07 February 2012

【Vídeo】Arqueologia Subaquática

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 03 - abril - 2011 2 COMMENTS

Por Márcia Jamille N. Costa | @MJamille

 

Este vídeo promocional é de 2008 e foi feito para divulgar uma das exposições que mostrava peças provindas das pesquisas de Franck Goddio na baia de Alexandria, Egito.

 

 

 

 

A Arqueologia Subaquática no Egito, ao contrário do que alguns comentam, não tem um caráter amador. O próprio SCA possui um departamento especial para fiscalizar os trabalhos de Arqueologia realizados dentro d’água.

 

Uma observação importante que pode ser feita sobre o vídeo é a conservação das peças que é exemplar. Alguns dos artefatos mostrados submergiram após o terremoto que destruiu parte da cidade de Alexandria após a era faraônica enquanto outros são frutos de atividade de refugo.

 

【Vídeo】A profissão de arqueólogo

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 02 - março - 2011 4 COMMENTS

Arqueologia: uma profissão em expansão

 

Terça-feira, 10/08/2010

Interesse pela história da humanidade, disposição para viajar e gosto pela pesquisa e pela leitura são característicaas do arqueólogo.(G1)

 

【Vídeo】Peças egípcias em cofre do Brasil

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 20 - janeiro - 2011 ADD COMMENTS

Abaixo está a matéria do Fantástico sobre as peças de obra de arte que estão retidas nos cofres da justiça brasileira. Dentre elas estão peças arqueológicas provenientes não só do Brasil, como do Egito.

 

 

Obras de arte estão esquecidas nos cofres da Justiça

 

São peças que valem milhões e saíram das mansões de empresários falidos e de narcotraficantes.

 

Um tesouro esquecido nos cofres da Justiça brasileira. São milhares de esculturas e quadros – apreendidos com bandidos e empresários envolvidos em escândalos. Obras de arte que valem milhões. Mas que são mantidas longe dos olhos do público.

“Nós temos obras de mais de 20 anos guardadas aqui”, diz a diretora do Museu de Belas Artes do Rio, Mônica Xexéo. “Os valores de mercado atingem entre US$ 30 e US$ 40 milhões”, calcula o administrador judicial do Banco Santos, Vânio Aguiar.

“A sociedade tem o direito de ver tudo isso”, defende a estudante Ana Régia.

A discussão envolve um acervo de seis mil obras de arte. São peças que saíram das mansões de empresários falidos e de narcotraficantes por ordem da Justiça e estão espalhadas por museus brasileiros.

Em setembro de 2007, a Polícia Federal conseguiu prender o chefe de um poderoso cartel do tráfico de drogas, o colombiano Juan Carlos Abadia. Com ele, descobre ainda um acervo de arte moderna: obras dos brasileiros Burle Marx e Cândido Portinari. São peças que nunca foram expostas, e o Fantástico mostra com exclusividade.

São R$ 3 milhões por ano para guardar e preservar esses quadros. “Limpeza e observação constante para ver se está havendo algum dano, porque a obra quietinha e parada também se danifica, depende do clima e da temperatura. Dá um trabalho”, explica Denise Emerich, diretora técnica do Museu de Arte Sacra de São Paulo.

O destino de toda arte sob custódia depende de decisão definitiva da Justiça. O juiz federal Fausto de Sanctis determinou a guarda provisória nos museus. Ele é contra a venda de obras em leilão para pagar dívidas. “A preocupação é quantificar não em valores monetários, mas em termos culturais as obras que são eventualmente apreendidas”, afirma o juiz.

As obras do ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira ainda estão guardadas e podem servir para pagar a dívida de R$ 3 bilhões do falido Banco Santos. Enquanto isso, muitas permanecem trancadas a sete chaves.

Para chegar ao coração do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo, é preciso atravessar uma área com ar-condicionado, luz moderada e um labirinto de portas. Por questões de segurança, não se pode mostrar onde ficam guardadas as obras apreendidas, porque estão no mesmo espaço do acervo definitivo.

Nem os funcionários autorizados sabem a senha desta espécie de cofre. Eles precisam chamar uma equipe ainda mais restrita, que tem a combinação dos números e faz o controle de quem entra no local.

O tesouro bem guardado é do artista plástico americano Roy Lichteinstein. Foi repatriado dos Estados Unidos e vale o equivalente R$ 4,2 milhões.

“Nada mais verdadeiro do que se torne vendável essas obras arrecadadas de modo que retornem aos investidores, de forma mais rápida possível, aquilo que eles perderam junto ao Banco Santos”, defende o administrador judicial do banco.

O quadro “Figuras sobre uma estrutura”, do uruguaio Joaquim Torres Garcia, e o quadro ‘Hannibal’, de Basquiat, não foram liberados pela Justiça de Nova York, avaliada em R$ 13,5 milhões.

