(Artigo) Vida por toda eternidade: Tothmea renascida pelas novas tecnologias

Vida por toda eternidade: Tothmea renascida pelas novas tecnologias – Moacir Elias Santos e Cícero Moraes | Português |

Para os egípcios antigos a morte não representava um fim, mas o começo de uma nova existência que seria múltipla, a exemplo daquela que permitiria o morto viajar com o deus-sol Ra, ou na qual ele habitaria o mundo de Osíris. Para tanto, era condição sine qua non a preservação do corpo por meio da mumificação. Uma egípcia, que conhecemos atualmente como “Tothmea”, com mais de 2500 anos, e que se encontra conservada no Museu Egípcio e Rosacruz, em Curitiba, certamente compartilhava a ideia de que poderia voltar à vida. Neste artigo apresentamos um estudo que permitiu, em parte, o
almejado renascimento que Tothmea buscava, contudo, não nos moldes da religião egípcia, mas com o uso de diversas tecnologias.

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Márcia Jamille

Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia e autora do livro “Uma viagem pelo Nilo”.
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