Antiga sepultura de mulher grávida é encontrada no sul do Egito

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Uma missão conjunta entre arqueólogos egípcios e italianos trabalhando em Kom Ombo, Assuã, sul do Egito, encontrou o sepultamento de uma mulher grávida. “O enterro quase intacto foi descoberto no cemitério. Foi usado por nômades que vieram para o Egito através do deserto do sul da Núbia durante o Segundo Período Intermediário”, disse o Ministro das Antiguidades ao Luxor Times.

O Segundo Período Intermediário é a época que antecede os reinados de faraós tais como Hatshepsut, Tutankhamon e Ramsés II.

Em destaque está a fotografia do bebê. Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

Os estudos preliminares indicam que esta mulher possuía cerca de 25 anos de idade. Também apontam que o esqueleto do bebê foi encontrado na área pélvica de sua mãe na posição “cabeça para baixo”, sugerindo a possibilidade de que a mãe e o bebê faleceram durante o trabalho de parto, ou seja, a criança nem sequer nasceu.

A mulher também possui um desalinhamento em sua pélvis, que provavelmente é o resultado de uma fratura que curou incorretamente. Possivelmente foi esta anomalia o que causou problemas durante o parto e consequentemente a sua morte.

Seu corpo foi sepultado diretamente na areia sendo coberto somente por uma mortalha de couro. Como acompanhamento funerário foram encontrados dois potes cerâmicos: O menor deles era uma jarra egípcia desgastada por anos de uso e o outro era uma bacia fina com uma superfície polida vermelha e de interior preto, produzida pelas comunidades nômades núbias.

Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

Contas inacabadas feitas com casca de ovo de avestruz também foram encontradas, o que o ministro sugeriu ser uma oferenda para a falecida. De acordo com a teoria, esta moça teria sido uma confeccionadora de contas e a sua família, para honrar sua memória, incluiu tais contas inacabadas em sua sepultura.

Contas feitas com casca de ovo de avestruz. Foto: Ministério das Antiguidades do Egito.

Fonte:

3500-year Burial of a Pregnant Woman Discoered in Aswan. Disponível em < http://luxortimesmagazine.blogspot.com/2018/11/3500-year-burial-of-pregnant-woman.html >. Acesso em 14 de novembro de 2018.

As antigas egípcias influenciando uma designer de joias da atualidade

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Nascida e criada no Egito, Jude Benhalim é uma designer de joias que usa a sua cidade natal, o Cairo e a história egípcia como inspiração para as suas criações. Entretanto, apesar de olhar muito para o passado com entusiasmo, ela assume que algumas mudanças sociais conservadoras devem ser abandonadas. “Eu emprego uma talentosa equipe de mulheres artesãs e me sinto muito agradecida por ter dado oportunidades às mulheres para ajudá-las a realizar seu potencial e quebrar as limitações sociais.” disse à revista Harpers Bazaar Arabia, “O que nossa sociedade menospreza na maior parte do tempo é que as mulheres têm a capacidade criativa de incorporar cultura, patrimônio e artesanatos egípcios e eu adoro ajudar a lançar luz sobre o trabalho de artesãos que está morrendo lentamente em nosso mundo impulsionado pela tecnologia.”

Questionada pela Harpers Bazaar Arabia sobre do que mais se orgulha em relação as mulheres egípcias ela respondeu: “Está no sangue delas serem fortes e empoderadas desde o tempo de Nefertiti. As mulheres egípcias não têm limites, provendo suas famílias e se destacando em todas as áreas de suas vidas com grande força e determinação. Os egípcios sempre foram pioneiros na região, desafiando as normas existentes e lutando pela igualdade, educação e direitos básicos. É verdadeiramente inspirador.”

E ainda realizou uma reflexão sobre as pessoas do Egito atual: “Também é muito humilhante quando você vê tantas pessoas ao seu redor lutando e lutando para perseguir seus sonhos. A vida pode ficar difícil quando você enfrenta as lutas diárias de um país do terceiro mundo como o Egito, mas faz valer cada pequena conquista.”

