Entenda a tumba do faraó Tutankhamon

Por Márcia Jamille | @MJamille | Instagram

Descoberta em 1922 pelo arqueólogo inglês Howard Carter, a tumba de Tutankhamon é uma das descobertas arqueológicas mais importantes da arqueologia egípcia. Um dos motivos? Ela foi encontrada praticamente intacta, ainda lacrada com o selo das necrópoles que foram postos lá há mais de 3000 anos. O outro foi por ter sido amplamente documentada por Carter, coisa que os arqueólogos da época raramente faziam.

E apesar de ser pequena, ela possui informações interessantes sobre o Egito Antigo, além de várias curiosidades. Por exemplo, sabia que no seu interior existia uma parede falsa que leva ao espaço que hoje chamamos de “câmara funerária”? É possível enxergar essa parede na foto que foi tirada por Harry Burton, fotógrafo oficial da missão de arqueologia — veja a foto no vídeo.

Então, que tal fazer um tour virtual por ela? E ainda com uma explicação detalhada de cada imagem presente? Veja o vídeo abaixo do canal Arqueologia pelo Mundo:

— E mais: Já teve curiosidade em saber como seria viver uma estudante de Arqueologia em um jogo? Então acompanhe a série “Aventuras na Arqueologia”:

Rei Tut: segredos de família (Nat Geo)

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille

 

Ano passado (2010) saiu uma matéria na National Geographic Brasil sobre o exame de DNA de 11 múmias para poder ser encontrada a família do faraó Tutankhamon. O resultado foi divulgado previamente no jornal cientifico JAMA e só depois espalhado pelo o mundo (inclusive com um documentário dividido em duas partes da Discovery Channel).  

Muitas pessoas já enviaram mensagens perguntando sobre este exame, e para não ficar me repetindo estou colocando aqui os links do site da National Geographic Brasil falando sobre o assunto:

 

Rei Tut: segredos de família

Rei Tut: segredos de família (fotos)

Nobres relações: a genealogia do faraó Tutankhamon

Tutankhamon pode ter morrido de malária

Por Márcia Jamille Costa | @MJamille 

Não é um resultado definitivo para a causa da morte, mas inquestionavelmente foi apontado em seu exame de DNA que o rei, que morreu aos 18 a 19 anos possuía traços de malaria em seu sangue, de acordo com a notícia veiculada pela a BBC. O exame também mostrou que ele possuía uma doença nos ossos denominada Kohler e que não possuía Marfan, como ainda afirma alguns pesquisadores.

 

 

Tutankhamon. BBC. 2010.

 

Mais resultados sobre o exame devem sair em breve, mas isto, com certeza, não irá dissipar as duvidas quanto ao que matou o rei, já que mesmo após a divulgação dos resultados o Dr. Bob Connolly, professor de antropologia física da Universidade de Liverpool, aponta que o faraó pode ter perecido de outra coisa (um acidente, talvez) e não justamente da malaria.

Fonte: ‘Malaria and weak bones’ may have killed Tutankhamun, 17/02/2010 <http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8516425.stm>