O quadro “A cantora careca”, de Miró, pertenceu ao investidor Naji Nahas, preso em 2008. A suspeita é que as obras podem ter sido usadas para lavagem de dinheiro.

“Adquirem-se obras de arte de forma a mascarar e dificultar a fiscalização do estado e a futura apreensão do produto do crime”, afirmou o juiz Fausto de Sanctis.

A coleção de obras apreendidas pela Justiça tem ainda peças arqueológicas. Algumas estavam com o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira e foi feita por índios que viviam há 600 anos à margem do Rio Tapajós, no Pará. E existe outras mais ousadas. Entre elas, um sarcófago de três mil anos atrás. Segundo o museu, existem apenas mais quatro exemplares desta época no mundo inteiro.

 

Cenas da reportagem “Obras de arte estão esquecidas nos cofres da Justiça”, exibida em 16/01/2011 no programa Fantástico (Rede Globo).

 

Uma porta egípcia de quatro mil anos atrás também era de Edmar e ainda há 23 armários cheios de outras esculturas que também estavam com ele. No Rio de Janeiro, há cinco quadros guardados há 24 anos. São do falido Grupo Coroa Brastel.

“Uma geração inteira que não tem contato e não conhece uma determinada fatia de uma produção artística”, observa a diretora do Museu de Belas Artes do Rio, Mônica Xexéo.

 

Cenas da reportagem “Obras de arte estão esquecidas nos cofres da Justiça”, exibida em 16/01/2011 no programa Fantástico (Rede Globo).

 

Algumas peças não correm o risco de leilão, como um Portinari. A Justiça determinou que a posse é agora do Museu Nacional de Belas Artes, no Rio. Já uma escultura de bronze foi parar no meio da rua em São Paulo para todo mundo ver. Simboliza as musas da escultura e da engenharia e foi feita pelo premiado artista ítalo-brasileiro Galileu Emendabili. Ela também estava com o ex-banqueiro Edemar Cid Ferreira. Agora, o governo discute com a Justiça e com o Congresso manter outras obras apreendidas ao alcance do público.

 

Retirado integralmente de:

 

Obras de arte estão esquecidas nos cofres da Justiça. Disponível em: < http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1641971-15605,00-OBRAS+DE+ARTE+ESTAO+ESQUECIDAS+NOS+COFRES+DA+JUSTICA.html#>. Acesso em 20 de Janeiro de 2011.

 

(Vídeo) Ay e as pinturas de Tutankhamon

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 27 - novembro - 2010 2 COMMENTS

Este vídeo faz parte do último trecho do documentário “O funeral de Tutankhamon” (atualmente em exibição na National Geographic Brasil) e conta qual seria o esquema de Ay, sucessor do faraó-menino, para se representar aos convidados do sepultamento do rei e para os deuses como o herdeiro do falecido.  

 

 

Quem foi Ay?

Foi um dos membros mais populares do séquito que Amenhotep IV (Akhenaton) e Tutankhamon. Após anos servindo aos seus predecessores subiu ao trono depois de uma união com Ankhesenamon, a esposa de Tutankhamon.

 

(Vídeo) Tradição gerando poluição sonora

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 21 - outubro - 2010 ADD COMMENTS

Este vídeo trata do chamado tradicional para as preces que, apesar de ser uma herança cultural, acaba criando um grande ruído pelas já turbulentas ruelas do Cairo e, consequentemente, incomodando os seus moradores. Os chamados são feitos cinco vezes ao dia e em variados volumes, o que cria uma poluição sonora.

O final do vídeo é muito bonito, ele conta com a participação de Mohsen Nour que apresenta ao público um fabuloso exemplo de chamado.

 

 

Cairo sofre com lixo

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 26 - junho - 2010 ADD COMMENTS

Cairo sofre com as 13 mil toneladas de lixo produzidas por dia:

  

Pessoas no Cairo fazem da reciclagem um meio de vida

 A população de Cairo é de 16 milhões de pessoas que produzem 13 mil toneladas de lixo por dia. Muita gente faz da reciclagem um meio de vida. (Globo. Vídeo exibido no Domingo, 09/05/2010).

 

Egito: Caminhos do Nilo – I Parte

Publicado por Márcia Jamille Costa Em 13 - junho - 2010 ADD COMMENTS

 

Em série que mostra uma viagem ao Egito, o repórter Gerson de Souza navega pelo rio Nilo e explora desertos do país. Para chegar ao primeiro destino, Assuã, ele percorreu 1.200 km de trem, partindo da capital egípcia do Cairo, visitou comunidades e mostrou a tradição e os costumes do povo egípcio (Record).