Várias múmias foram descobertas em tumba egípcia

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Ontem, dia 8 de setembro (2017), o Ministério de Antiguidades do Egito anunciou que hoje irá revelar para a imprensa uma tumba com várias múmias em seu interior, em Draa Abu-el Naga (Luxor). Ela está próxima a de um oficial da 18ª Dinastia (Novo Império) chamado Userhat (– 157 –), a qual a sua redescoberta foi revelada em meados de abril deste ano (2017). O AE chegou a noticiar este acontecimento, clique aqui para ler o post. Na época tinha sido explicado para a imprensa que existiam mais duas sepulturas no local. Aparentemente é uma delas o foco da coletiva que ocorrerá na manhã de hoje.

Artefatos encontrados na tumba de Userhat. Foto: Luxor Times.

Não foram revelados muitos detalhes do que foi encontrado, exceto que a visada sepultura provavelmente pertenceu a um sacerdote importante e que a sua escavação ainda está em andamento. Entretanto, vários ushabtis, máscaras mortuárias e outros artefatos feitos de cerâmica e faiança foram descobertos. No local igualmente foram encontrados vários restos humanos mumificados.

Esta notícia está sendo recebida com muita expectativa pelos pesquisadores e espera-se que em algumas horas mais novidades sejam reveladas.

 

Fonte:

Exclusive: Egyptian archaeologists discover 3500 years old tomb contains many mummies. Disponível em <http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/2017/09/exclusive-egyptian-archaeologists.html?utm_content=buffer2fa9d&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer >. Acesso em 08 de setembro de 2017.

 

Mosaico de estilo romano é encontrado em Alexandria

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Durante sua visita a cidade de Alexandria, no Norte do país, o Dr. Khaled El-anany, Diretor do Ministério de Antiguidades do Egito, realizou uma vistoria a um recém-descoberto piso de mosaico, que foi encontrado na área de Hend, distrito de Moharem Bek. A descoberta foi realizada por uma missão de arqueologia gerenciada pelo próprio Ministério das Antiguidades.

O piso está em perfeito estado de conservação e é formado por trincheiras retangulares de tijolos romanos com desenhos geométricos.

Foto: MSA.

Dr. Aymen Ashmawi, chefe do setor de antiguidades, explicou no próprio comunicado de imprensa do Ministério que esta descoberta é muito importante porque este é o único modelo deste tipo de mosaico encontrado no Egito, embora existam similares em vários lugares de Roma, tais como os banhos de Trajano e a Vila Adriana. Mohamed Farouk, Diretor do Departamento de Antiguidades da Média Alexandria, ressaltou que o recém descoberto terreno tem um design de opus spicatum que era bem conhecido durante o período romano e usado na construção de banheiros e pisos de fortalezas.

Reprodução do estilo opus spicatum retirado de um sítio arqueológico romano. Fonte: Germain de Montauzan – Antiguidades Les Aqueducs, 1908.djvu

Mostafa Roshdi, Diretor de Alexandria e das Antiguidades do Oeste do delta disse que o trabalho de escavação do sítio continuará e espera que mais partes do piso de mosaico sejam revelados. Eles também pretendem realizar estudos abrangentes sobre seu design para uma futura restauração e publicação científica.

Foto: MSA.

O egiptólogo Mohamed Abdel-Aziz disse que a área de Hend foi no passado uma região com oficinas onde uma coleção de fornos de vidro e argila foram descobertos.

Foto: MSA.

Período Romano no Egito:

Após a morte da rainha Cleópatra VII (30 a.E.C.) em o Egito foi transformado em uma província de Roma. O país não mais seria regido por faraós e precisaria pagar altos impostos para os imperadores estrangeiros. As tradições egípcias, em termos gerais, não eram bem vistas pelos invasores, contudo vários dos seus aspectos permaneceram recebendo, inclusive, adaptações romanas, como foi o caso dos sepultamentos (cujas máscaras mortuárias ganharam um aspecto mais clássico, por exemplo) ou a arquitetura, a exemplo do piso de mosaico citado neste post.

