” perto de Suez.

É o maior e mais antigo papiro em todo o mundo, que remonta ao reinado do rei Khufu, e a primeira descrição conhecida de como a pirâmide de Khufu foi construída. Este papiro foi escrito tanto em linguagem hieroglífica como hierática, e publicado com tradução. Atualmente está no Museu Egípcio em Tahrir.

Nela, o inspetor Merer transcreve o diário de seu trabalho na construção da Grande Pirâmide. Merer era o chefe de 40 trabalhadores, que ele levou para as pedreiras de Tora.

Por sua descrição, Merer preparou um grande barco para transportar as pedras pelo Nilo. Ele descreve o método de transporte até as pedras atingirem a área de construção em Gizé. Ele indica que o peso da pedra chega a 2,5 toneladas cada, e registra que essas pedras, que foram cortadas, foram arrastadas para os barcos.

Então ele nos conta sobre o rei Khufu, e que ele estava morando em seu palácio em Gizé – em vez de viver em Memphis, como alguns livros de história afirmam. Merer aponta que ele tinha um chefe chamado Dede e que o principal responsável pela entrada das pedras e itens alimentares era Ankh-Haf.

A área ao redor da pirâmide foi denominada “Ankh – Khufu”, que significa “a vida do rei Khufu”, enquanto as áreas de sepultamento foram denominadas “Akht Khufu”, que significa “horizonte de Khufu”.

O trabalho foi registrado durante o vigésimo sétimo ano do governo do rei Khufu, o que pode indicar que Khufu governou por cerca de 32 anos.

Isso é o que a ciência nos diz sobre o maior edifício do Egito faraônico, a Grande Pirâmide.

Por outro lado, infelizmente, alguns falam palavras estranhas sem nenhuma evidência científica, como a de que a pirâmide foi usada para gerar eletricidade! Existe quem diga que o rei estava armazenando trigo dentro da pirâmide para uso em tempos de fome! Essas alegações são inválidas, porque há evidências escritas indicando que a pirâmide foi feita especificamente para enterrar o rei e transformá-lo em um deus na vida após a morte.

Eu diria também que a pirâmide foi o projeto nacional do Egito, e que as pirâmides construíram o Egito.

Alguém pode dizer então que existem aliens espaciais que construíram as pirâmides?

Eu digo a todos aqueles que estão obcecados com as pirâmides do Egito: você tem o direito de se surpreender e até mesmo se impressionar com as nossas pirâmides atemporais, mas não vamos permitir que você distorça nossos monumentos, que é a nossa mais querida posse. Pare com esse absurdo. Deus te abençoe!


[1] Provavelmente ele está falando do canal History Channel.

[2] “Alienígenas do Passado”, aqui no Brasil.

Texto original: 

Aliens built the pyramids! Disponível em < https://www.egyptindependent.com/aliens-built-the-pyramids/ >. Acesso em 11 de novembro de 18.

Bombas de água são usadas em Gizé

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Esfinge e uma das pirâmides do platô de Gizé. Imagem disponível em SILIOTTI, Alberto. Egito. (Tradução de Francisco Manhães). 1ª Edição. Barcelona: Editora Folio, 2006. p. 135.

Um problema que vem preocupando os arqueólogos das últimas décadas é o acumulo de água subterrânea abaixo das pirâmides e da Esfinge do platô de Gizé. Para tentar resolver esta questão o governo egípcio instalou no mês passado (junho/2012) bombas para retirar a água destas regiões, no entanto, esta medida pode, de acordo com hidrólogos, prejudicar estes edifícios da antiguidade. O sistema envolve 18 bombas de água capazes de bombear 26.000 metros cúbicos de água por dia. O projeto levantou o temor de hidrólogos e ecologistas de que a retirada da água poderia corroer a rocha sob o sítio e levar ao colapso os monumentos lá situados.

Kamal Oda, professor de hidrologia da Suez Canal University, falou ao Ahram Online que, de acordo com um relatório do Ministério Egípcio do Estado para Antiguidades, as máquinas irão bombear cerca de 9,6 milhões de metros cúbicos de água por ano a uma profundidade de 100 metros abaixo da esfinge. Isto, ele alertou, pode causar uma queda no nível do solo e aumentar o risco de erosão e falência estrutural da Esfinge e das pirâmides. Porém Ali El-Asfar, diretor das Antiguidades do Platô de Gizé, por sua vez contestou a afirmação de Oda, ele afirma que as máquinas de bombeamento irão parar automaticamente quando o nível das águas subterrâneas atingirem 15,5 metros acima do nível do mar.

