【Artigo】 Por uma Arqueologia egípcia mais “aquática”

Por uma Arqueologia egípcia mais “aquática” | Márcia Jamille Nascimento Costa (em português):

Embora o Egito antigo tenha sido uma civilização fluvial a Arqueologia realizada no país tende a tratar os objetos relacionados com o ambiente aquático como artefatos de segunda ordem. Para tal, este artigo mostra alguns dos aspectos mais marcantes destas antigas comunidades que demonstram que a água durante o faraônico foi mais do que um espaço para a captação de recursos e deve receber um olhar mais zeloso da Arqueologia.

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【Artigo】 Aplicação da Arqueologia de Ambientes Aquáticos no contexto do Egito Antigo

Dádiva do Nilo: um ensaio da Aplicação da Arqueologia de Ambientes Aquáticos no contexto do Egito Antigo | Márcia Jamille Nascimento Costa e Gilson Rambelli (em português):

As investigações relacionadas com sítios arqueológicos de natureza aquática no Egito tiveram início há mais de um século, com a descoberta dos barcos de Dashur e o antigo porto de Pharos, contudo os estudos sobre essa temática ainda estão se desenvolvendo no país. A falta desse conhecimento voltado especificamente para os ambientes aquáticos fez com que o Nilo, por exemplo, fosse compreendido como um local de captação de recursos, ignorando-o como rota fluvial e espaço de socialização, prejudicando a aplicação das pesquisas e debates acerca dos artefatos relacionados com o meio aquático, ou seja, existe como em toda a Arqueologia a tendência por uma visão agrocêntrica do passado, que coloca em um segundo plano a cultura material e imaterial associada à água, apesar da antiguidade egípcia ter um preceito aquático.

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