Fonte: MSA

Arqueólogos descobriram alguns dos mais antigos hieróglifos egípcios em sítio rupestre

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Uma expedição conjunta entre a Universidade de Yale e o Museu Real de Belas Artes de Bruxelas, que está estudando a antiga cidade egípcia de El kab, descobriu inscrições hieroglíficas com cerca de 5200 anos[1]. São as mais antigas conhecidas.

Uma série de imagens 3D das inscrições foram realizadas, assim como fotografias.

O codiretor da missão é o professor John Coleman Darnell, que explicou ao Yale News que essas inscrições nunca antes tinham sido registradas por nenhuma expedição e que são de grande importância na história dos antigos sistemas de escrita egípcios.

Imagens que os pesquisadores apontam como inscrições hieroglíficas. Foto: MSA.

“Este recém descoberto sítio de arte rupestre de El Khawy preserva alguns dos primeiros sinais —  e maiores — dos estágios formativos do roteiro hieroglífico e fornece evidências de como os antigos egípcios inventaram o seu sistema de escrita único”, disse Darnell.

Darnell. Foto: Yale.

Os pesquisadores também descobriram registros rupestres que descrevem um rebanho de elefantes que foi esculpido entre 4000 a 3500 aEC. Um dos animais tem um filhote desenhado dentro dele, retratando assim uma fêmea grávida.

Os arqueólogos também identificaram um painel de quatro sinais, criados por volta de 3250 aEC e escritos da direita para esquerda — é assim que usualmente os hieróglifos egípcios eram lidos — retratando imagens de animais tais como cabeças de touros em um pequeno poste, seguido por duas cegonhas com alguns íbis acima e entre eles.

De acordo com o próprio Darnell, esta descoberta não é única, mas é notável no sentido de que é a primeira vez que alguém vê hieróglifos individuais que medem mais de meio metro de altura.

Painel rochoso onde as imagens foram encontradas. Foto: MSA.

Essas inscrições foram encontradas através de mapeamento de rotas baseadas em redes rodoviárias no Egito. Darnell constatou que inscrições assim não eram colocadas em locais como esse aleatoriamente. Estes são espaços onde pessoas descansavam durante a sua viagem. Assim, ele funcionaria como um “grande mural” de avisos.

Fonte:

Yale archaeologists discover earliest monumental Egyptian hieroglyphs. Disponível em < http://news.yale.edu/2017/06/20/yale-archaeologists-discover-earliest-monumental-egyptian-hieroglyphs >. Acesso em 23 de junho de 2017.


[1] Época pré-dinástica. Os demais vestígios mais antigos de hieróglifos egípcios são datados desta época. Alguns exemplos foram encontrados na tumba U-J, que por acaso foi citada no vídeo “Arquitetura Egípcia”. Clique aqui para assistir.

Nome do faraó Senusret II em templo abre discussão sobre o passado

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Um grande lintel feito de granito vermelho foi descoberto por uma missão egípcia-espanhola durante os trabalhos de escavação no templo de Heryshef em um sítio arqueológico em Ihnasya El-Medina, Beni Suef. Mahmoud Afifi, chefe do Departamento de Antiguidades do Egito, anunciou a descoberta ontem (27/05).

Lintel com o nome do rei. Foto: Reprodução.

Ele descreveu o artefato como “muito importante” porque o lintel tem gravado dois cartuchos como o nome do rei Senusret II (Sesostris II) da 12ª Dinastia (Médio Reino). A presença do lintel no templo de Heryshef é um dos indícios que apontam o interesse de Senusret II por esse local, como foi o caso de Fayum.

Local em que o artefato foi encontrado. Foto: Reprodução.