Saiba mais sobre ela: www.judebenhalim.com

Fonte:

At just 25 years old, jewellery designer Jude Benhalim is wise beyond her years. Disponível em < https://www.harpersbazaararabia.com/fashion/the-style/jude-benhalim-the-heart-of-cairo >. Acesso em 21 de outubro de 2018.

Uma entidade maligna do Egito Antigo na série “Penny Dreadful”?

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

“Penny Dreadful” é uma série de terror e fantasia que se passa durante a Era Vitoriana. Seu enredo faz várias analogias a personagens de histórias literárias clássicas de horror tais como “Drácula” de Bram Stoker, “Frankenstein” de Mary Shelley e “O Retrato de Dorian Gray” de Oscar Wilde. O seu nome vem de publicações de terror e horror que eram vendidas no século XIX na Inglaterra por centavos; Penny Dreadfuls: “centavos do horror” (DAVINO, 2014; MOREIRA, 2017).

Mas, além de tirar inspirações nestas publicações, a produção também se inspirou em algumas das coisas que eram vistas como instigantes para os ricos da Era Vitoriana, como era o caso do ocultismo, onde a ele poderia ser misturado um pouco de mitologia egípcia, isto graças a Egiptomania.

 

Egiptomania e o ocultismo:

São várias as formas de apropriação do passado egípcio. Algumas delas são através de movimentos sociais, outras por meio da espiritualidade. Esta insistência em se ter um pedaço do passado egípcio para si têm levado muitas pessoas desde o século XIX a criar narrativas onde os antigos mitos egípcios se encaixavam com suas crenças pessoais. Nisso criaram novas roupagens para o Egito Antigo. Estas novas roupagens são tema de estudo da Egiptomania a qual, falando de forma bem básica, é a apropriação de elementos das antigas sociedades egípcias — tais como imagens, gramática, mitos, etc — mas, dando a ela uma nova vida ou um novo uso (BAKOS, 2004).

Fotos: Penny Dreadful (Divulgação)

E é um dos ramos da Egiptomania que estuda o fascínio dos ocultistas em se misturar em suas sessões elementos da antiga civilização egípcia. Durante o século XIX essas sessões costumavam ocorrer em salões particulares ou em gabinetes de pessoas ricas. E é em um desses salões que os personagens principais de Penny Dreadful se depararam com o nome Amonet. Referida no enredo como “A Oculta”, Amonet é tomada como um demônio bastante perigoso e que se cujo poder foi libertado trará catástrofe. Mas, será que era isto mesmo?

 

Amonet: um demônio egípcio?

No Egito Antigo uma das tradições que existia era empregar a dualidade. O deserto versus o Nilo, a ordem versus o caos, a vida versus a morte. E também algumas divindades possuíam sua contraparte. É o caso dos deuses da “Ogdóade de Hermópolis”. Este grupo de deuses têm esse nome porque o “ogdóade” refere-se ao número 8 (LESKO, 2002).

Assim temos Nun e Naunet representando as águas primordiais, Kuk e Kauket a escuridão, Hu e Hauhet a ausência de forma e Amon e Amonet que representavam o ocultamento. O “ocultamento” de Amon e Amonet não é porque eles eram demônios que espreitavam no escuro, mas, pelo motivo de serem divindades cuja natureza expressava conceitos da criação de acordo com a concepção religiosa egípcia (LESKO, 2002).

 

Fontes:

BAKOS, Margaret. Egiptomania. O Egito no Brasil. 1a.. ed. São Paulo: Paris (Contexto), 2004.

DAVINO, Vanessa. Penny Dreadful: Rastros de clássicos góticos em palimpsesto televisivo de horror; Davino (UFBA); BABEL: Revista Eletrônica de Línguas e Literaturas Estrangeiras; ISSN: 2238-5754 – n.07, ago/dez de 2014.

