A febre do Pokémon Go chegou aos patrimônios históricos do Egito

O jogo Pokémon Go é a febre do momento. Sendo um game de realidade aumentada, ele permite que os usuários procurem pokémons por edifícios e ruas, fazendo virar realidade o sonho de muitos fãs desta série japonesa que fez parte da infância de muita gente aqui no Brasil — inclusive a minha —.

Imagem meramente ilustrativa.

Embora tenham ocorrido vários excessos por parte de alguns usuários é inegável que esse jogo é uma revolução em termos de interatividade e tornou-se uma ferramenta contra o sedentarismo e um remédio para a mente, porque além de trazer as boas lembranças da infância ele está auxiliando indivíduos que sofrem de depressão a superá-la e com autismo a socializar. Outra coisa legal é que abrigos de animais estão fazendo campanhas para que os jogadores aproveitem e levem para as suas caçadas os cães carentes, para que eles possam passear um pouco.

Assim como o Brasil, ainda não ocorreu o lançamento oficial no Egito, mas algumas pessoas já conseguiram degustar o jogo e como era de se esperar os pokémons apareceram em lugares inusitados como sítios arqueológicos e museus. Dá para acreditar que incrível? Abaixo estão alguns exemplos:

Quando lançado oficialmente, Pokémon Go estará disponível para download no Google Play e iTunes.


Todos os prints presentes neste post foram retirados do site Egiptoforo.

Márcia Jamille

Arqueóloga formada pela UFS com a monografia “Egito Submerso: a Arqueologia Marítima Egípcia” e mestra em Arqueologia também pela UFS com a pesquisa “Arqueologia de Ambientes Aquáticos no Egito: uma proposta de pesquisa das sociedades dos oásis do Período Faraônico”. É administradora do Arqueologia Egípcia e autora do livro "Uma viagem pelo Nilo". [Leia seu perfil]