Senusret II é um nome conhecido por suas obras realizadas em Fayum, entretanto, muitos aspectos do seu reinado, inclusive a sua duração, são alvos de muita discussão. Desta forma, a descoberta do seu nome neste lugar aumenta a teia de possibilidades para a interpretação do passado.

Senusret II. Fonte: W. M. Flinders Petrie.

Maria Carmen Pérez-Die, diretora da missão do Museu de Antiguidades de Madri, disse que a missão também descobriu vários níveis de construção, um deles é datado do início da 18ª Dinastia e foi finalizado no reinado de Tutmés III (Novo Império) e outro durante o de Ramsés II, da 19ª Dinastia (Novo Império).

 

Fonte:

Lintel bearing Middle Kingdom cartouches unearthed at Ihnasya site in Egypt. Disponível em <http://english.ahram.org.eg/NewsContent/9/40/269618/Heritage/Ancient-Egypt/Lintel-bearing-Middle-Kingdom-cartouches-unearthed.aspx>. Acesso em 27 de maio de 2017.

Arqueólogos encontram tumba de princesa egípcia em Dashur

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

A tumba de uma princesa egípcia foi identificada na pirâmide de Ameny Qemau (13ª Dinastia), na necrópole de Dashur, cuja descoberta foi anunciada mês passado (abril/2017). No local foram encontrados uma inscrição religiosa e um nome em um fragmento de vaso de cerâmica que guardou outrora cerveja.

Entrada para a sepultura. Foto: MSA.

— Saiba mais: A cerveja no Egito Antigo: desde a intoxicação ao seu uso religioso.

Nas escavações que revelaram a câmara funerária da princesa foram identificados um sarcófago mal preservado, bandagens e uma caixa de madeira contendo vasos canópicos. Inscrições na caixa indicam que os objetos pertenceram a ela, que por sua vez era uma das filhas do próprio Ameny Qemau.

Caixa de vasos canópicos. Foto: MSA

— Saiba mais: Vasos canópicos + Vídeo

Não se conhece muito sobre Ameny Qemau e sua filha. Ele reinou por dois anos como o 5º faraó da sua dinastia e era possivelmente o pai do faraó seguinte.

Fonte:

Archaeologists uncover ancient Egyptian princess’s tomb in Dahshur. Disponível em < https://www.historyofroyalwomen.com/the-royal-women/archaeologists-uncover-ancient-egyptian-princesss-tomb-dahshur/ >. Acesso em 12 d maio de 2017.

Egypt Continues Its Discoveries With a 3,700-Year Burial Chamber in Dahshur. Disponível em < https://egyptianstreets.com/2017/05/11/egypt-continues-its-discoveries-with-a-3700-year-burial-chamber-in-dahshur/ >. Acesso em 12 d maio de 2017.

Foi descoberta tumba com vários sarcófagos, múmias e centenas de ushabtis em Luxor

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Esta manhã foi anunciada a redescoberta[1] de uma tumba na necrópole de Draa Abu-el Naga (Luxor). As pesquisas estão sendo realizadas por uma missão egípcia coordenada por Mustafa Waziri.

“Os trabalhos de escavação estão em pleno desenvolvimento para revelar os segredos da tumba”, disse o ministro das antiguidades do Egito, Jaled el Anany, hoje em Luxor.  A sepultura encontra-se próxima a outros dois túmulos que ainda não foram escavados. O complexo principal pertence a um oficial da 18ª Dinastia (Novo Império) chamado Userhat. Esse homem foi conselheiro e juiz na cidade de Tebas.

Artefatos encontrados na tumba – 157 -. Foto: Luxor Times.

Sua tumba foi provisoriamente catalogada como – 157 – e tem sido vista como um sítio muito promissor pelo Ministério de Antiguidades graças às novas descobertas que ela pode oferecer. Ela possui o formato em “T”, muito comum na necrópole, e a sua parte retangular leva a novos espaços.