LESKO, Leonard. “Cosmogonias e Cosmologia do Antigo Egito”. In: SHAFER, Byron; BAINES, John; LESKO, Leonard; SILVERMAN, David. As religiões no antigo Egito (Tradução de Luis Krausz). São Paulo: Nova Alexandria, 2002.

MOREIRA, Maria Elisa Rodrigues. Penny Dreadful: a literatura e o cinema nas telas da TV. In: Anais do XV Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada. ABRALIC. Rio de Janeiro: UERJ, 2017. v. 3. p. 5324-5332.

 

Um passeio pela tumba da rainha Nefertari

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Este ano a empresa Experius VR lançou um passeio virtual para que o público possa “caminhar” pela tumba de Nefertari, rainha que reinou no Egito durante o Novo Império, na 19ª Dinastia. Não se sabe qual a sua origem, mas é certo que ela se casou com o faraó Ramsés II antes da coroação dele e que possivelmente foi mãe de quatro meninas e quatro meninos.

Foto via.

Alguns egiptólogos acreditam que ela faleceu no 25º ano do reinado de Ramsés II, contudo, as circunstâncias são um mistério. Porém, ao menos se sabe que ela foi sepultada em uma necrópole que fica ao lado do Vale dos Reis, o chamado atualmente de Vale das Rainhas. A sua tumba foi encontrada por um arqueólogo italiano chamado Ernesto Schiaparelli (1856 – 1928) em 1904 e foi tombada como a QV-66. Infelizmente ela já tinha sido saqueada ainda na antiguidade e a múmia da governante possivelmente destruída [1].

Por ser ricamente decorada a QV-66 chamou a atenção de vários visitantes, mas, tragicamente alguns vandalizaram as imagens. Isso levou o Serviço de Antiguidades do Egito (atualmente o Ministério das Antiguidades) a permitir que 1986 fosse realizado um trabalho de restauro por parte do Instituto Getty de Conservação de Los Angeles. Ele se seguiu por cinco anos e a equipe recusou-se a fazer, por mais mínima que fosse, uma intervenção moderna nas pinturas (completar desenhos faltosos, por exemplo) para não abalar a integridade delas.

Entretanto, para preservá-las pós-restauro, a tumba foi fechada para visitações por alguns anos. Mas, atualmente ela se encontra aberta, porém a visita pode durar somente alguns minutos.

Já aqueles que não podem ir ao Egito tem outras alternativas para “conhecer” o lugar. São os passeios virtuais tais como da Experius VR (que exige o uso de óculos de realidade virtual HTC Vive) ou do Patola Games, um site de jogos educacionais hoje inexistente, mas, cujo arquivo do passeio ainda pode ser rodado mesmo em sistemas operacionais mais novos, tais como Windows 10. Saiba mais sobre ele no vídeo a seguir:

As imagens na tumba de Nefertari são belíssimas e totalmente dignas da esposa mais amada de Ramsés II, cujo nome significa “A Mais bela de Todas”. Mas, estas ilustrações não foram desenhadas sozinhas. Várias pessoas precisaram trabalhar nelas durante dias.

Então, se você quiser rememorar este momento e for um ávido colecionador de imagens a Coleções DelPrado possui uma cena que retrata os antigos pintores egípcios durante um trabalho em uma tumba. Tem alguns homens fazendo rabiscos na parede, preenchendo alguns hieróglifos com tinta e uma mesinha próxima com uns potinhos. Confiram clicando aqui.

