Zahi Hawass e a busca por uma nova tumba (a qual espera-se que seja de Ankhesenamon)

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Desde janeiro (2018) uma equipe de arqueologia liderada pelo o arqueólogo egípcio Zahi Hawass está procurando por uma tumba no Vale Oeste (também chamado de Vale dos Macacos), uma área mais periférica do Vale dos Reis. Essas escavações estão sendo financiadas pela Discovery Channel e como eu já tinha previsto aqui no Arqueologia Egípcia a empresa está fazendo isso porque lançará uma série de documentários sobre o assunto. A série deve estrear ainda este ano na Discovery Channel e no Science Channel.

— Saiba mais: Arqueólogo Zahi Hawass inicia busca pela tumba da esposa de Tutankhamon

As escavações estão ocorrendo sob sigilo, para manter a exclusividade da descoberta, mas a Discovery liberou uma foto dessas escavações:

Foto: Discovery Channel

Esta pesquisa começou depois que a equipe de Hawass encontrou objetos funerários nesta região e devido a proximidade com os túmulos dos faraós Amenhotep III e Ay, especulou-se que ali poderia estar a tumba da rainha Ankhesenamon, esposa de Tutankhamon.

Mas por hora nada é certo.

Saiba um pouco mais sobre esta pesquisa através deste vídeo que gravei para o canal do Arqueologia Egípcia:

E conheça a rainha Ankhensenamon e o seu esposo assistindo a este vídeo:

Fonte:

Has Tutankhamun’s tragic teenage wife been found? Documentary on the dig for the body of Ankhesenamun who ‘married her father, her grandfather AND her half-brother’ could reveal new clues. Disponível em < http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-5602817/Discovery-Channel-filming-archaeologists-digging-body-Tutankhamuns-wife-Ankhesenamun.html >. Acesso em 23 de abril de 2018.

Have Archaeologists Discovered the Tomb of King Tut’s Wife? Maybe. Disponível em < https://www.livescience.com/62264-search-king-tut-wife-tomb.html >. Acesso em 23 de abril de 2018.

 

Akhenaton e monolatria: um papo sobre este período único no Egito Antigo

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

É fácil definir o Período Amarniano, esta época única durante o Novo Império. Ele tem início com o reinado do faraó Amenhotep IV, que mais tarde mudará seu nome para Akhenaton e segue até o reinado do faraó Ay, ou como defende alguns acadêmicos até o de Horemheb.

Estela amarniana. Foto: Kenneth Garrett. Abril de 2001.

Suas principais características é a mudança da capital de Tebas (atual Luxor) para Aketaton (atual Amarna), a arte que sofreu mudanças significativas e a religião, que agora põe em destaque somente um deus, o Aton.

Foi pensando em discutir essa época que o pessoal do Mitografias me convidou para o podcast “Papo Lendário”. Para ouvi-lo é só clicar no play abaixo. E para conhecer o trabalho deles é só acessar o seguinte site: www.mitografias.com.br

Para saber mais: Em meu livro, “Uma viagem pelo Nilo”, dedico um capítulo, “A análise dos talatats de Akhenaton”, para tratar da descoberta dos talatats do templo de Akhenaton em Karnak. Também apresento os principais acontecimentos dessa época em relação a mudança da capital.

 

Mãe de Tutankhamon é tema de documentário

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille | Instagram

Recentemente foi anunciada a estreia de um documentário que falará sobre a mãe do faraó Tutankhamon e a nova reconstituição facial feita para ela. Será um especial dividido em duas partes para o programa Expedition Unknown, da Travel Channel. Ainda não existe uma data prevista para o Brasil.

No Egito foram descobertos alguns esconderijos onde estavam múmias da realeza. O mais famoso é o de Deir el-Bahari, o qual já foi comentado aqui no Arqueologia Egípcia. Já um dos menos conhecidos  é o que foi descoberto em 1898, na KV-35. Neste foi encontrada a múmia da mulher cujo exames genéticos apontam como sendo a mãe de Tutankhamon. É ela um dos focos do documentário:

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