 

O que foi descoberto:

Na área retangular da tumba a equipe encontrou um sarcófago de madeira em bom estado de conservação e uma câmara interna com um poço com mais de 9 metros de profundidade que termina em duas pequenas câmaras. Lá foram encontradas cerca de 1000 pequenas estatuetas, os chamados ushabtis, figuras que se acreditava servir como servos do finado no além vida. Também foram descobertas jarras e maquetes de cerâmica assim como várias máscaras de madeira cobertas com pequenas lascas de ouro.

Parte de um ataúde. Foto: Luxor Times.

 

Mais internamente foi encontrado o que os pesquisadores acreditam ter sido um “armazém-esconderijo” onde foram depositados vários sarcófagos de madeira de épocas posteriores. Eles ainda possuem sua coloração original e foram datados como pertencentes a 21ª Dinastia. Algumas múmias, ainda envoltas em linho, também estão presentes. Nessa área também foram encontrados mais ushabtis feitos de diferentes materiais tais como terracota e madeira.

Partes de múmias e crânios. Foto: Luxor Times.

Artefatos encontrados na tumba – 157 -. Foto: Luxor Times.

Artefatos encontrados na tumba – 157 -. Foto: Luxor Times.

Artefatos encontrados na tumba – 157 -. Foto: Luxor Times.

Fonte:

Descubren una tumba de la Dinastía XVIII, con gran parte de su ajuar funerario, en Dra Abu El Naga. Disponível em < http://www.abc.es/cultura/abci-descubren-nueva-tumba-xviii-dinastia-gran-parte-ajuar-funerario-necropolis-naga-201704181258_noticia.html >. Acesso em 18 de abril de 2017.

Exclusive footage: Amazing new finds by an Egyptian team in Luxor. Disponível em < http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/2017/04/exclusive-footage-amazing-new-finds-by.html >. Acesso em 18 de abril de 2017.


[1] Ela já era conhecida, mas não pesquisada.

Nome encontrado em pirâmide da 13ª Dinastia é do faraó Ameny Qemaw

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

No último dia 03/04/17 anunciei aqui no A.E. a descoberta de restos de uma pirâmide datada do Segundo Período Intermediário em Dashur. Também noticiei que o nome do dono da tumba era desconhecido. Contudo, ele já foi identificado: chamava-se Ameny Qemau.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

Essa conclusão foi alcançada após o site Live Science entrar em contato com dois egiptólogos e apresentar a foto do bloco de alabastro com as inscrições: James Allen, professor de egiptologia da Universidade Browne e Aidan Dodson, pesquisador da Universidade de Bristol.

Ambos disseram que a inscrição no bloco é um tipo de texto religioso usado nas paredes das pirâmides e que o nome escrito é do faraó Ameny Qemau, quinto rei da 13ª Dinastia e que governou somente por dois anos. Outro egiptólogo, Thomas Schneider, professor de egiptologia e estudos do Oriente Próximo na Universidade da Colúmbia Britânica, também concordou com a conclusão dos colegas.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

Porém, esta história não acaba por aqui: uma outra pirâmide pertencente a esse mesmo governante foi descoberta em 1957, também em Dashur.

Os motivos para Ameny Qemau ter duas pirâmides é um mistério, mas Dodson, que é coautor de um artigo sobre a descoberta de 57, sugeriu que talvez ele tenha usurpado a segunda pirâmide encontrada. Ele se apoia na baixa qualidade das inscrições hieroglíficas que estão nos cartuchos, indicando que o escultor teve que escrevê-los sobre uma área que foi cinzelada (possivelmente para apagar o que existiu anteriormente lá).

O Ministério das Antiguidades do Egito anunciou que pesquisas ainda estão sendo realizadas na área.

Fonte:

[1] 2nd Pyramid Bearing Pharaoh Ameny Qemau’s Name Is Found. Disponível em < http://www.livescience.com/58531-second-pyramid-pharaoh-ameny-qemau-discovered.html >. Acesso em 05 de abril de 2017.

