(Vídeo) Portas Falsas: uma ligação entre os mortos e os vivos

Não! Definitivamente as “portas falsas” do Egito Antigo não tem nada a ver com armadilhas escondidas em pirâmides! Na verdade, foi um componente religioso muito importante para a religião egípcia.

Porta Falsa de Mereruka. Foto: Wikimedia Commons.

A sua ideia era simular uma ligação entre o mundo dos vivos e dos mortos, ou seja, que através dela o Ka (uma das partes que constitui o indivíduo; no vídeo explico) poderia passear livremente.

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Entrevista: Perfil Arqueológico, com Márcia Jamille

No quadro “Perfil Arqueológico”, do canal Olhar de Arqueólogo, serão entrevistados acadêmicos de diferentes locais, origens e formações, para saber um pouco sobre suas experiências e como surgiu o seu interesse pela Arqueologia.

Fui a primeira entrevistada do quadro, até comentei sobre este dia no blog #AEgípcia.

— Saiba mais: Fui entrevistada para o “Olhar de Arqueólogo” https://goo.gl/JdKczY

Foto: Fernanda Libório. 2016.

No vídeo falo sobre como me interessei por Arqueologia e Antiguidade egípcia. Como foi a minha principal pesquisa e perspectivas para o futuro. Confira abaixo:

Obrigada ao Olhar de Arqueólogo, na figura do Luis Felipe, pelo convite.

(Vídeo) Silly Symphony – Egyptian Melodies

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Em outra oportunidade cheguei a comentar aqui no A.E. sobre o Antigo Egito e os primórdios do cinema, post que é a tradução de um texto do curador do cinema mudo no British Film Institute, o Bryony Dixon. Nele Dixon rememora como o cinema fixou e reciclou imagens que tomamos como genuinamente advindas da Antiguidade faraônica, mas que em verdade são criações orientalistas.

Egyptian Melodies (Silly Symphony). 1931.

Em 1931 a Walt Disney estreou mundialmente a animação “Egyptian Melodies”, dentro da série “Silly Symphony”, e que nos apresenta uma aranha curiosa que adentra os corredores da Grande Esfinge e se depara com uma cena musical inusitada.

Igualmente a muitas produções de sua época, Egyptian Melodies bebeu da Egiptomania e do Orientalismo, onde somos apresentados ao ambiente do deserto com coqueiros, as pirâmides de Gizé (imagens favoritas naquela época e que costumavam resumir o que era o Egito para o público), inclusive a ideia de uma entrada para o interior da Esfinge, o que permeia a cabeça de muitas pessoas, principalmente aquelas que acreditam em algumas vertentes exotéricas. Abaixo o vídeo completo:

Unboxing: Cenas do Egito Antigo

A Edições Del Prado enviou para a minha Caixa Postal um pacote com uma das suas cenas: A construção das pirâmides.

Na correspondência veio nove revistas e nove peças da cena, exatamente como eles vendem no site. Tais peças não são brinquedos, são objetos para ficar de enfeite, como mostro neste post aqui. São, literalmente, para colecionadores ou amantes da civilização egípcia que gostam de ter por perto coisas que lembram a Antiguidade faraônica.

As revistas infelizmente são bem fininhas, mas as fotos são uau!

Para saber mais sobre a coleção deles clique aqui ou se desejar adquirir clique aqui.

Caso tenha interesse em enviar algo para mim pela Caixa Postal este é o endereço:

Caixa Postal 1702

CEP 49046970

Aracaju – SE

(Vídeo) Tatuagens no Egito Antigo

Tatuagens não é uma invenção moderna. Várias sociedades adotaram esta prática para os mais diversos fins e cada uma tinha a sua forma de marcar o corpo. Encontramos exemplos no Período Edo (Japão), entre em antigas comunidades da Sibéria e inclusive no Egito Antigo. Nesse último caso possuímos remanescentes iconográficos que nos mostram pinturas corporais, muitas das quais levam parte dos pesquisadores a sugerirem que em alguns casos ocorreu o uso de uma substância parecida com a henna. Entretanto, possuímos múmias suficientes para nos garantir que de fato as tatuagens eram realizadas durante o faraônico e nos apresentar um pouco desta prática que ainda está envolta de muita especulação.

Foto: Anne Austin.

Por isso, no novo vídeo do AE faço uma introdução sobre esse tema e comento a recém descoberta de uma múmia de uma mulher que possui cerca de trinta tatuagens.

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(Vídeo) Maternidade no Egito Antigo

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

A maternidade nunca foi uma tarefa fácil. As antigas egípcias que o diga. Neste vídeo apresento um pouco sobre como era exercer este papel na Antiguidade Egípcia e inclusive como ele era visto, por exemplo: vocês sabiam que a crença ditava que parte do coração do indivíduo era herdado da mãe durante a sua formação no útero?

Provavelmente a rainha Nefertiti beijando uma de suas filhas. O’CONNOR, David; FORBES, Dennis; LEHNER, Mark. Grandes civilizações do passado: Terra de faraós (Tradução de Francisco Manhães). Barcelona: Folio, 2007.

— Leia também: Ser mãe no Egito Antigo

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(Vídeo) Mulheres faraós

Por Márcia Jamille | Instagram | @MJamille

Para aqueles que já assistiram documentários ou leram livros acerca da antiguidade egípcia é certo que ouviram, ao menos uma vez, o nome de Hatshepsut, uma faraó que governou o Egito nos primeiros anos da 18ª Dinastia. Entretanto, ela não foi a única mulher a reinar como tal.

Faraó Hatshepsut usando uma barba falsa. Imagem retirada de MARIE, Rose; HAGEN, Rainer. Egipto. (Tradução de Maria da Graça Crespo) 1ª Edição. Lisboa: Editora Taschen, 1999. p. 123.

Para o canal do Arqueologia Egípcia no Youtube gravei um vídeo que irá situar vocês no assunto. Aproveitem e inscrevam-se e aumentem a nossa comunidade:

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