Leia outros textos sobre a rainha Nefertari:

[1] A múmia da Rainha Nefertari foi mesmo encontrada?

http://arqueologiaegipcia.com.br/2016/12/03/a-mumia-da-rainha-nefertari-foi-mesmo-encontrada/

A restauração na tumba de Nefertari

http://arqueologiaegipcia.com.br/2010/10/13/a-restauracao-na-tumba-de-nefertari/

Veja estas fotos impressionantes da tumba da rainha Nefertari

http://arqueologiaegipcia.com.br/2017/04/21/veja-estas-fotos-impressionantes-da-tumba-da-rainha-nefertari/

Tumba com mais de 4.000 anos é aberta à visitação

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Após quase passar 80 anos fechada, a notável tumba de um oficial de alta patente chamado Mehu finalmente foi aberta ao público. Esta sepultura localizada em Saqqara chama a atenção porque possui ilustrações em suas paredes mostrando vários aspectos da vida cotidiana durante o Egito Antigo da 6ª Dinastia, Antigo Reino. Ela possui um longo corredor que leva a seis câmaras.

Foto: ahram.org

Foto: ahram.org

“A tumba é uma das mais belas da Necrópole de Saqqara, porque ainda mantém suas cores vivas e cenas distintas”, disse Khaled El-Enany, ministro das antiguidades, acrescentando que entre as cenas mais peculiares da tumba está uma representando o casamento entre crocodilos na presença de uma tartaruga.

Esta sepultura foi descoberta em 1940 pelo egiptólogo Zaki Saad, mas, foi fechada para a visitação do público tempos depois. Agora, após trabalhos de restauros e a inclusão de um sistema de iluminação ela está pronta para receber turistas. A sua reabertura contou com a presença de embaixadores de alguns países, incluso o Brasil.

Foto: ahram.org

Os trabalhos de arqueologia constataram que além de vizir Mahu também era escriba dos documentos reais e chefe dos júris. Igualmente foi descoberto que lá também foram sepultados Mery Raankh, filho de Mehu, e seu neto Hetep Kha II.

Mais fotos:

Foto: EFE

Foto: EFE

Foto: EFE

Tenha em casa: Quer ter uma imagem que remeta aos antigos artistas egípcios? A Edições Del Prado, uma editora especializada em vendas de fascículos com imagens colecionáveis, possui uma coleção intitulada “Cenas do Egito Antigo”. Uma delas é justamente a de artistas desenhando uma imagem parietal tal como devem ter feito na tumba desta rainha.

Clique aqui para conferir a peça ou aqui para ver as demais cenas.

Foto: Reuters

Foto: Reuters

Fontes:

4,000-year-old Egyptian Tomb of Mehu opens to the public for the first time. Disponível em < https://edition.cnn.com/travel/article/egypt-tomb-mehu-africa/index.html >. Acesso em 14 de setembro.

Egypt inaugurates tomb of sixth dynasty Vizier Mehu’s in Saqqara Necropolis 8 decades after its discovery. Disponível em < http://english.ahram.org.eg/News/311129.aspx >. Acesso em 14 de setembro.

Breathtaking Ancient Egyptian tombs dating back to the Sixth Dynasty are reopened to the public for the first time since they were discovered nearly 80 years ago. Disponível em < https://www.dailymail.co.uk/news/article-6146741/Breathtaking-Ancient-Egyptian-reopened-public.html >. Acesso em 14 de setembro.

Abren por primera vez la espectacular tumba de Mehu en Egipto. Disponível em < https://www.abc.es/cultura/abci-abren-primera-espectacular-tumba-301339124902-20180908170317_galeria.html >. Acesso em 14 de setembro.

Quem é o real Rei Múmia aqui?

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Várias pessoas se questionam (e com razão) sobre qual a importância de se entender o Egito Antigo. Uma vez que esta civilização, embora extremamente famosa, não tem muito a ver com a nossa identidade. Contudo, graças a Egiptomania — reinterpretação dos artefatos egípcios — a vemos o tempo todo, seja no cinema, em games, nas propagandas do jornal e brinquedos.