Studies on newly discovered pyramid point to 13th Dynasty King Kamaw. Disponível em < http://english.ahram.org.eg/News/262348.aspx >. Acesso em 05 de abril de 2017.

Restos de pirâmide egípcia da 13ª Dinastia são descobertos

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Foi divulgada hoje (03/04/2017) a descoberta de uma pirâmide egípcia até então desconhecida datada da 13ª Dinastia (Médio Reino), em Dashur, próxima a uma das pirâmides de Snefru.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

— Saiba mais sobre as pirâmides de Snefru: Arquitetura egípcia | Pirâmides, moradias e o Vale dos Reis 

A tumba está sem a sua estrutura exterior, deixando sua parte interna exposta. Ela compreende um corredor que leva para uma câmara.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

No local também foi encontrado uma inscrição em um bloco de alabastro de 15 cm por 17 cm. Os hieróglifos ainda serão traduzidos e por foto já é possível ver que um nome de um(a) faraó está presente, mas os símbolos estão danificados.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

As pesquisas, realizadas por uma equipe egípcia, continuarão a ser feitas, inclusive para desenterrar mais estruturas.

Fonte:

Remains of 13th Dynasty pyramid discovered in Dahshur Necropolis. Disponível em < http://english.ahram.org.eg/News/262156.aspx >. Acesso em 03 de fevereiro de 2017.

12 tumbas provavelmente datadas do tempo dos faraós Tutmosis III e Amenhotep III são descobertas no Egito

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

No dia 11/01/2017 foi anunciado que uma equipe de arqueólogos suecos descobriu em Gebel el-Silsila, próximo a Assuã, doze tumbas escavadas na rocha datadas da 18ª Dinastia, mais especificamente provavelmente dos reinados dos faraós Tutmosis III e Amenhotep III [1][2].

Foto: Divulgação/MSA

Observando o comunicado de imprensa apresentado pelo Ministério das Antiguidades do Egito é possível ver que alguns aparatos funerários (a exemplo de sarcófagos de arenito, caixões de cerâmica, cartonagem pintada, recipientes têxteis e orgânicos, vasos de cerâmica, uma variedade de joias e amuletos) ainda estão presentes no local. Três sepultamentos de crianças e de animais (fósseis de ovelhas e cabras, assim como um par de perca do Nilo e um crocodilo quase completo) também estão presentes [1].

Foto: Divulgação/MSA

A descoberta foi realizada por uma equipe de arqueólogos suecos coordenados pela professora Dra. Marial Nilsson e John Ward, da Lund Universit. Eles trabalham no local desde 2012 e já tinham realizado outras descobertas, como a de um templo em 2015 [1][2].

Foto: Divulgação/MSA

Foto: Divulgação/MSA

Já olhando o cemitério de forma geral, a Dra. Nilsson afirmou que entre a maioria dos dos restos humanos recuperados foi visto que muitos dos indivíduos eram saudáveis, apesar das análises bioarqueologicas apontar que eles possuem indícios de que exerceram trabalhos intensos. Em soma, pouca evidência de desnutrição e infecção foi descoberta, assim como muitas lesões possuem traços de cura, apontando que após se machucar seriamente essas pessoas receberam atendimento médico [1].

Fontes:

[1] Swedish mission discovered 12 New Kingdom tombs in Upper Egypt. disponível em < http://luxortimesmagazine.blogspot.com.br/2017/01/swedish-mission-discovered-12-new.html?m=1 >. Acesso em 11 de janeiro 2017.

[2] Hallan en Egipto una docena de tumbas excavadas en roca de tiempos de Tutmosis III y Amenhotep III. disponível em < http://www.abc.es/cultura/abci-hallan-egipto-docena-tumbas-excavadas-roca-tiempos-tutmosis-y-amenhotep-201701111354_noticia.html >. Acesso em 11 de janeiro 2017.