El-Asfar falou ao Ahram Online que a Esfinge, a Grande Pirâmide e os templos do vale do platô estão “completamente seguros”, já que o nível das águas subterrâneas deles tinham atingido 4,6 metros abaixo do nível do solo – o mesmo nível visto nos tempos antigos. “Estes níveis são naturais”, disse o Ministro do Estado para as Antiguidades, Mohamed Ibrahim, ao mesmo jornal. Ele apontou que o rio Nilo um dia tinha chegado ao platô, onde um porto tinha sido escavado para os barcos transportar blocos de pedra das pedreiras de Aswan e Tora (no extremo Sul do Egito) para as pirâmides que ainda estavam em construção.

 

Qualquer falha no projeto poderá vir a comprometer não só a integridade da Esfinge e das pirâmides, mas do complexo de monumentos que se encontram no sitio. Imagem disponível em BREGA, Isabella; CRESCIMBENE, Simonetta. Um passeio pelos lugares e pela história do Egito. (Tradução de Michel Teixeira, Maria Júlia Braga, Joana Bergman, Carlos Nougué). 1ª Edição. Barcelona: Editora Folio, 2007. p. 73.

Estes níveis de águas subterrâneas no platô de Gizé, especialmente na área abaixo dos sítios arqueológicos que compreendem as pirâmides e a Esfinge, têm aumentado recentemente devido um novo sistema de drenagem instalado na aldeia vizinha de Nazlet Al-Seman e as técnicas de irrigação usadas para o cultivo na área residencial vizinha de Hadaeq Al-Ahram.

 

Notícia retirada de Egypt’s Sphinx, Pyramids threatened by groundwater, hydrologists warn. Disponivel em < http://english.ahram.org.eg/News/46972.aspx >. Acesso em 06 de julho de 2012.

 

Sobre leão achado no Egito em 2001

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

Leões são animais nativos das savanas, mas seu culto se fez popular no nordeste da África por representar o poder do faraó. Imagem disponível em < http://www.androidwallpaper.us/animals/african-lion/ leão >. Acesso em 02 de abril de 2012.

Vários foram os animais divinizados no Egito, mas poucos são tão populares nas discussões atualmente. É reconhecida a existência de cultos aos gatos e crocodilos, mas raramente é comentado acerca do culto aos leões, animais tão raros no Egito na época dos faraós, mas que eram de suma importância para pensamento religioso e o discurso monárquico, sendo um dos principais símbolos do poder do governante.

Nativo das savanas africanas, os leões deveriam chegar até o Egito transportados pelo rio Nilo. Assim como outros felídeos de grande porte é possível que alguns deles tenham vivido nos palácios reais, servindo como animal de estima do faraó. Em suma, poucos exemplares foram encontrados em sítios arqueológicos o que dificulta fazer uma estimativa de quantos poderiam ter vivido no Egito. Um destes exemplares foi encontrado em 2001 em Bubastis e transformou-se em uma das ocorrências incomuns da Arqueologia Egípcia.

Bubastis encontrava-se próximo a Aváris e Tânis, na literatura clássica ela era conhecida como Bubasteion, mas dentre os egípcios era chamada de Per-Bastet, “casa de Bastet” ou “pertencente à Bastet” (clique aqui e leia mais sobre Bubastis).

Embora a necrópole de Bubastis seja celebre pelas múmias dos gatos votivos a deusa Bastet, cujo culto tornou-se popular durante a Baixa Época e principalmente período Ptolomaico, também existiam múmias de outros animais, dentre elas, a de um leão, o único exemplar descoberto em Saqqara [1]. Ele foi encontrado na tumba de uma funcionária da casa real chamada Maya, que viveu nos anos finais da XVIII Dinastia servindo ao faraó Tutankhamon como ama de leite.

A tumba de Maya foi descoberta em 1996 pela Missão Arqueológica Francesa (MafB), equipe que trabalha até hoje nas ruínas da antiga capital. Foi esta mesma missão que encontrou o este animal em 2001. O espécime está praticamente intacto, exceto pelo o fato de que o seu crânio está parcialmente esmagado, porém não foi encontrado nenhum sinal de violência que poderia ter causado a morte do animal. A sugestão da equipe é de que ele morreu idoso e de forma natural.

Em seu artigo A lion found in the Egyptian tomb of Maïa, o coordenador da expedição, Alain Zivie (et al), destaca que a primeira vista o esqueleto está em uma posição que lembra as das múmias de gatos, embora a disposição dos membros posteriores esteja diferente.