Este é o caso do “Rei Múmia” da Imaginext (Fisher-Price). Nele podemos observar alguns pontos de Egiptomania tais como na ideia de um morto-vivo, no caso a própria múmia. Outro ponto é ela estar usando uma máscara de Anúbis, enquanto que este artefato originalmente era utilizado por um sacerdote no momento do embalsamamento.

Na embalagem do brinquedo podemos ler o seguinte questionamento, “Quem é o real Rei Múmia aqui?”. Isso porque o boneco possui um mecanismo que faz a sua máscara se erguer mostrando o seu rosto, que por sua vez se move revelando um espaço vazio em seu interior (onde ele engole seus inimigos).

Além do Rei Múmia a franquia possui outros personagens também inspirados no Egito Antigo. Inclusive uma grande cabeça de faraó que quando aberta revela uma serpente.

Conheça mais sobre estes brinquedos nos vídeos abaixo (em espanhol):

 

Artefatos egípcios são encontrados em esconderijo da 2ª Guerra Mundial

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Foi anunciado no dia 04/07/18 a descoberta de centenas de objetos de cerâmica. Eles datam das eras greco-romana, copta e islâmica e foram encontrados em um esconderijo possivelmente construído durante a Segunda Guerra Mundial, no interior de um museu em Alexandria.

De acordo com um comunicado do Ministério de Antiguidades, as peças foram encontradas durante trabalhos de restauração no jardim interno do Museu Greco-romano de Alexandria.

Foto: MSA.

“Muito provavelmente foram escondidas pelo arqueólogo (britânico) Alan Rowe e pelos funcionários do museu durante a Segunda Guerra Mundial, entre 1939 e 1945”, disse o chefe do Setor de Antiguidades egípcias, Ayman Ashmawi. Segundo ele, o objetivo era “proteger os objetos da pilhagem e dos bombardeios frequentes durante a guerra”. As antiguidades certamente foram escondidas “rapidamente” e, por isso, não foram registradas na lista do museu.

Foto: MSA.

“O esconderijo contém uma coleção de cerâmica de tamanhos e formas diferentes”, indicou a chefe do Departamento Central de Antiguidades egípcias e greco-romanas, Nadia Jadre. Entre elas, estão urnas funerárias, chamadas “Hidari”, onde eram guardadas as cinzas dos mortos após sua cremação no período grego. Também foram encontrados recipientes, vasilhas e pratos das épocas greco-romana e bizantina.

 

Fonte:

Maior sarcófago já encontrado em Alexandria é uma das duas descobertas arqueológicas anunciadas no Egito. Disponível em < https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/ministerio-do-egito-anuncia-duas-novas-descobertas-arqueologicas-em-julho.ghtml >. Acesso em 12 de julho de 2018.

Explore ruínas antigas em um novo jogo que traz o Egito Antigo, Grécia e muitos monstros

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

A Antiguidade egípcia é um grande poço de inspiração para os desenvolvedores de jogos. Temos vários títulos lançados ao longo das últimas décadas que vão desde games de ação e luta, estratégia, quebra-cabeças, etc. O mais popular do momento, por exemplo, é Assassin’s Creed Origins, que já foi comentado em nosso canal duas vezes. E o Brasil também está seguindo a onda através de Echoes of the Gods (Ecos dos Deuses), que tem como protagonista a rainha Ahhotep I (sem lançamento previsto).

Agora teremos o jogo Strange Brigade, cuja estreia está prevista para o dia 28 de agosto (2018). Produzido e distribuído pela Rebellion, Strange Brigade é do gênero aventura e ação. Ele se passará no Egito da década de 1930 e tem como enredo a descoberta da tumba de uma rainha-feiticeira chamada Seteki (personagem e nome ficcional), que volta à vida e traz consigo um exército de monstros. Para lutar contra essas criaturas malignas uma tropa especial chamada Strange Brigade entra em ação.

Assista o vídeo abaixo para saber mais sobre:

 

Mais imagens do jogo:

Ilustrações: Divulgação.