Desenho da missão de arqueologia. A cor azul e amarela/laranja representam os membros anteriores e posteriores, respectivamente. Imagem disponível em ZIVIE, Alain; SAMZUN, Anaïck; CALLOU, Cécile. “A lion found in the Egyptian tomb of Maïa”. Nature. 15 January 2004, Vol 427.

Nos textos clássicos e inscrições faraônicas os leões são citados como animais sagrados no Egito. As esfinges, por exemplo, era um misto de cabeça humana (ou de carneiro) com o corpo de um leão.

Zivie aponta que o leão pode ser o símbolo do deus Mahes, senhor da coragem, filho da deusa Sekhemet (uma mulher com a cabeça de uma leoa) ou Bastet (geralmente apontada como um lado apaziguado de Sekhemet).

A pesquisa no túmulo demonstrou que o leão, apesar de estar em uma tumba da XVIII Dinastia, pertence ao período Helenístico (anos finais da chamada era faraônica), ou seja, em nada tinha a ver com a Maya ou o seu protetor Tutankhamon.

Membro da equipe de Arqueologia em frente ao corpo do leão encontrado na tumba da ama de leite de Tutankhamon. Embora esteja em uma tumba da XVIII Dinastia o animal pertence ao período Helenístico. Imagem disponível em ZIVIE, Alain; SAMZUN, Anaïck; CALLOU, Cécile. “A lion found in the Egyptian tomb of Maïa”. Nature. 15 January 2004, Vol 427.

[1] Existe outro exemplar, mas datado da Dinastia 0, na época do faraó A-ha.

 

Fontes consultadas:

MÁLEK, J; BAINES, J. Deuses templos e faraós: atlas cultural do Antigo Egito. Barcelona: Ediciones Folio, p 174 – 175. 2008

SILIOTTI, A. Egito. Barcelona: Ediciones Folio, p 59. 2006

ZIVIE, Alain; SAMZUN, Anaïck; CALLOU, Cécile. “A lion found in the Egyptian tomb of Maïa”. Nature. 15 January 2004, Vol 427.

(Documentário) Os enigmas da Esfinge

(Documentário) Os enigmas da Grande Esfinge

 

Canal: National Geographic (Brasil)

Data: 27 de Junho

Horário: 20h00

As ações do homem e as forças da natureza estão ameaçando destruir a Grande Esfinge. Para salvá-la, os cientistas precisam descobrir como e por que ela foi construída. Sonhos alucinógenos, sacrifício humano e alinhamento solar são algumas das pistas para a solução dos enigmas da Esfinge e para o resgate desta maravilha da humanidade (sinopse oferecida pelo canal).

(Doc.) Os enigmas da grande esfinge

Canal: National Geographic (Brasil)

Data: 25 de Setembro

Horário: 21h00

As ações do homem e as forças da natureza estão ameaçando destruir a Grande Esfinge. Para salvá-la, os cientistas precisam descobrir como e por que ela foi construída. Sonhos alucinógenos, sacrifício humano e alinhamento solar são algumas das pistas para a solução dos enigmas da Esfinge e para o resgate desta maravilha da humanidade. (sinopse oferecida pelo canal)

Reprises:

Domingo 26 de Setembro; 03h00

Domingo 26 de Setembro; 12h00

Terça-Feira 28 de Setembro; 16h00

(Imagem) Beijando a Esfinge de Giza

 

 

Alguns dos turistas que visitaram o platô de Giza resolveram tirar uma foto mais que especial para guardar como lembrança da ida ao Egito. Com um pouco de empenho se posicionaram ao lado da Grande Esfinge e, criando uma ilusão, beijaram a face da imagem. Estas são fotos muito populares (e divertidíssimas) que rodam pela a internet e como não existia só uma interessante resolvi colocar as mais legais neste painel.

(Documentário) Enigmas da Esfinge

As ações do homem e as forças da natureza estão ameaçando destruir a Grande Esfinge. Para salvá-la, os cientistas precisam descobrir como e por que ela foi construída. Sonhos alucinógenos, sacrifício humano e alinhamento solar são algumas das pistas para a solução dos enigmas da Esfinge e para o resgate desta maravilha da humanidade.

 

 

Título: Os Enigmas da Grande Esfinge

Canal: National Geographic Brasil

Quarta-Feira 28 de Julho 08:00

 

Reprises:

Quarta-Feira 28 de Julho 23:00

Quinta-Feira 29 de Julho 03:00

Sexta-Feira 30 de Julho 16:00

Quarta-Feira 4 de Agosto 09:00